Masturbação vive seus dias de glória durante isolamento social, além de ser recomendada por organizações médicas e governamentais

Maio foi proclamado o mês da masturbação em 1995 em homenagem à médica Joycelyn Elders, primeira secretária de saúde negra dos EUA, que após defender a inclusão da masturbação na educação sexual escolar, foi ser demitida do cargo em dezembro de 1994 , pelo então presidente Bill Clinton.

A médica escancarou um velho tabu que, agora, a pandemia parece trazer à tona. Vinte e cinco anos depois do ocorrido, maio é o mês em que parte do mundo está em isolamento social por conta da COVID-19 e a masturbação vive seus dias de glória: ganhou o apelo da quarentena e, inclusive, a recomendação de organizações médicas e governamentais.

Desde o início da pandemia, autoridades médicas vêm propondo que a masturbação pode sim proteger os indivíduos da COVID-19, mas pelo simples fato de que os mantém longe de outras pessoas que possam vir a estar contaminadas, mesmo sem saber.

A Organização Mundial da Saúde sugere a prática como o tipo de sexo mais seguro neste período de alastramento do coronavírus.  Em Nova York, a prefeitura divulgou um guia em que sugere a masturbação como melhor forma de evitar o contágio. “Você é seu parceiro sexual mais seguro”, diz o comunicado. Já na Argentina, o Ministério da Saúde recomendou o sexo virtual como aliado para evitar a contaminação.

Conversamos com o sexólogo e urologista Danilo Galante, membro da Sociedade Brasileira de Urologia para saber mais sobre a prática, e seus benefícios durante a quarentena.

Porque as pessoas estão se masturbando mais do que o habitual neste período de quarentena?

Neste período de isolamento social as pessoas estão mais ociosas e o apetite sexual está ainda mais intenso que o normal, já que passam mais tempo em casa e o contato interpessoal não é permitido. Isoladas as pessoas estão procurando formas de entretenimento, e o autoprazer pode saciar seus desejos.

Quais os benefícios da prática neste período de confinamento?

Há quem considere a masturbação como sexo solitário, mas é exatamente o contrário; uma forma de autoconhecimento, de entender como o corpo funciona e a partir disso, encontrar novas formas de praticar a sexualidade. Além disso, uma das funções da masturbação neste período de isolamento é diminuir a ansiedade e as tensões provenientes do cenário incerto que estamos passando. Ao ejacular, os hormônios que são liberados podem proporcionar inclusive, um relaxamento e sono mais tranquilo.

Quando o ato de se masturbar é considerado um exagero?

Muitas pessoas têm falsos conceitos de que a masturbação possa prevenir algumas doenças como câncer de colo de útero, câncer de próstata, pressão alta ou diabetes. Na verdade, não há “benefício preventivo” direto. No entanto, a prática pode tornar-se maléfica quando começa a atrapalhar a vida, como deixar de ir a uma reunião ou perder o foco no trabalho. A partir do momento em que o indivíduo não tem mais a rotina habitual, pode acabar entrando em um ciclo vicioso de masturbação e o cérebro passa a não reconhecer mais a quantidade de dopamina e querer cada vez mais. Desta forma, ao invés de a pessoa se sentir bem com suas descobertas, passa a se sentir culpada.

Galante ainda ressalta que não há uma recomendação sobre a quantidade de vezes que se deve praticar a masturbação por dia. Ele conclui que o número deve ser o suficiente para satisfazer o paciente e não deixá-lo culpado.

Dr. Danilo Galante – Formado em medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) com especialização em Urologia pela UNESP. Pós-graduado em Cirurgia Robótica pelo Hospital Oswaldo Cruz – SP. Doutorado em urologia pela USP, além de Fellow Observer of Johns Hopkins School of Medicine Brady Urological Institute Laparoscopic and Robotic Urologic Surgery. Membro titular da Sociedade Brasileira  de Urologia e Instrutor do ATLS (Advanced Trauma Life Support), atua em áreas diversificadas como Cálculos Urinários; Infertilidade (incluindo Reversão de Vasectomia), Disfunção Sexual e Cirurgia Robótica. Site: https://drdanilogalante.com.br/

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Drogaria Colorado doa 15 toneladas de alimentos

Uma das redes de drogarias mais tradicionais do DF colabora no combate à crise comandada pelo coronavírus ajudando programas sociais que assistem famílias em situação de vulnerabilidade 

O coronavírus tem devastado milhares de famílias no Brasil e no mundo. O número de vítimas fatais no país já ultrapassa as 11 mil e as medidas de segurança indicadas pelas autoridades de saúde, como o isolamento social, precisam ser respeitadas para atravessar essa pandemia o mais breve possível. A crise trazida pelo Covid-19 atenuou outros problemas sociais e econômicos do Brasil; entre eles a fome. Segundo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas), o número de pessoas que passam fome no mundo pode dobrar esse ano, chegando a marca de 265 milhões de vidas.

