Quarentena nos EUA: “A moda nunca mais será como antes”, declara modelo sobre futuro da profissão pós pandemia

Amigos marcaram ensaios escondidos em porões para poder ganhar
dinheiro” revelou modelo russa, Nastasya Volsonskaya, de 26 anos

Com inúmeros eventos e pré-lançamentos cancelados devido a pandemia do coronavírus, vários setores do mercado foram duramente afetados, inclusive o da moda. A modelo russa Nastasya Volkonskaya, 26, fez reflexões sobre o que será da profissão pós pandemia. “O coronavírus vai provocar mudanças profundas no consumo, e nós, modelos, seremos extremamente afetados. Muitos já estão passando necessidade e soube de amigos que marcaram ensaios escondidos em porões para se sustentar agora. As indústrias vão precisar trazer uma lógica de consumo mais consciente e responsável para podermos passar pela crise”, explicou.

Nastasya vive nos Estados Unidos e conta que está com seus trabalhos fotográficos parados por conta da quarentena no país. “Não podemos receber visitas nem dos familiares. Existe um clima de pânico, pois pensamos que seremos presos se ousarmos ter um pouco de liberdade”.

Ela também comentou sobre as preocupações com o trabalho. “Será um novo mundo pós pandemia e estamos com muito medo de não ter renda para nos manter. Esperamos que esse momento acabe logo”.

A russa ainda falou sobre o que pode ser evidenciado por marcas da moda daqui para frente para ter um pouco de esperança durante a crise. “A Paris Fashion Week 2019 foi focada em inspirações sustentáveis para 2020. Não previam a pandemia, mas algumas marcas já estavam a frente do tempo. Todas terão que focas na sustentabilidade agora”.

“Para salvar nossos empregos, dependemos das marcas. A vestimenta precisa ser ressignificada, ela se transforma em um objeto de resistência, de autocuidado e de conexão com a nossa essência. Essa percepção é crucial e pode ser trabalhada pelas lojas e pelas marcas na comunicação de vendas”, coloca Nastasya.

A profissional é uma das mais bem pagas do mundo da moda e acumula diversos trabalhos fotográficos, entre eles, ensaios para a Vogue Spain, Elle e Hello.
Fonte: CO Assessoria

Isabella Fiorentino lança projeto Moda em Foco

Com objetivo de debater temas relevantes sobre o mercado da moda e seus possíveis caminhos futuros, Isabella Fiorentino inicia o projeto Moda em Foco, que reunirá profissionais renomados com experiência no universo fashion e de marketing para debater assuntos selecionados.

Entre os convidados estão a jornalista, empresária e consultora de moda, Glória Kalil; o professor, João Braga; a diretora de conteúdo da Vogue, Paula Merlo; a consultora de pesquisa de mercado, Iza Dezon; o presidente e fundador da MCF Consultoria, Carlos Ferreirinha; a idealizadora do Damn Project, Camilla Marinho; o pesquisador de tendências e head da WGSN Mindset América Latina, Luiz Arruda; a modelo e apresentadora, Fernanda Motta; a jornalista Alexandra Farah e a influenciadora, Silvia Braz, além de outros nomes do universo fashion.

Com temas como a importância da tecnologia e futuro do mercado da moda, o projeto estava previsto para iniciar em formato físico, reunindo um grupo de convidados para debaterem os assuntos e desenvolverem o conteúdo para o público. Com a necessidade da quarentena por conta do Covid-19, mais do que nunca discussões sobre o futuro e as relações dentro do mundo da moda são importantes de serem levantadas. Por conta disso o formato foi adaptado para lives que acontecerão no Instagram da Isabella com início ainda em abril.

As lives que acontecerão duas vezes por semana foram adaptadas para trazer temas relevantes no atual cenário de crise. Para os primeiros episódios do projeto os assuntos selecionados são Introdução ao histórico do mercado da moda, comportamento dos consumidores durante a quarentena, ações sociais adotadas pelo mercado da moda afim de apoiar o combate do Covid-19, tendências do mercado pós quarentena, qual o papel da tecnologia no atual cenário, relações e ações das marcas pós isolamento social e o papel da influência digital em um cenário de pandemia.

