Seychelles reabre e espera visitantes do mundo todo

Seychelles reabre para visitantes do mundo todo a partir do dia 25 de março de 2021. Turistas da África do Sul, no entanto, ainda não terão permissão para entrar nas ilhas Seychelles. O anúncio foi feito pelo Ministro de Relações Exteriores e Turismo, Sylvestre Radegonde, no final da semana passada.


A partir de 25 de março, os visitantes estrangeiros precisarão apenas apresentar um teste PCR negativo realizado 72 horas antes do embarque para Seychelles. Não haverá mais a exigência de quarentena nem restrição de mobilidade dos turistas após a entrada nas ilhas. Além disso, o destino não exigirá mais uma permanência mínima nos estabelecimentos locais no momento da chegada.


Também a partir desta data, os visitantes poderão acessar todas as áreas comuns dos hotéis, incluindo bares, piscinas, spas e clubes infantis.


Vale ressaltar, porém, que os turistas ainda serão obrigados a aderir às medidas de saúde pública adotadas por conta da pandemia, incluindo o uso de máscaras faciais, o distanciamento social e a higienização regular das mãos.


De acordo com o ministro Radegonde, a decisão de rever e flexibilizar os procedimentos de entrada no país é possível graças ao sucesso registrado pela campanha de vacinação iniciada no país em janeiro.


“A campanha de vacinação tem tido bastante sucesso. O governo tem feito tudo que está ao seu alcance para garantir que a população seja protegida. Chegamos ao ponto em que abrir ainda mais nossas fronteiras representa um passo importante para a nossa recuperação econômica. As medidas anunciadas refletem amplamente a recomendação de nossos parceiros do turismo e foram tomadas após consulta e com o endosso de nossas autoridades de saúde”, reforça o ministro.


Seychelles, localizada no Oceano Índico ao leste da costa da África, foi o primeiro país africano a lançar uma campanha de imunização abrangente e eficaz contra a Covid-19 em janeiro de 2021.
O destino revisará continuamente as medidas de entrada para assegurar que a saúde e a segurança dos visitantes e da população local não sejam comprometidas. Mais detalhes estão disponíveis no site www.tourism.gov.sc.


Para mais informações sobre Seychelles, acesse www.visiteseychelles.com e o site www.globalvisionaccess.com.

Sobre Seychelles
Um arquipélago de 115 ilhas no Oceano Índico, Seychelles é repleto de praias de areia platinada, emolduradas por pedras de granito, mar turquesa e clima tropical o ano todo. Para aqueles que desejam ver e fazer tudo, o arquipélago tem excelentes condições para a prática de esportes, ótimos restaurantes de cozinha internacional e creole (local), shows de dança e música. Para o viajante moderno, as ilhas representam uma fuga e a oportunidade de recalibrar sua alma em harmonia com a essência primordial da natureza. Além disso, Seychelles preza pelo turismo sustentável, dado que cerca de 50% de sua área está sob proteção ambiental, e acredita-se que o sítio original do Jardim do Éden fica no país, no chamado Valée de Mai.

Sobre a Global Vision Access
A Global Vision Access é uma empresa de comunicação e marketing em turismo, reconhecida no mercado nacional e internacional. A GVA facilita a entrada e a consolidação de destinos turísticos no mercado brasileiro, oferecendo serviços de planejamento estratégico, marketing e relações públicas e sempre se destacando com os projetos especiais que desenvolve. Fazem parte do portfólio da empresa Jordânia, Mônaco, Noruega, Ilhas Seychelles e Alitalia. Também inclui-se ao portfólio da GVA parcerias estratégicas com organizações e empresas de outras indústrias que buscam maximizar exposição, oportunidades de negócios e retorno sobre o investimento para cada cliente.Para saber mais sobre a empresa, acesse o Bureau Mundo, escritório virtual da GVA: www.bureaumundo.com

A TRAJETÓRIA DO PRIMEIRO PRESIDENTE NEGRO DA ÁFRICA DO SUL É RETRATADA EM LIVRO DA MELHORAMENTOS

Da infância como pastor de ovelhas passando por sua libertação após quase trinta anos de prisão, a biografia romanceada O MENINO NELSON MANDELA, de Viviana Mazza, conta a história do ativista que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1993 e liderou seu povo na luta pela liberdade.

Vovó Nombulelo, do povoado de Qunu, onde Mandela nasceu, é quem narra amorosamente toda a história do conterrâneo ilustre para os seus netos. A narrativa começa apresentando às crianças um Mandela ainda menino, aos 8 anos de idade, quando era chamado apenas de Rolihlahla, que, em sua língua, significa um grande encrenqueiro, “aquele que puxa os ramos da árvore”.

