Quebrando tabus: mitos e verdades sobre o sexo

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Preconceito e falta de informação são fatores que ajudam a manter vivas as crenças equivocada


Há poucas décadas atrás o sexo era assunto proibido. Os tempos mudaram e o tema começou a ser mais discutido de forma pública — por meio de programas de tevê e também na internet com blogs, fóruns e chats. Mas, apesar de aos poucos perder o status de tabu, algumas lendas sexuais ainda circulam por aí.

A terapeuta tântrica Danni Cardillo explica que esses mitos são resultado de anos de não-diálogo, o que favorece o surgimento de achismos e falsas informações acerca do tema. “A sexualidade e a forma como é abordada se dá por uma construção cultural, uma sociedade que pouco explora o tema abre margem para a desinformação”, argumenta.

Orientais tem pênis pequeno, se masturbar demais deixa mão peluda, sexo na água diminui as chances de engravidar. Essas são comumente algumas das inverdades ouvidas em conversas informais, por isso a especialista no tema Danni Cardillo esclareceu os principais mitos e verdades sobre o assunto.

Engolir esperma faz mal? DEPENDE
O esperma em si — composto em sua maioria por proteínas, açúcares e espermatozóides— não causa problemas, porém a ingestão pode causar afetar de saúde caso o parceiro sexual possua algum tipo de doença sexualmente transmissível (DST). “Gonorréia e hepatite são exemplos de doenças que podem ser transmitidas quando há contato direto e desprotegido com os fluidos genitais e pelo fato do sêmen poder ser um fator de transmissão a camisinha é recomendada, ou o casal pode trocar exames e desfrutar sem medo”, analisa.

Tomar anticoncepcional diminui o desejo sexual? VERDADE
Devido a baixa nos níveis de estrogênio, as mulheres podem apresentar perda da libido ao fazerem uso do contraceptivo. “Depende do tipo de pílula, da adaptação e das características fisiológicas da mulher e apesar dos comprimidos virem com doses cada vez mais baixas de hormônios, o efeito ainda pode ser sentido. Caso isso aconteça o ideal é procurar outras alternativas que não causem frustração sexual”, aponta.

Sexo na água diminui as chances de engravidar? MITO
Caso a relação seja desprotegida as chances de engravidar são reais e nada de achar que água vai entrar na vagina e matar os espermatozoides. “Quando a ejaculação é fora, o esperma pode ficar diluído na água, apesar do certo ser não brincar com a sorte”, comenta Danni Cardillo.

Relação sexual durante a gravidez machuca o bebê? MITO
O bebê é protegido por uma bolsa amniótica então as chances dele se machucar são quase nulas, Danni aponta que nesses casos é importante estudar apenas as posições para evitar que o peso do homem cause traumas abdominais. “Com a proximidade do parto é importante tomar cuidado com a força e evitar movimentos bruscos que possam causar parto prematuro”, alerta.

Ficar de pernas para cima pode ajudar a mulher a engravidar? VERDADE
Apesar de não ser uma regra e a fecundação depender muito mais do período de fertilidade da mulher, ficar com as pernas para cima pode ajudar o espermatozoide a chegar com mais facilidade ao útero. “Mulheres que tendem a perder o sêmen com mais facilidade podem se beneficiar dessa técnica, além disso se o homem demorar um pouco mais a retirar o pênis após o término da relação melhor ainda”, recomenda.

Fonte: MF Press Global

Com mini documentário e ensaio fotográfico, campanha “Amor Fati” ressignifica a sexualidade da mulher com deficiência

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O projeto ‘Meu Corpo é Real’, iniciativa criada pela estilista e consultora de imagem Michele Simões, lança no dia Internacional da Pessoa com Deficiência (03/12) a campanha Amor Fati que reúne, a partir de um recorte sobre o tema, as experiências de seis mulheres com deficiência em um mini documentário e ensaio fotográfico.

O objetivo da campanha, cujo nome significa “Amor ao destino” em latim, é quebrar o tabu acerca da vivência da sexualidade pelas pessoas com deficiência. “Somos assexuadas para o mercado”, relata Bárbara Barros, uma das participantes da campanha.

Ao longo do mini documentário, cada uma das modelos relata sua relação com o sexo. Para elas, o conceito de preliminares é diferente quando comparado ao que é cultuado pelo senso comum. O despertar das sensações pode estar num gesto. Para a atleta paralímpica que fez parte do casting da campanha, Jessica Messalli (31), o sexo começa no olhar, no toque nas costas, no cabelo. Ela relata que o “contato sexual se torna muito mais amplo” no caso de uma mulher com deficiência, já que o espectro sensorial muda.