A modelo, influenciadora e apresentadora, Isabella Fiorentino, está imersa no universo fashion desde os seus 13 anos de idade. Atualmente tem uma ampla visão do mercado da moda, seja como contratada para ser a imagem de uma marca ou como apresentadora de um programa que lida diretamente com o público. Por isso, Isabella desenvolveu o projeto em que será mediadora para trazer mais visibilidade e auxiliar empreendedores e consumidores da moda a terem uma visão cada vez mais profissional sobre esse mercado.

Fonte: INDEX

Movimento DF usa Máscaras está arrecadando doações para produção de 36 mil máscaras de tecido para Policiais Militares, Bombeiros e demais profissionais

Iniciativa público privada conta com apoio da Estácio Brasília, que também está arrecadando alimentos para doar às comunidades carentes. Arrecadação começa no dia 20 de abril, no campus Estácio Taguatinga Sul

Desde que a Organização Mundial da Saúde decretou pandemia mundial por causa do surto do novo coronavírus, diversos países têm enfrentado muitas dificuldades por conta das medidas necessárias que estão sendo tomadas para conter o vírus. Sejam na área da saúde com a falta de materiais essenciais como luvas e máscaras para os profissionais, a problemas sociais como o desemprego e a escassez de alimentos as regiões mais pobres. No Brasil não é diferente, e, desde que a maioria dos estados decretou quarentena, inúmeras correntes de solidariedade foram criadas, e uma delas é o movimento DF usa máscaras.

A campanha promovida por integrantes do Ministério Público e apoiada pela Estácio Brasília, Associação Nacional dos Procuradores da República, BPW, Grupo de Mulheres do Brasil Núcleo Brasília/DF, Rede Internacional de Excelência Jurídica do DF, Ieacap e a Fundação Pedro Jorge, defende a disseminação de máscaras de uso cotidiano como forma de prevenir o avanço do coronavírus, mobilizando artesãos e voluntários a produzir máscaras.

A iniciativa público privada surgiu a partir da necessidade de equipar e proteger a Polícia Militar do DF, que se juntou ao projeto, e hoje tem como objetivo expandir a produção de máscaras para serem distribuídas aos profissionais que estão diariamente nas ruas. A ação conta também com a arrecadação de cestas básicas para serem doadas às comunidades carentes, que a partir do dia 20 de abril poderão ser doadas no campus da Estácio em Taguatinga Sul.

De acordo com o reitor da Estácio Brasília, o movimento DF Sem Máscaras é uma iniciativa muito importante e que busca difundir a importância do uso do material e a prevenção contra o vírus.

“É um movimento muito sério, com pessoas engajadas e que estão se dedicando bastante para poder mobilizar voluntários para a produção de máscaras. Aqui na Estácio, nós vamos utilizar nosso campus como ponto de arrecadação de cestas básicas, seguindo a risca todas as recomendações de segurança, com diversos pontos de álcool em gel, esterilização do material arrecadado e sem gerar aglomerações”, explica o reitor.

Serviço

DF usa Máscaras

Para doações financeiras: como ajudar

As doações podem ser feitas para Banco do Brasil. Agência: 3599-8; Conta Corrente: 457.011-1; CNPJ: 00718.742/0001-57; Associação dos Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.

Aos que desejam se voluntariar devem entrar em contato com a Associação dos Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, pelo telefone: (61) 3344-1803 / 3344-6603.

Ambiente de home office pode colaborar para o bem estar e a produtividade

Especialista dá dicas para decoração de escritórios em casa

O home office já vinha sendo difundido na rotina de muitos, além daqueles que trabalham e gerenciam seu negócio de dentro de casa, diversas empresas já operam remotamente em alguns dias da semana. Com a crise do Covid-19 e a recomendação de manter as pessoas em casa, esse ambiente ganha ainda mais importância.

A proprietária da loja de artigos de decoração Toque Final Decor, Valéria Redivo Jordão, explica onde o escritório pessoal pode ser posicionado. “Nas casa com mais cômodos, podemos selecionar um ambiente específico para isso com uma ou mais mesas para que mais de um membro possa trabalhar naquele espaço. Escrivaninhas e mesas também podem ser integradas aos quartos e salas para ser destinado ao home office”, relata a especialista.

