É amanhã! Brasília Cidade Design inicia as atividades nesta terça-feira

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De 13 a 17 de agosto, o Conjunto Cultural da República recebe a segunda edição do Brasília Cidade Design, com uma intensa programação de palestras, pitches, mentorias, oficinas, debates e business parties. Serão convidados de relevância nacional e internacional voltados para a inovação e sustentabilidade nos ambientes social e econômico, de diversas áreas do design. Com o tema Desenhando o futuro, o evento ainda contará com a Mostra Brasília Cidade Design, que se estende até o dia 25 de agosto, também no Conjunto Cultural da República.

As inscrições são gratuitas para todas as atividades de todos os dias de evento, e estão abertas para o público em geral podendo ser realizadas pelo site www.bcd2019.com.br.

Sob o tema Design Social, Inovação e Sustentabilidade, o Brasília Cidade Design promete trazer, sob curadoria de Rafael Dietzsch, André Maya, Marisa Maass, Raquel Chaves, Aciole Félix, Dimitri Lociks, Simone Turíbio, Taiana Miotto e Marcos Nascimento, visibilidade a projetos inovadores que promovam a troca de experiências, estabeleçam laços afetivos e proporcionem novos negócios e intercâmbio de conhecimento.

Durante cinco dias, sempre a partir das 10h00, uma imersão de conhecimento será oferecida ao público com mais de 50 importantes nomes do design, arquitetura, moda e empreendedores, como Guto Requena, consultor de design de marcas como Google e Nike; o arquiteto italiano Giacomo Pirazzoli; o renomado designer brasileiro Sérgio Matos, o estilista Ronaldo Fraga; Léo Queiroz, ex-head da Apple Brasil; o empreendedor Pierre Mantovani, sócio e CEO do Omelete Company e co-criador e fundador da CCXP e GameXP; a jornalista Daniela Falcão, diretora-geral da Vogue, além de vários outros nomes.

Serviço
2° Brasília Cidade Design

De 13 a 17 de agosto – Programação com palestras, oficinas, mentorias, pitches, debates e business parties
Local: Conjunto Cultural da República (Eixo Monumental)
Entrada gratuita
Inscrições em bcd2019.com.br
Classificação indicativa livre.

Confira abaixo a programação do 2° Brasília Cidade Design

Terça-feira – 13/08

Abertura
9h30 – Instituto Terceiro Setor, Secretaria de Turismo do DF e Unesco

Painéis
10h – O Brasil na Rede de Cidades Criativas da UNESCO e a Economia Criativa com Isabel de Paula e Rosângela Araújo;
14h – O Papel das Associações junto a cadeia produtiva do Design com Acióle Félix, Wagner Alves e Flávio Werneck;
15h30 – Prêmio Up Cycling 2019, com Camila Oliveira.

Palestras
10h30 – Flávio Vasconcelos – Tema: Novos Ambientes de Trabalho e a Influência Sobre os Negócios – Case Copa Coworking
11h – Leonardo Queiroz – Tema: A importância do design na experiência do consumidor
11h30 – Leonardo Gross – Tema: Design for Humans – Inspirando Novos Comportamentos & Estilo de Vida
15h – Marck Al – Tema: Dados, Arte e Cidades. – A arte como fio condutor das transformações das cidades.
16h30 – Daniela Brito – Tema: Design para mudanças – Resolvendo Equações Impossíveis com líderes comunitários
17h Marcus Ligocki e Affonso Beato – Tema: Design de Narrativa Cinematográfica
18h30 – Ronaldo Fraga – Tema: Tecendo histórias: moda como instrumento de reafirmação cultural
19h30 – Sérgio Matos – Tema: Design social e Sustentável