No combate à fome, alguns empresários e entidades de classe tem se alinhado para levar o mínimo de uma vida digna para famílias em vulnerabilidade social e a Drogaria Colorado, que sempre cuidou do brasiliense, não poderia ficar fora dessa.

A rede de drogaria doou 15 toneladas de alimentos para ajudar a evitar a crise da fome durante a pandemia. 10 mil quilos foram doados para o programa Mesa Brasil Sesc, que atende prioritariamente pessoas em situação de vulnerabilidade social e nutricional assistidas por entidades sociais cadastradas, e 5 toneladas para instituições de caridade que assistem famílias, crianças e idosos em todo DF.

Além dos alimentos, a Drogaria Colorado também disponibilizará para essas famílias mil litros de álcool em gel.

Coronavírus: como a criatividade pode salvar um negócio em tempos de crise

Proprietário da rede de academias Evolve Gymbox na capital, Vinícius Santana, comenta o que tem feito para manter a receita da empresa

 

A pandemia causada pelo novo Coronavírus, a COVID-19, vem moldando nossa rotina, exigindo o distanciamento social e diversos outros cuidados com a saúde. Pensando nisso, entidades de todo o mundo decidiram fechar comércios não essenciais, como academias, salões de beleza e entre outros.

Com o fechamento, muitos empresários se viram sem receita e tiveram que demitir funcionários ou mesmo fechar seus negócios. Para Vinícius Santana, proprietário da rede de academias Evolve Gymbox, na capital, este é um momento para se reinventar e se adaptar às condições da pandemia.

Ele conta que para fugir da crise foi preciso investir em plataformas online, que garantiriam um bom atendimento ao cliente, além de assegurar que os colaboradores da empresa não fossem demitidos. “Estamos divulgando seis videoaulas por dia no nosso canal do Youtube. São vídeos gratuitos e com acesso liberado”, comenta. “Temos ainda, um programa de personal online, em que os profissionais podem auxiliar o nosso aluno e adequar o seu treino de acordo com o que ele tem em casa”, acrescenta o empresário.

Santana ressalta que apesar das dificuldades, a empresa tem se saído bem. “É importante ficarmos de olho no que está acontecendo, conversar com outros empresários, ver o que outros países estão fazendo e não se travar durante a crise”, afirma. Ele continua: ” esses são tempos de se reinventar, de sair da caixa”.

Vinícius comenta que é preciso ir além, ter humildade para conversar com os colaboradores e clientes, planejar bem o negócio e saber negociar os custos operacionais. “Em momentos tranquilos você faz amigos e em momentos de crise você faz irmãos, e temos feito tanto com clientes quanto com colaboradores, temos conseguido isso com todos, gerado esse vínculo, nos expondo para o cliente” conclui.

Senado Federal: como aproveitar o distanciamento social para estudar

Apesar de autorizado, o edital da seleção só deve ser publicado após passar a crise da COVID-19

Um dos certames mais aguardados do ano só terá seu edital publicado após o controle da pandemia causada pelo novo coronavírus. Apesar de autorizado em outubro de 2019, o concurso do Senado Federal ainda não tem data certa para acontecer.

Inicialmente, a publicação do edital estava prevista para o primeiro semestre do ano, contudo, por conta do esforço contra a propagação da Covid-19 a comissão organizadora já anunciou que haverá atrasos.

O concurso público irá oferecer 40 vagas imediatas, além de cadastro de reserva, para cargos de níveis médio (Policial Legislativo) e superior (Advogado e Analista Legislativo).

Segundo o professor do IMP Concursos, João Trindade, ainda que não haja data certa para ocorrer o certame, os concursandos devem seguir com os estudos. Ele defende que o estudo pré-edital deve sempre focar nas disciplinas que são certeza de serem cobradas na prova.