Uma dica importante é dividir bem os espaços. “Muitas pessoas não  se adaptam ao trabalho em casa por serem distraídos  por algo do ambiente doméstico. A solução é separar bem o tempo de trabalho e também o cenário. Se o home office está  integrado ao quarto, é interessante apostar em estantes ou outras divisórias para essa separação”, ressalta Valéria.

Para a decoração existem muitas possibilidades, dependendo da personalidade do proprietário. “Em geral para home office as peças simples são mais recomendadas, elas proporcionam um visual interessante sem poluir visualmente. Peças com mensagens inspiradoras podem favorecer a produtividade e a criatividade”, conta a empresária.

 As cores também geram impacto no clima do ambiente, cores mais fechadas como o marrom, o preto e o azul marinho trazem a sensação de seriedade e segurança ao espaço. Tons vibrantes e claros como o vermelho, o laranja e o amarelo dão mais alegria e energia à decoração. “Essas escolhas vão depender das atividades realizadas no home office, o importante é ter dentro de casa a atmosfera que mais se encaixa com a sua profissão”, encerra Valéria.

 Site: https://www.toquefinaldecor.com.br/

Instagram: @toquefinal.decor

Fonte: Agência Caro

Live especial do VillaMix Festival com “Amigos” acontece na próxima segunda (20)

O VillaMix Festival, maior festival de música do país vai levar mais uma vez alegria e entretenimento para você nessa quarentena

Na próxima segunda, véspera de feriado (20/04), o VillaMix Festival, maior festival de música do país vai realizar uma live especial com “Amigos”. A transmissão ao vivo no canal oficial do festival no Youtube, começa a partir das 20h.

O projeto “Amigos”, formado por Chitãozinho & Xororó, Leonardo e Zezé Di Camargo & Luciano, promete um show inesquecível, cheio de grandes histórias e sucessos que marcaram suas trajetórias nesses 20 anos.

Vale lembrar que durante a transmissão terá novamente diversas ações solidárias, para ajudar aqueles que mais precisam neste momento de pandemia por causa do coronavírus (COVID 19).

Não perca! Para conferir a live especial, acesse: https://www.youtube.com/villamix

Acompanhe o VillaMix Festival:

Site oficial: http://villamixfestival.com.br/

Instagram: @VillaMix

Facebook: https://www.facebook.com/villamix/

YouTube: https://www.youtube.com/user/VillaMixFestival

AMARO implementa venda pelo WhatsApp durante quarentena por Covid-19

Abordagem virtual teve início no dia 26 de março e já atingiu cerca de 25% clientes da marca

A AMARO, fashiontech brasileira, deu início à estratégia de diálogo com as clientes da marca pelo WhatsApp para impulsionar as vendas durante a crise do Covid-19. Com todas as Guide Shops fechadas, a empresa realizou treinamentos com mais de 15 gerentes e vendedores das operações físicas para que elas passassem a oferecer dicas de moda, além de apresentar novos produtos ou apenas conversar com as clientes neste período de isolamento, tudo via whatsapp.

A operação foi iniciada no dia 26 de março e acontece utilizando duas bases de clientes: lojas físicas (ativo) e atendimento ao cliente da AMARO (receptivo). Na primeira, o time aciona a base de clientes das Guide Shops com uma mensagem no Whatsapp. Já no SAC, as ligações de consumidoras que têm alguma dúvida sobre um produto ou demonstram interesse em comprar algum item, são direcionadas para outra parte da equipe de vendas. Nesse caso, a continuidade do atendimento acontece também pelo programa de mensagens instantâneas.

As compras podem ser finalizadas via Whatsapp com a vendedora ou pela cliente pelo aplicativo ou site da AMARO. No total, cerca de 35 mil consumidoras da base receberão contato por meio do WhatsApp. O objetivo é suprir 25% da receita das lojas físicas por meio das vendas via WhatsApp e, na primeira semana de operação, já foi possível observar que o número deve ser superado.

“Somos uma empresa que já nasceu no ambiente digital, então pra nós foi mais simples adaptar a estrutura de atendimento para o Whatsapp. O objetivo é que essa nova ferramenta atue como uma sustentação do e-commerce neste período de crise, não esquecendo também de suprir a necessidade da cliente que prefere um contato mais próximo e humanizado”, explica Daniela Valadão, diretora de Physical Retail da AMARO.