Oficinas
10h às 12h – Lucas Veríssimo – Felicidade Produtiva
18h às 20h – Design de experiências sustentáveis – Aula 1 – com Rosângela Araújo
Mentorias
Das 10h30 às 19h30; programação detalhada no site
Alex Laquis – Tema: Contábil e Financeira
Allan Alves – Tema: Marketing Digital e Planejamento
André Campos – Tema: Processos e Modelagem de Negócios
Gabriel Cardoso – Tema: Inovação e Sustentabilidade
Iara Rocha – Tema: Marketing
Jens Schriver – Tema: Marketing Digital
Leonardo Marinho – Tema: Jurídico
Marcos Figueiredo – Tema: Financeira
Mariana Nogueira – Tema: Gestão Empresarial
Pedro Castro – Tema: Modelagem de Negócios
Stenio Diniz – Tema: Inovação e Desenvolvimento de Modelos de Negócio
14h às 17h – NapKin Talks para Designers

Filmes
18h – Curta Brasília – Papel Y10

Evento
19h às 21h – Ossobuco

Quarta-feira – 14/08

Palestras
10h – Bruno Porto – Tema: Design Gráfico & História em Quadrinhos
10h30 – Enrico Martins – Tema: Novo Design de Investimentos
11h – Peter Kronstrom – Tema: Megatendências e Cenários Futuros – Design, inovação e sustentabilidade
11h30 – Bruno Rutman e Pedro Rutman – Tema: Nucleário ® – Biomimética & Design Aplicado na Natureza
14h30 – Luiz Fernando – Tema: Jornada do Problem Solution Fit
15h30 – Marcos Roberto – De Startupeiro à Empreendedor Social: a tecnologia como motor para uma mudança social
16h30 – Eduardo Alves – Tema: Eventos e sustentabilidade (case Na Praia)
17h – Rogério Salume – Tema: Wine – Maior clube de assinatura de bebidas do Brasil
18h30 – Anna Catharina – Tema: Design e Tecnologia

Painel
15h – Thiago Turchi e Daniel Brito – Fabricação Digital e Prototipagem em Arquitetura

Oficinas
Das 10h às 12h – Design Thinking – Look’N Fell Talks com Fula
11h30 – Roniere Miranda – Case Proluno – Lançamento da Rodada Pública de Investimentos Equity Crowdfunding
Das 14h às 17h – Pontos Turísticos com Sétima Produções – Aula 1
Das 18h às 20h – Design de experiências sustentáveis – Aula 2 – com Rosângela Araújo

Oficina Maker
Das 10h às 18h – Desenhando soluções para pessoas com deficiência utilizando tecnologias makers – Me Viro com Marcos Oliveira

Pitches
Das 11h30 às 17h30 – Startups selecionadas pela Curadoria do BCDesign

Filmes
19h30 – Curta Brasília – 10 Bonequinhas, Pedreiro de 19 a 99
20h – Curta Brasília – Todas as rosas são para Lola

Evento
19h – Cotidiano Demoday com André Froes, Henrique Guimarães e Samuel Arantes

Quinta-feira – 15/08

Palestras
10h30 – Luiz Evandro – Tema: Como Colocar 15 Milhões de Brasileiros em uma Cela VR / Mídias imersivas para causas sociais: dois estudos de caso bem-sucedidos.
11h30 – Marlysse Rocha – Tema: Quando a cidade convida: urbanidade em Afuá, Ilha do Marajó, Brasil. Apresentação do caso de Afuá -PA.
14h30 – Andressa Gallas – Tema: Hackeando a dobra – por dentro de 1 das 10 startups mais conscientes do Brasil
15h30 – Rodrigo Saiani – Tema: Variable Brand Voice
16h30 – Leonardo Marinho – Tema: Estruture sua Startup de Forma Segura para atrair investidores
18h – Helena Schargel – Tema: 60+ Redesenhando sua vida
19h – Guto Requena – Tema: Esculpindo Memórias – Design e Comportamento na Era Digital

Painel
16h – Milena de Lannoy e Carla Pacheco – Tema: O Campo de Atuação do Profissinal de Design
17h30 – Samuel Arantes e André Froes – Tema: Investimento em Startup & Fomento – Venture Capital