“É hora de continuar focado em Português, Constitucional, Administrativo e Regimento, que são as matérias que a pessoa deve estar seguro quando da publicação do edital”, ressalta.

Ainda de acordo com o professor, é preciso montar um cronograma que seja factível e regular. Trindade destaca que ter foco é fundamental para o momento.

“Não adianta fazer metas de estudar 8h diárias, se o aluno não vai conseguir isso de forma sustentável. É preciso ter um estudo efetivo: mais vale 1h bem estudada, com foco e concentração, do que 3h com muitas interrupções”, alerta.

Para João Trindade tão logo a crise da Covid-19 amenizar, a expectativa é de que o edital seja publicado em poucas semanas. Para ele, o concurso continua no horizonte de curto prazo, então não dá pra esperar as coisas se normalizarem para retornar com os estudos.

Como combater a ansiedade em tempos de pandemia

Nesta segunda-feira, 11 de maio, acontece a live no YouTube do digital influencer Eldo Gomes, para debater os males e as maneiras de combater a ansiedade. O debate, que será ao vivo, às 21h, direto no youtube.com/eldogomestv 
 
Para o bate-papo foi convidado o padre Fabrício Nogueira, a monja Nathalie Malkine, a consultora em análise comportamental e psicóloga Michelle Procópio. Ambas, moderadas pelo youtuber Eldo Gomes, em uma pauta de 7 coisas sobre o tema, que ganhou a internet com a pandemia.
 
Você sabia que a Ansiedade é a reação natural do corpo ao stress. É um estado emocional caracterizado por sentimentos de tensão, preocupação e pensamentos ruins. E, como combater esse mal? Fique ligado no papo, segunda, 21h, no YouTube ( youtube.com/eldogomestv ).

Transformando sua semana questiona a reputação das segundas-feiras

Transformando sua semana questiona a reputação das segundas-feiras Primeiro título do selo Liberty Books teve lançamento na plataforma zoom e está à venda online pelo Mercado Livre Graduada em Turismo e Direito, Patricia Vieira Bispo nunca foi uma pessoa acomodada.

Depois de fazer um curso de percepção artística na Fundação Mokiti Okada, quando teve contato com diversas formas de arte, ela começou a escrever textos às segundas-feiras e enviar por WhatsApp para um mailing que foi aumentando a cada semana, com o propósito de mostrar às pessoas como o início da semana também pode ser maravilhoso, leve e feliz.

No livro Transformando a sua semana, lançado em março de 2020, em pleno início da quarentena imposta pelo covid-19, ela reúne 52 mensagens de bom ânimo para serem lidas todas as segundas-feiras, durante um ano. As mensagens foram divididas ao longo das quatro estações do ano, que são os quatro capítulos do livro. Há um espaço depois de cada mensagem para que o leitor faça as suas próprias reflexões. Esse é o primeiro título do selo Liberty Books, criado para a publicação de livros de desenvolvimento pessoal e autoconhecimento.

Trecho Muitas vezes, vemos situações que nos revoltam e nos chateiam, ou que achamos injustas e erradas, acreditando que as coisas não deviam ser de tal maneira. Porém, toda vez que isso acontece, temos de nos lembrar que ninguém passa por aquilo de que não precisa. Cada pessoa deve vivenciar um tipo de aprendizado para alcançar seu crescimento, sua evolução. Então, se está vivenciando a situação, é porque, de alguma forma, ela será positiva para seu desenvolvimento.

Aquilo que aparentemente é errado, injusto ou revoltante, na verdade, é a vida ajustando o que precisa, para que todos nós possamos reconhecer nossos erros e mudarmos.

O treinamento desta semana será não julgar e buscar fazer melhor no dia a dia. Assim, atrairemos muitas coisas boas! Excelente semana pra você!! O livro em papel pode ser encomendado diretamente com a autora.

SERVIÇO Livro Transformando sua semana, de Patricia Vieira Bispo, lançado pelo selo Liberty Books. Vendas e entrega online diretamente com a autora PATRÍCIA VIEIRA BISPO: pvieirabispo@gmail.com, celular +5511 98382-6320 (WhatsAp) @transformandosuasemana.

Sustentabilidade, propósito e praticidade: como será nosso #lookdodia depois do novo coronavírus?