Mas o garoto levava uma vida tranquila, como pastor das ovelhas da família, correndo e brincando pelos campos, sem deixar de frequentar as aulas na escola inglesa. Aliás, foi a professora quem deu a ele o nome de Nelson. Naquele tempo, era costume na África do Sul, colonizada pelos britânicos, que as crianças africanas recebessem um nome inglês ao serem batizadas ou ao ingressarem na escola. Vovó Nombulelo, do povoado de Qunu, onde Mandela nasceu, é quem narra amorosamente toda a história do conterrâneo ilustre para os seus netos. Anarrativa começa apresentando às crianças um Mandela ainda menino, aos 8 anos de idade, quando era chamado apenas de Rolihlahla, que, em sua língua, significa um grande encrenqueiro, “aquele que puxa os ramos da árvore”.

Mas o garoto levava uma vida tranquila, como pastor das ovelhas da família, correndo e brincando pelos campos, sem deixar de frequentar as aulas na escola inglesa. Aliás, foi a professora quem deu a ele o nome de Nelson. Naquele tempo, era costume na África do Sul, colonizada pelos britânicos, que as crianças africanas recebessem um nome inglês ao serem batizadas ou ao ingressarem na escola.

Mudança de rumo

O destino de Nelson mudaria quando, aos 12 anos, seu pai morreu. Sua mãe então o levou para o Grande Lugar, a capital provisória de Thembuland. Nelson era descendente de reis: seu bisavô tinha sido um dos maiores reis thembu, “que unira todas as tribos antes que os britânicos impusessem seu domínio”. O menino foi deixado aos cuidados de Jongintaba, o regente do Grande Lugar, que seria seu tutor e o educaria como conselheiro do rei.

Aos 16 anos, o adolescente passou pela cerimônia de circuncisão, que marcava a passagem para a vida adulta, e trocou o nome de Rolihlahla pelo de Dalibhunga, seu nome de homem, de conselheiro do rei que significa “aquele que promove o diálogo”. O tutor de Nelson cuidou para que ele completasse os estudos em escolas missionárias e ingressasse na universidade.

Mas, na universidade, Nelson começou a lutar por seus princípios e acabou sendo expulso. Foi morar em Soweto, Joanesburgo, subúrbio restrito aos negros. Lá, trabalhava como estagiário em um escritório de advocacia de brancos, enquanto estudava à noite para concluir o curso de Direito a distância. Logo Nelson deu início a sua militância política, aderindo a uma manifestação contra o aumento das passagens de ônibus reservados aos negros.

Perseguição política

Mandela foi preso pela primeira vez durante a Campanha de Desafio às leis do apartheid, o sistema de segregação racial. Durante cinco meses, manifestantes negros desarmados entravam em áreas reservadas aos brancos, como salas de espera de estações, ônibus e banheiros públicos. O objetivo era justamente serem presos sem resistência, promovendo uma luta pacífica.

Quando perceberam que dessa forma não avançavam, Nelson e seus companheiros criaram a organização militar Umkhonto we Sizwe (A Lança da Nação), que tinha como objetivo sabotar centrais elétricas, instalações militares e outros edifícios governamentais, evitando, porém, atingir pessoas inocentes. Vivendo na clandestinidade, Nelson acabou sendo preso. Depois de um longo julgamento, foi condenado à prisão perpétua. Antes de ouvir a sentença, proferiu um discurso de 4 horas, no qual destacou:

“Durante toda minha vida, dediquei-me à luta do povo africano. Combati a dominação dos brancos e combati contra a dominação dos negros. Acalentei no meu coração o ideal de uma sociedade democrática e livre na qual todas as pessoas possam viver juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal pelo qual desejo viver. E é um ideal pelo qual estou disposto a morrer, se necessário.”

Construção do diálogo

A vida de Mandela é retratada no livro de Viviana Mazza que aborda com leveza assuntos como opressão, racismo, segregação, conflitos e desigualdade sociais. A narrativa oferece ainda a reflexão sobre valores humanos, liberdade, superação, violência e preconceito e ressalta a importância da construção do diálogo. Entendendo que não era possível derrotar o governo sul-africano em seu campo de batalha, Mandela começou a trabalhar pelo diálogo ainda na prisão. Precisou de longos anos para construir essa ponte entre o governo dos brancos e as lideranças de seu povo oprimido. Mas, em 11 de fevereiro de 1990, quando foi libertado após 27 anos de prisão e encontrou milhares de pessoas à sua espera, tinha um campo propício para semear os ideais de igualdade e democracia que marcaram sua vida de ativista.

Sobre a autora

A italiana Viviana Mazza é jornalista e trabalha no jornal Corriere dela Sera, cobrindo temas sobre o Oriente Médio, Estados Unidos, Reino Unido e Nigéria.

Ficha técnica:

Título: O Menino Nelson Mandela

Autora: Viviana Mazza

Ilustradores: Mauricio Negro (capa) e Paolo D’Altan (miolo)

Páginas: 168 | Formato: 15,5 X 23 cm

ISBN: 978-85-06-06332-3

Preço de capa: 63 reais