Oficinas
Das 10h às 13h – Pontos Turísticos com Sétima Produções – Aula 2
Das 17h30 às 19h30 – Descoberta: Cotidiano com Henrique Guimarães – Aula 1

Oficina Maker
Das 10h as 18h – Três Eixos

Mentoria
Das 14h às 17h – Napkin Talks para empresários

Sexta-feira – 16/8

Palestras
10h30 – Gabriela Mazepa – Tema: RE-ROUPA: Roupa feita de roupa e outros trabalhos manuais
11h – Herick Ferreira – Tema: Gestão e Modelagem de Novos Negócios na Área de Design
11h30 – Ricardo Figueira – Tema: A influência da atitude candanga no design do século 21
14h30 – Maibe Maroccolo – Corantes Naturais e Aplicações com Foco em Moda & Design
15h30 – Ana Carolina Freitas – Biomimética: Somos todos designers
16h – Pierre André Mantovani – Tema: Case Omelete
16h30 – Luis Carlos (Fula) – Tema: Criatividade e Métodos
17h30 – Thiago Jarjour – Case Campus Party
18h – Daniela Falcão – Tema: Como uma editora de revistas se transformou para sobreviver à era digital – O case de Vogue e Glamour

Painéis
10h – Startups Ace Aceleradora – Tema: Importância do design na inovação
19h – Marcos Ligocki, Fábio Acorsi e Carlos Arguello – Tema: Motion Grafic & Visual Effects

Oficinas
Das 9h às 12h – Design de Experiências Sustentáveis – Aula 3 – com Rosângela Araújo
Das 14h30 às 17h – Descoberta: Cotidiano com Henrique Guimarães – Aula 2
17h30 às 20h30 – Storytelling com Helo Rocha

Workshops
10h30 às 12h30 – Técnicas de protótipagem para vizualização e tomada de decisões em projetos – Raferson Camel e Bruno Luebke
14h30 às 17h30 – Hana-Hana – Melodie Mousset

Oficina Maker
Das 10h as 18h – Três Eixos

Filmes
18h30 – Curta Brasília – Braxilia
19h – Curta Brasília – Babilônia Norte

Sábado – 17/8

Oficina
Das 9h as 19h30 – Marlysse Rocha – Tema: Estratégias de Design Colaborativo

Fonte: Objetiva

99 e Peita lançam camiseta exclusiva para mulheres

“Mulher no volante, perigo constante”. Ano a ano, a piada machista usada repetidamente em todos os cantos do Brasil vai perdendo sua força. Afinal, apesar do preconceito, a primeira pessoa na história a dirigir um automóvel a longa distância foi uma mulher. Em 1888, a alemã Bertha Benz dirigiu seu Benz Patent-Motorwagen por 106km entre as cidades de Mannheim e Pforzheim.

Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), nos últimos anos apenas 11% dos acidentes de trânsito foram provocados por motoristas mulheres. Além disso, de acordo com o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), das vítimas fatais de acidentes de trânsito em 2017, apenas 24% eram mulheres.

Diante desse cenário, a 99 – empresa de mobilidade urbana que integra a gigante chinesa DiDi Chuxing – desenvolveu uma camiseta exclusiva, em parceria com a marca curitibana Peita, que traz a frase “Dirija como uma garota”, para romper com o preconceito quando o assunto é gênero e direção. No Paraná, terra da Peita, onde a 99 atua em mais de 70 cidades, as mulheres já representavam quase 40% dos motoristas do estado em 2017.

O lançamento fez parte das ações especiais da 99 para o mês de março. A camiseta “Dirija como uma garota”, que foi lançada oficialmente na capital paranaense, será distribuída, também, para condutoras parceiras da plataforma em Porto Alegre, Belo Horizonte, Goiânia, Brasília e São Paulo.