A pandemia do novo coronavírus abalou o mercado da moda e deve causar mudanças para empresas e consumidores

Ainda é cedo para falar em números, mas os impactos da pandemia do novo coronavírus no mundo da moda já são evidentes. Desfiles e eventos cancelados, grandes marcas fabricando máscaras, lojas fechadas, consumidores em casa – e, na maior parte do tempo, de pijamas. Um cenário marcado por questionamentos e que antecede uma mudança intensa no mercado, segundo especialistas.

“Tudo vai mudar depois do novo coronavírus porque as premissas, crenças e propósitos vão precisar mudar. A gente vai ter que se adaptar a um novo ‘normal’”, afirma Luanna Toniolo, a proprietária do brechó online TROC.

Segundo ela, os consumidores estão repensando diversos aspectos de suas vidas e, consequentemente, do consumo – que tende a ser mais consciente daqui para a frente. “As pessoas passaram a se perguntar ‘por que eu vou comprar’ e não ‘o que eu vou comprar’. Faz sentido eu ter tudo isso?”, explica. “Isso acaba impactando diretamente o mundo da moda porque você tem uma desaceleração de consumo”.

A pesquisadora em tendências, Mariana Smolka, concorda. Para ela, que também atua como professora no curso de Moda do Centro Europeu, o novo coronavírus trouxe reflexões essenciais à tona. “É importante este momento da quarentena que estamos passando, ele faz a gente repensar. Será que preciso de mais coisas, sendo que o que importa mesmo é a família, é a saúde?”, questiona. “O consumo por consumo, neste momento de quarentena, é impensável”.

Com a atenção voltada para o essencial, tudo muda na forma de comprar, segundo Smolka. “Tenho um dinheiro, tenho um trabalho. Vem essa pandemia e mostra que nada é garantido. Então, como eu vou gastar este dinheiro?”, reforça.

Sustentabilidade e responsabilidade social ganham força

A supervisora do curso de Moda do Centro Europeu, Mariah Salomão, reforça que outras preocupações deve ganhar forma, entre elas, a sustentabilidade. Ela lembra que a quarentena foi positiva para o meio ambiente: com menos pessoas circulando, a natureza teve tempo para ‘respirar’ e essa constatação vai impactar o mercado. “A moda local, sustentável e consciente se torna urgente”, afirma. “A gente percebe que isso vai ter consequências também na forma de produzir, comprar e consciência do consumidor”, afirma.

Toniolo, que tem experiência nessa área, reforça. “Todo mundo já estava repensando a moda, a necessidade de tantas coleções, dessa velocidade de tendências”, afirma Toniolo. “Os consumidores estão tendo mais consciência, comprando produtos mais duráveis, mais versáteis”.

A chamada moda circular já é, há alguns anos, uma aposta de Toniolo e de sua empresa, a TROC, que vende roupas usadas online. “Quando a Troque chegou, a pergunta era ‘quem vai comprar roupa usada?’. E hoje 95% da nossa base são pessoas que não compravam e passaram a comprar. São mais de 100 mil compras já realizadas”, explica.

Smolka também destaca a responsabilidade social – outra tendência de mercado que deve ganhar força após a crise. De acordo com ela, os consumidores estão percebendo que é possível ajudar empresas locais e pessoas por meio da decisão de compra.

“Ao invés de eu comprar um hambúrguer no McDonald’s, eu vou querer comprar de uma hamburgueria local, artesanal, porque sei que vai estar ajudando uma cadeia menor, ao invés de quem está mais protegido dos impactos econômicos”, exemplifica. “Acho que os consumidores vão valorizar mais a vida. Não só a própria, mas a do próximo. Se eu for consumir, eu quero consumir sabendo que estou ajudando alguém”, enfatiza.

Look do futuro

Com tantas mudanças em curso, nosso look deve ser diferente no futuro. E as palavras de ordem, segundo as especialistas, são: versatilidade, sustentabilidade e propósito.

“Seriam roupas de brechó ou roupas com maior durabilidade e mais versatilidade. A gente já tem pesquisas que mostram que, até 2028, as roupas second hand vão ultrapassar o fast fashion”, afirma Toniolo. “Essa onda já existia, a gente só vai acelerar isso”.

Já Smolka aposta em escolhas pessoais mais práticas. “Acho que depois desse período em que as pessoas estão mais confortáveis – roupas de ficar em casa, pijama -, elas vão repensar. Será que precisamos usar roupa apertada, coisa que machuca?”, brinca.