O treinamento para as colaboradoras foi ministrado em conjunto pelas equipes internas das lojas físicas e do atendimento ao cliente. Os conteúdos aplicados falavam sobre a nova jornada do cliente no WhatsApp e a linguagem/ abordagem que deve ser realizada com as clientes. O treinamento contemplou, ainda, um workshop intensivo para utilização da plataforma que reúne o histórico e perfil de compra das consumidoras e também da ferramenta que projeta as imagens de looks, tudo para que o atendimento virtual chegue o mais próximo possível do físico.

Sobre AMARO

AMARO é uma marca digital de moda que oferece as últimas tendências a preços incríveis. A AMARO é omnicanal, vendendo em amaro.com e por meio de lojas inteligentes batizadas de Guide Shops.

Com design próprio e grande parte da produção de roupas e acessórios feita internamente, a AMARO se diferencia pela tecnologia integrada desde o desenho do produto até a entrega em casa. AMARO investe constantemente na inteligência de dados em suas plataformas para entender a jornada de compra das clientes, oferecendo uma experiência omnichannel sofisticada.

Clientes podem conhecer pessoalmente as novidades da marca nos 13 Guide Shops AMARO distribuídos entre São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte. AMARO oferece mais de 10.000 modelos anualmente, que podem ser comprados nos Guide Shops, no site ou no aplicativo móvel da marca, sempre com o conforto da entrega a domicílio ou retirada nos Guide Shops.
Fonte: INDEX

Quarentena: músicos fazem apresentações solidárias em condomínios do DF

Sem contato físico, os brasilienses poderão curtir o repertório de suas varandas

Com intuito de reforçar a importância do isolamento social, artistas de Brasília se uniram no projeto Música em Casa. A ideia é levar entretenimento com o melhor do Pop Rock e MPB para as famílias durante este período de quarentena. Da varanda do apartamento, os moradores poderão curtir as apresentações, que serão realizadas em condomínios residências e, claro, sem contato físico. Além disso, doações serão arrecadadas e destinados às pessoas em situação de vulnerabilidade social. A primeira apresentação acontece nesta quarta (15), a partir das 18h, em Águas Claras. A agenda semanal será atualizada no instagram: @meolly.

A música é uma aliada no bem-estar e relaxamento. Isso é o que constatou pesquisadores da organização britânica Mindlab. Em 65% dos voluntários que participaram de uma experiência,  houve redução do nível de ansiedade. Para Meolly, integrante do bloco Eduardo e Mônica e um dos idealizadores do Música em Casa, os shows serão uma maneira de reduzir o estresse dos moradores que estão ociosos em casa, além de entreter. ”Estamos em um momento delicado e preocupante, precisamos ser solidários e exercer nossa civilidade e lutar todos juntos contra o novo coronavírus. O projeto pode se tornar fundamental para conectar nossa sanidade e esperança em meio a esse turbilhão de incertezas”, afirma.

Os shows ainda visam ajudar pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social. Neste momento de crise, alguns locais foram esquecidos. Por isso, os artistas vão arrecadar alimentos não perecíveis e itens de higiene, que serão destinados para instituições e abrigos do DF.

Apoio aos músicos locais

Com o comércio praticamente fechando, artistas que vivem da música estão desempregados, devido ao cancelamento de projetos culturais, bares e restaurantes. Assim, o Música em Casa vem para apoiar a classe de artistas locais. As apresentações vão acontecer em condomínios residenciais de Águas Claras, Sudoeste, Cruzeiro, Guará, Ceilândia e outras cidades compatíveis com o formato.

“Além de ajudar os colegas músicos neste momento, queremos levar aos pais, filhos e principalmente aos idosos momentos de lazer e relaxamento com um repertório para a família inteira. A ideia é que fiquem em casa, melhor ainda, ouvindo uma boa música”, conclui Meolly.