Com predominância de tons rosas e amarelos, flores e poses delicadas, o ensaio fotográfico feito com lingeries foi conduzido de forma criteriosa para que as modelos tivessem lugar de fala sobre um assunto que nunca se conecta com as pessoas que têm alguma deficiência – a sexualidade.

Para Michele, idealizadora da campanha, a moda pode ser usada como uma ferramenta de comunicação e quebra de estereótipos. Ela explica: “optar pelo uso da lingerie nesse projeto foi o caminho para tornar visível o fato de que a mulher com deficiência também é sensual, atraente e possui um corpo que sente desejo e também se relaciona. Quisemos muito transmitir no ensaio as especificidades e os questionamentos do ponto de vista de algumas mulheres com deficiência. Combater a infantilização dessas pessoas e mostrar que também existe interseccionalidade na deficiência”.

O mini documentário completo estará no site ‘Meu Corpo É Real’, Instagram ou Facebook, e foi realizado em parceria com a filmmaker Lívia Cadete, com produção dos recursos de acessibilidade realizada pela Sondery e seus parceiros. Quem assina as fotos é o fotógrafo Dário Matos, a produção e styling são de competência de Isadora Diógenes. A maquiagem ficou por conta de Taísa Lira e a codireção criativa e direção de arte é de Sofia Stipkovic. As marcas parceiras são: Mundo Marcolina, Janiero Body of Colours e Intensify-me.

Fonte: eComunica

Como apimentar o seu relacionamento

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Aproveitando que o ano está apenas começando, porque não colocar na lista de promessas para o ano uma nova forma de olhar para a vida a dois?

Confira agora as dicas da Dra. Nelly Kim Kobayashi, sexóloga e parceira da Innuendo, a boutique erótica mais descolada da capital paulista, que vão te ajudar a ousar na cama e a apimentar a relação!

  • Mude o cenário:

Se vocês costumam transar sempre no mesmo lugar, é hora de mudar isso! Porque não levar o parceiro (a) para conhecer um lugar especial, como um novo motel da sua cidade? Se o casal prefere o conforto do lar, ao invés do quarto, que tal experimentar fazer amor na cozinha? Mudar o cômodo da casa, pode deixar a brincadeira mais interessante.

  • Realize as fantasias do parceiro (a):

Já perguntou para o seu parceiro (a) quais são as suas fantasias e vontades? Pode ser que ele (a) tenha desejos que você ainda não descobriu, que podem ser realizados e ainda trazer um clima diferente para a relação do casal.

  • Explore as zonas erógenas:

Tanto o homem quanto a mulher possuem zonas erógenas que podem ser estimuladas.  Com suavidade e cuidado, áreas como nuca, orelha, pescoço, parte interna das coxas, períneo e seios, se bem exploradas, podem trazer sensações nunca antes experimentadas. Arrisque!

  • Invista em novas posições sexuais:

Às vezes, por conta da correria do cotidiano, muitos casais não se aventuram em posições sexuais diferentes e acabam ficando apenas no clássico “Papai e Mamãe” e, com isso, caindo na rotina. Porém, não precisa ser sempre assim. Existem centenas de posições sexuais que podem ser testadas. Com respeito e carinho, e muita criatividade, é claro, é possível conquistar os melhores orgasmos para ambos.

  • Conheça produtos eróticos:

Ainda existe um tabu de que produtos eróticos são para pessoas solitárias, mas isso não é verdade. Existem inúmeros brinquedos que podem incrementar a vida a dois e estimular ainda mais o prazer para o casal. A Innuendo, por exemplo, conta com mais de 1000 itens e atendimento diferenciado, que podem auxiliar na escolha do melhor produto, de acordo com as necessidades e fantasias de cada um.

  • Utilize lubrificantes:


É disseminada a falsa ideia de que os lubrificantes servem apenas para  mulheres mais maduras, que, normalmente, sofrem de secura vaginal.  Entretanto, eles podem ser usados por qualquer pessoa e podem melhorar muito a vida sexual de quem o usa, além de ajudar com a utilização de brinquedos eróticos.

Dra. Nelly Kobayashi, sexóloga e parceira da Innuendo:

Formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com residência em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, Dra. Nelly possui título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e em sexologia pela Universidade de Pisa (Itália). Também é pós-graduada em sexualidade humana pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Já atuou como médica colaboradora no setor de sexualidade no ambulatório de Ginecologia do Hospital das Clínicas da FMUSP e, atualmente, é médica da Clínica VidaBemVinda

Fonte: Note