Peita

A marca curitibana Peita surgiu em 2017, no dia da Marcha Mundial das Mulheres – 8M, quando foi para as ruas expondo suas camisetas com dizeres sinceros como ferramenta de enfrentamento à opressão, buscando provocar, impactar e desafiar as pessoas a refletir sobre a visibilidade da mulher num sistema patriarcal, imperialista, racista e heteronormativo, que as subjuga o tempo todo em todas as áreas e classes. Desde então, estampas como “Lute como uma garota”, “Seja quem você quiser” e “Entenda que você faz parte” ganharam o Brasil.

99

A 99, empresa brasileira de tecnologia que conecta passageiros e motoristas através de seu aplicativo, faz parte da companhia global Didi Chuxing (“DiDi”). O aplicativo conecta mais de 600 mil motoristas a 18 milhões de passageiros em mais de 1 mil cidades no Brasil. Como uma das maiores provedoras de mobilidade do país, a startup oferece três tipos de serviços na sua plataforma: 99Pop, categoria de carros particulares presente em mais de 40 regiões metropolitanas e grandes cidades; 99Taxi, categoria que cobre todo o Brasil; e 99Top, serviço premium de táxis de luxo oferecido em São Paulo.

Fonte: P+G

Aplicativo PenhaS é a nova plataforma de diálogo, em todo Brasil no enfrentamento da violência

Ao terminar de ler esse texto ao menos cinco mulheres terão sido espancadas no Brasil. E se você pudesse ajudar a evitar? Para provocar a conscientização coletiva, a união entre as mulheres e a libertação dos relacionamentos abusivos, a ONG AzMina lança o PenhaS, um aplicativo de empoderamento da mulher que reúne, em uma mesma plataforma, o compartilhamento de informações, o diálogo em ambiente seguro e a participação da sociedade por meio da criação de um grupo de proteção.

“Há muito o que se fazer para acabar com o abuso contra as mulheres, em diversos âmbitos, e o PenhaS é uma das iniciativas para colaborar com a causa do enfrentamento da violência. Essa conexão é transformadora e o empoderamento que entendemos ser necessário é o de ajudar a promover a libertação das mulheres que estão subordinadas a uma situação de dependência, de violência e de opressão. Acreditamos que a pessoa ou grupo empoderado é o sujeito da própria mudança”, afirma a jornalista Marília Taufic, coordenadora voluntária do projeto da AzMina.

Como funciona o aplicativo?

O PenhaS, nome em referência à Lei Maria da Penha, em vigor desde 2006, é formado por três áreas. Uma deles é o EmpoderaPenha, espaço de conhecimento. Além de informações básicas sobre direitos das mulheres, o Empodera apresenta o mapa das delegacias da mulher de todo o Brasil (produzido em reportagem especial da Revista AzMina) e dos diferentes serviços de atendimento à mulher em situação de violência (compartilhado pela plataforma Mapa do Acolhimento), possibilitando traçar a rota até o local; e traz um feed de notícias sobre violência contra a mulher, com a colaboração de importantes agências de comunicação, como o Huffpost, JOTA, Agência Patrícia Galvão e Gênero de Número.


O DefendePenha é o chat secreto. Conversar é uma das formas mais poderosas de ajudar uma mulher a sair de uma situação de violência e, neste espaço, ela pode se conectar com outras mulheres, trocar informações sobre sua história e reunir forças para buscar saídas. Aqui as mulheres em perigo permanecem anônimas.

E o GritaPenha, que é o ambiente para o pedido de ajuda urgente. As mulheres cadastram o  número de até cinco pessoas de sua confiança, que serão acionadas por SMS quando for necessário. No momento exato da violência, também será possível ativar uma gravação de áudio que captará o som ambiente, criando a oportunidade de a vítima produzir provas e evitar o descrédito tão comum quando ela vai denunciar.

“O combate à violência contra mulher não é somente caso de polícia, mas dever de todos. Informação e formação de redes  de proteção podem ajudar mulheres a saírem de relacionamentos abusivos e incentivá-las a procurar ajuda” explica Carolina Oms, co-fundadora d’AzMina.