Fonte: Prezz Comunicação

Dermatologista alerta para os perigos do uso do álcool gel falsificado

Segundo o especialista, além de não colaborarem para a contenção do coronavírus, esses produtos podem causar problemas na pele
Devido a pandemia causada pelo novo coronavírus, mercados e farmácias do Distrito Federal estão com estoques baixos ou até mesmo zerados quando o  assunto é álcool em gel. Essa realidade proporcionou além da preocupação da população com a escassez do produto, a disseminação de receitas caseiras na internet e/ou grupos de conversa via telefone. Mas será que produzir um álcool em gel em casa pode ser perigoso? O dermatologista Erasmo Tokarski alerta sobre os perigos que misturas caseiras podem provocar e fala das consequências do uso de produtos inadequados para a higienização da pele.

“Temos visto várias receitas caseiras sendo divulgadas, inclusive, com o uso do gel de cabelo na mistura. Essas combinações podem ser bastante perigosas. Na falta do álcool gel em casa, o melhor caminho é a higienização com água e sabão”, alerta o médico.

De acordo com Tokarski, outra preocupação constante são receitas com o uso do álcool líquido. “O produto é altamente inflamável e, na forma líquida, pode aumentar o risco de acidentes domésticos como incêndios e queimaduras”, ressalta. “Todo cuidado é essencial, pois o que seria uma arma contra o vírus, pode vir a se tornar um problema”, conclui.

Para o especialista o produto na versão líquida deve ser utilizado para limpeza de ambientes. Quanto às misturas com produtos corrosivos, o dermatologista enfatiza que as consequências podem ser o desenvolvimento de dermatites irritativas, além de outros problemas na pele.

Erasmo Tokarski explica que a dermatite irritativa é causada por substâncias ácidas ou alcalinas, como sabonetes, detergentes, solventes ou outras substâncias químicas. Nesses casos, as lesões da pele geralmente são restritas ao local do contato. “Por este motivo recomendamos também a hidratação da pele com cremes”, diz.

Dicas para uma boa higienização da mãos:

  • molhe as mão com água corrente;
  • ensaboe as mãos até a o meio do antebraço;
  • esfregue a espuma entre os dedos, costas das mãos e unhas;
  • siga com a lavagem pelo tempo médio de 20 segundos;
  • enxague as mãos e braços em água corrente;
  • seque com papel toalha.

Fonte: Destak Comunicação

Fáceis de plantar em casa: conheça os microverdes

Isla Sementes disponibiliza linha especial

Uma nova tendência na horticultura são os microverdes, vegetais ultra jovens, super atrativos e coloridos, ricas em sabor e nutrientes, que estão em evidência na gastronomia, nas feiras e mercados no Brasil e no mundo.

Além desses benefícios, os microgreens, como também são conhecidos, vêm se destacando por serem fáceis de se plantar em casa, pois demandam pouco espaço, podendo ser cultivados em apartamentos sem dificuldades.

Eles apresentam vantagens por terem um ciclo de cultivo muito rápido. Como são plantas no primeiro estágio de crescimento, concentram grandes quantidades de bioativos como oxidantes, vitaminas e minerais. Exemplos, já identificados em estudos científicos, mostraram diferenças em relação às plantas adultas de até 40 vezes a concentração de alguns nutrientes.

A Isla Sementes disponibiliza sementes de microverdes de beterraba, coentro, couve, manjericão, mostarda, rabanete, repolho roxo, rúcula e salsa e apresenta um passo a passo de como produzi-los em casa. Confira!

1 – Separe os materiais necessários

Para a produção dessas cultivares em casa, é necessário ter um recipiente com furos (pode ser um vaso, jardineira ou mesmo bandejas plásticas para pães e bolos, e neste caso basta fazer furinhos para que a água das regas possa escorrer), borrifador de água e substrato (húmus, fibra de coco ou outro que seja acostumado usar, pode ser encontrado em lojas de cultivo de plantas).

2 – Escolha suas sementes

Enquanto no cultivo normal são utilizadas poucas sementes, na produção de microverdes é necessário utilizá-las com mais densidade, pois cada pequena plantinha é uma semente que germinou e começou a se desenvolver. Para definir a quantidade de sementes ideal para você, leve em conta o tamanho do recipiente que está sendo utilizado e confirma as informações de cada variedade no verso da embalagem.