“No geral, acho que vamos procurar roupas mais confortáveis, tranquilas, flexíveis. Aquelas que você pode fazer um vídeo em casa, ir na padaria ou encontrar com um amigo. Peças mais maleáveis. Tons mais claros e neutros, que você pode combinar e descombinar várias vezes”, afirma.

Para Salomão, além de mudanças, a mudança na nossa forma de comprar e vestir traz oportunidades. “É um momento para novos produtos, uma nova forma de vestir”, afirma. “Existe todo um mercado de acessórios, como as máscaras, que são um novo mercado”.

Segundo ela, quem está começando neste momento difícil deve estar atento a essas tendências. E tudo vai ficar bem. “Acho que quem está começando tem que olhar para essa crise como uma oportunidade e ver o que vai ser necessário daqui para a frente e como isso vai acontecer?”, explica. “Quem está começando agora está começando no pior cenário possível, então, ela só vai crescer”.

Dicas 5 exercícios para cuidar da respiração em tempos de pandemia

Segundo Vinícius Galvão, professor de musculação da academia Evolve Gymbox, a atividade física traz inúmeros benefícios à saúde, entre eles, a diminuição dos níveis de estresse e ansiedade, que podem provocar ou piorar a falta de ar


Em tempos de pandemia, provocada pelo novo Coronavírus, o COVID-19, a preocupação com a saúde só aumenta, principalmente porque os sintomas iniciais da doença lembram uma gripe comum. Mas, a situação se agrava quando há falta de ar. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, ao estudar 55 mil casos confirmados na China, 19% tiveram problemas para respirar. Mas é importante lembrar que nem toda dificuldade para respirar é um princípio de Coronavírus.

Um aliado importante neste momento é o exercício físico, que, segundo Vinícius Galvão, professor de musculação da academia Evolve Gymbox,  tende a diminuir os níveis de ansiedade e estresse, aumentando assim a sensação de relaxamento e promovendo uma boa manutenção nos níveis do sistema imunológico, principalmente para indivíduos dos grupos de risco da doença: pessoas acima de 60 anos, diabéticos, hipertensos e asmáticos.

Ele acrescenta que seja qual for a modalidade esportiva em que o praticante escolha, a respiração é uma ferramenta de extrema importância no desempenho das atividades. “O ato de mantermos uma inspiração e expiração de forma adequada auxilia o transporte do oxigênio e nutrientes para o sistema muscular, durante e pós exercício. Além disso, o gás carbônico é liberado, proporcionando mais resistência aos músculos”, explica.

Mexa-se
A pandemia alterou o serviço das academias, que permanecem com as portas fechadas, mas ainda é possível se exercitar. Pensando nisso, Galvão preparou cinco dicas de exercícios simples e que podem ajudar a cuidar da respiração, sem sair de casa. Confira:

1- Sentir a respiração
Na posição sentada e com os olhos fechados deixemos fluir a respiração inconsciente e automática, contando quantas vezes respiramos em 10 segundos. Logo em seguida, refazemos a atividade de forma lenta: inspirando por 3 segundos e expirando em 6 segundos sentindo a movimentação da barriga e da caixa torácica.

2-Conhecendo a própria respiração
Um dos músculos mais usados durante a respiração é o diafragma, localizado sob os nossos pulmões e que tem o objetivo de ajudar a diminuir a pressão intratorácica durante a inspiração e de aumentar a pressão intratorácica durante a expiração, expulsando o ar dos pulmões. Uma boa respiração é aquela que envolve o trabalho eficaz do diafragma, para tanto devemos: deitar em uma superfície plana, mantendo os pés afastados e apoiando uma mão sobre o peito e a outra na região abdominal, inspiramos e expiramos de forma controlada e percebendo os pulmões se inflando e esvaziando.

3- Adotando uma respiração correta
Para ganharmos mais eficiência no processo de respiração o mais recomendado é adotarmos uma respiração abdominal e treinamos da seguinte forma: sentados em uma cadeira devemos inspirar pelo nariz de forma profunda e lenta, colocando uma mão na barriga e expirando pela boca, aproximando o abdômen das costelas. Depois, inspire novamente pelo nariz e tente fazer a expiração soprando e sempre de forma mais lenta que a inspiração.