Todos os cadastros são realizados com checagem de CPF e verificação de número de celular para que não exista possibilidade da criação de perfis falsos e abusivos. Mulheres que estão sofrendo violência usam o aplicativo de maneira anônima. E a entrada é por meio de senhas com sistema de criptografia. O app também possui dispositivo de segurança para evitar que um abusador acesse o conteúdo.

Importância da participação de todas

O PenhaS vem sendo desenvolvido há pouco mais de dois anos, com a mentoria de especialistas no tema (como a promotora de Justiça Silvia Chakian, do Grupo de Enfrentamento a Violência Doméstica (GEVID) do Ministério Público de São Paulo) e de mulheres de diferentes idades e classe social que foram ouvidas durante todo o processo de elaboração do projeto.

“O enfrentamento da violência contra a mulher não se restringe apenas à questão do combate, mas compreende também as dimensões de prevenção, da assistência e da garantia de direitos das mulheres e o PenhaS se destaca por conseguir reunir todas essas frentes”, afirma Chakian.


O app foi lançado em 08 de março, Dia Internacional da Mulher, e está disponível nas versões Andoid e iOS. Quantas Penhas, Marias, Joanas, Luisas, Ritas continuarão sendo vítimas de uma sociedade que aprova a violência contra mulheres? Qualquer um pode ajudar a mudar os números, baixando o PenhaS e fazendo parte desta rede.

Baixe o app: www.azmina.com.br/penhas

Assista o vídeo com trechos das rodas de conversas:

Sobre AzMina

AzMina é uma instituição sem fins lucrativos cujo objetivo é usar a informação para combater os diversos tipos de violência que atingem mulheres brasileiras. Realiza campanhas, consultorias, palestras e debates para aprofundar a discussão sobre os direitos da mulher. A  Revista AzMina é uma publicação online e gratuita para mulheres de A a Z. Nela, há jornalismo investigativo acessível e de qualidade. https://azmina.com.br/sobre/quem-somos/

Fonte: Comuquise

Volunturismo e empoderamento feminino com a Vivalá


DIVULGAÇÃO VIVALÁ | EXPEDIÇÃO FLORIANÓPILIS |

A Vivalá, maior operadora de volunturismo do Brasil, está com vagas abertas para expedição de volunturismo em Florianópolis que tem como objetivo desenvolver educação empreendedora e empoderamento feminino a mulheres costureiras da comunidade de Frei Damião, considerada uma das regiões mais vulneráveis de Santa Catarina. Durante o feriado de Páscoa, viajantes – homens e mulheres – interessados no roteiro aproveitam as belezas naturais da Barra da Lagoa e atuam como transformadores.

As expedições de volunturismo são viagens em grupo organizadas pela Vivalá – uma das pioneiras a unir turismo e voluntariado no país – que aliam o lazer do ecoturismo em destinos nacionais paradisíacos com a transformação social do trabalho voluntário aplicado de forma contínua com microempreendedores locais nas comunidades visitadas. A operadora prioriza o trabalho com fornecedores locais em todas as instâncias do roteiro da viagem para favorecer o desenvolvimento da economia local.

Nesse roteiro de Páscoa realizado em Florianópolis, que acontece de 18 a 21 de abril, os viajantes que adquirirem o pacote – oferecido pela Vivalá com desconto de 15%, a R$945,00 – atuarão como voluntários para levar autoestima, conteúdo, conhecimento e ferramentas de administração de negócios a mulheres que se tornaram costureiras graças ao projeto Cidades Invisíveis, uma iniciativa local que por meio de diversos programas sociais traz capacitação técnica e cria oportunidades de independência financeira na comunidade de Frei Damião há sete anos.

Os viajantes passam por treinamentos e não precisam ter experiência com voluntariado ou mentoria de negócios. Todo o material de treinamento foi elaborado por mulheres e sua aplicação será voltada exclusivamente para essas mulheres costureiras. A monitoria do programa será liderada por Manuela Alcoforado, parceira da Vivalá desde 2015 e idealizadora do ‘Entre Nós’, um espaço de conexão e autoconhecimento para mulheres que fomenta a discussão sobre temas como aceitação, transformação, liberdade, pertencimento e propósito.