3- Prepare o recipiente

Caso esteja utilizando uma bandeja, coloque cerca de 1 dedo de substrato à sua escolha. É necessário que a semente receba luz e não fique obscurecida pelas bordas dos vasos, jardineiras ou qualquer outro recipiente.

4- Hora de semear

Em seguida, espalhe uniformemente as sementes por toda a superfície do vaso, cuidando para que uma não fique em cima da outra. Você pode distribuí-las como se estivesse salpicando as sementes pelo substrato, não sendo necessário cobri-las. Em seguida, borrife água cuidadosamente até umedecer bem toda a área.

5- Cuidando do seu alimento

Com a ajuda do borrifador, regue diariamente a sua produção, especialmente nos primeiros dias. Lembre-se: você quer manter o substrato sempre úmido, nunca encharcado. Deixe o recipiente em um local bem iluminado. A germinação pode acontecer entre 3 e 10 dias, dependendo da espécie. Fique atento às indicações no verso do envelope da semente adquirida.

6- Vamos colher

Quando as suas plantinhas atingirem entre de 6 e 10 cm (também varia com a espécie), é hora de fazer a colheita. Você pode segurá-las delicadamente pelas folhas e cortá-las com a ajuda de uma tesoura, bem próximo do substrato para melhor aproveitamento. É importante lembrar que os microverdes não irão nascer novamente: você precisará realizar um novo semeio para obter uma nova produção.

As sementes de microverdes podem ser adquiridas no site: http://www. islasementes.com.br.
Serviço:

Isla Sementes

Instagram: @islasementes

Youtube: Islasementes
Fonte: Hochmüller Multimídia

Coronavírus e os pets

Um surto de pneumonia em pessoas na China vem despertando preocupação mundial com um novo coronavírus, denominado SARS-Cov-2 (severe acuterespiratory syndrome coronavírus 2), como um risco global à saúde pública. Mas, e quanto aos pets e outros animais?

Os coronavírus pertencem à família Coronaviridae e há vários já conhecidos. Os alfa e beta coronavírusgeralmente infectam mamíferos, enquanto os gama e delta coronavírus geralmente infectam pássaros e peixes. O coronavírus canino, que pode causar diarréia leve, e o coronavírus felino, que pode causar peritonite infecciosa felina (PIF), são ambos alfa-coronavírus. Esses coronavírus não estão associados ao atual surto de coronavírus.
De acordo com a veterinária da Clínica Pompeu, Camila Maximiano, o SARSCov-2 é geneticamente mais relacionado ao SARS-CoV do que ao MERS-CoV, mas ambos são betacoronavírus com origem em morcegos e até o aparecimento do SARS-Cov-2, que pertence aos beta-coronavírus, havia apenas seis coronavírus conhecidos, capazes de infectar humanos e causar doenças respiratórias.
Os coronavírus que conhecemos na veterinária são espécie-especificos, ou seja, afetam apenas aquela espécie que está relacionada. “Ainda não existem evidências de que pets possam adoecer por uma infecção com este novo coronavírus. Além disso, atualmente não há evidências de que animais de estimação possam ser uma fonte de infecção para as pessoas”, diz Camila.
De qualquer forma o CDC recomenda o seguinte: “Você deve restringir o contato com animais de estimação e outros animais enquanto estiver doente com a COVID-19, assim como faria com outras pessoas. Se você está doente com a COVID-19, ou tem suspeita de estar infectado, evite o contato com seu animal de estimação, incluindo acariciar, aconchegar-se, ser beijado ou lambido e compartilhar alimentos. Se você precisar cuidar do seu animal de estimação ou ficar perto de animais enquanto estiver doente, lave as mãos antes e depois de interagir com os animais e use uma máscara facial.
Além disso, é importante seguir as recomendações de prevenção indicadas pelo Ministério da Saúde em relação a transmissão entre humanos. Se o seu animal de estimação desenvolver uma doença sem causa definida e foi exposto a uma pessoa com a COVID-19, converse com um agente de saúde pública que esteja acompanhando o tratamento do doente com a COVID-19.
“Apesar de ser um novo vírus, não há necessidade de preocupação com os nossos pets até o momento, mas acompanhem informações de instituições confiáveis quanto ao assunto ou procuro o seu médico veterinário de confiança”, conclui Camila.

Fonte: Casa de Redação