4-Fortalecendo os músculos do processo respiratório
Um dos exercícios mais básicos é conhecido como “The Hundred” executado da seguinte forma: deitados e com os joelhos a 90 graus colocando os braços ao lado do corpo e mantendo a coluna lombar apoiada no solo, devemos inspirar profundamente pelo nariz  e expirar pela boca elevando a cabeça, pescoço e os braços do solo.

5- Diminuindo a ansiedade através da respiração
Manter uma respiração controlada é de extrema importância para pessoas ansiosas, isso porque a respiração auxilia na sensação de controle das emoções e aumenta o relaxamento. Uma dica importante é: sentarmos em uma cadeira inspirando o ar pelo nariz em 3 segundos, segura-lo no pulmão por 3 segundos e, em seguida, soltar todo o ar fazendo a mesma contagem.

 

“Vale ressaltar que esses exercícios podem ser feitos 2 vezes ao dia e repetidos por 3 vezes”, finaliza o especialista.
Fonte: Objetiva

Escolas criam rede de doação para ajudar comunidades carentes

A iniciativa visa minimizar os impactos que o coronavírus causa na realidade das pessoas em situação de vulnerabilidade social. Qualquer pessoa pode contribuir com alguma doação

O combate aos efeitos do coronavírus no país está movimentando pessoas e organizações em várias frentes de batalha. No Distrito Federal, instituições de ensino particulares se uniram em prol de ajudar quem mais precisa. O projeto Escolas Contra o Covid dispõe o espaço físico dos centros educativos participantes como pontos de coleta de doações para toda a comunidade.

Os Colégios Objetivo, Avidus, CEAV Jr., Conexão, La casa dei bambini, Pró-futuro, Educriarte, Mafra, MC – Magia de criança, além do Centro de educação infantil pipoquinha, da Creche tia Tatá, do Instituto Formiguinga do bem do Brasil e do Lar São José, já estão recebendo doações durante a semana, a partir das 9h.

As contribuições são feitas por meio de um drive-thru solidário nas escolas, em que não há necessidade de descer do veículo ou manter contato físico com outras pessoas. Desse modo, é possível ajudar sem haver riscos de contágio pelo coronavírus.

Doações

As escolas recomendam contribuir com cestas básicas, alimentos não perecíveis, álcool em gel, produtos de limpeza e produtos de higiene pessoal.

Todo o material arrecadado terá como fim organizações sociais parceiras do movimento, que serão responsáveis pela entrega dos produtos em comunidades carentes, em instituições e para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

SECTI destina 10 milhões para implementar serviço de Telemedicina no Distrito Federal

SECTI destina 10 milhões para implementar serviço de Telemedicina no Distrito Federal
Para reduzir as filas nas consultas em tempos de Covid-19, foi assinado nesta terça (05/05), no Salão Nobre do Palácio do Buriti, o convênio de cooperação técnica e científica entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP/DF) e a Fiocruz. Serão destinados R$ 10 milhões em projetos de saúde digital para diagnóstico e tratamento de Covid-19. O destaque é a implementação do serviço de telemedicina para atender a população do Distrito Federal.

Seremos o primeiro estado do Brasil a implantar a telemedicina. Só através da Ciência, atrelado a tecnologia, para nós diminuirmos o impacto desta pandemia no Distrito Federal. Que através da telemedicina poderemos ajudar muitos nos atendimentos a distância”,reafirma Gilvan Máximo, secretário de Ciência e Tecnologia do DF.

A secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação indica que Distrito Federal será a primeira Unidade da Federação do país a fazer uso da telemedicina. Será uma ferramenta de fácil acesso. O governador Ibaneis Rocha quer que os tele-médicos ajudem a desafogar as filas de atendimentos na rede de saúde pública. É um projeto que vai revolucionar o modo de atendimento no sistema..

A expectativa é que os tele-médicos comecem a atender dentro de três semanas, por meio de um aplicativo criado pelas secretarias de Saúde, Ciência e Tecnologia e a Fio Cruz, que foi nomeada como laboratório de referência pela Organização Mundial de Saúde para a Covid-19 nas Américas.

A parceria pretende ajudar também no desenvolvimento de pesquisas tecnológicas de enfrentamento de doenças infectocontagiosas. O que deve acontecer por meio da criação de uma rede cooperativa de ciência e tecnologia de saúde digital.