“O grande objetivo com essa expedição é que as mulheres de Frei Damião tenham capacitação, autonomia, confiança, empoderamento e posição de destaque no empreendedorismo”, explica Manuela. “Com as mentorias de negócios da metodologia Vivalá e as atividades de autoconhecimento do Entre Nós, iremos cocriar soluções individuais e comunitárias para que essas mulheres se tornem cada vez mais independentes”, completa.

Entre uma monitoria e outra, os viajantes/transformadores – que, claro, podem ser homens ou mulheres – irão aproveitar as atrações ecoturísticas da Barra da Lagoa. As atividades do roteiro incluem prática de yoga guiado em local paradisíaco, aula de surfe, passeio de barco pelo Canal da Barra com contação de histórias sobre a ilha e, claro, muita praia.

A hospedagem do grupo será no The Search House, hostel na Barra da Lagoa com acesso privativo à praia de 9km de faixa de areia, piscina e espaços para atividades físicas e confraternizações. A região é conhecida pela cordialidade de seus moradores e belezas naturais, com um cenário rodeado de morros localizado entre o Atlântico, a Lagoa da Conceição e o Morro da Galheta.

Fonte: Comuniquese

Brasileira na NASA e na Sorbonne

A conferência foi realizada no início de fevereiro no Centro Espacial de Houston (da NASA), no Texas, e a brasileira Arenda Oliveira, que atua há 15 anos na área de transporte aéreo e atualmente trabalha na empresa que é a maior provedora de tecnologia para viagens no mundo, participou do evento que é voltado para educadores formais e também para todos que apoiam e viabilizam a educação infantil multidisciplinar e de incentivo à pesquisa e tecnologia.

Arenda Oliveira uniu Ciências Humanas e Tecnologia para realizar o seu intuito de contribuir com a democratização e crescimento da indústria de viagens no Brasil e América Latina.

A Bacharela em Turismo pela UFPR, pós-graduada em Segurança de Voo no ITA e gerente de projetos certificada pela Stanford University, declara: “Ter participado do processo de inclusão da classe C na aviação comercial, anteriormente tão elitizada, é motivo de enorme orgulho. Meu propósito em minha profissão continua sendo de promover o Turismo como atividade socialmente inclusiva e de converter todo o potencial de nosso território em real desenvolvimento econômico e geração de renda através de políticas sustentáveis. No entanto, muitos planos são colocados sobre a mesa sem o menor embasamento tecnológico. Nossa deficiência estrutural no campo das ciências exatas mina o crescimento não só nesta, mas de todas as demais linhas de desenvolvimento de um país”.

Foi através de suas pesquisas sobre como repensar o ensino através de uma real multidisciplinaridade que chegou à NASA. Além de ser o ‘benchmark mundial’ da pesquisa e tecnologia de ponta, é o sonho de consumo de qualquer entusiasta relacionado a novas tendências de voo e espaço.  Contudo, os cursos hoje disponíveis na NASA, são exclusivamente para engenheiros e astronautas da casa, ou, norte-americanos. Arenda buscou informações sobre todas as possibilidades para estudar ou participar de eventos científicos da NASA e conseguiu se inscrever para o Congresso.

O foco da conferência realizada no início do mês em Houston foi reunir educadores do ensino básico de vários países para juntos pensarem e construírem estratégias que despertem para a importância de que Astrofísica e Comunicação, Matemática e Artes, Nutrição e Exploração de Planetas, caminhem juntas, sem estranhamento, nas próximas gerações.

Entre as atividades realizadas na Conferência estavam oficina de alfabetização lúdica simulando a comunicação entre a sala de controle e uma nave espacial (diretamente de onde foi ouvida a célebre frase “Houston, we have a problem” ), como planejar e implementar um grupo de robótica em sua comunidade, práticas com engenheiros e astronautas da NASA nos diversos laboratórios do complexo: microgravidade, complexo de piscinas, preparação dos alimentos a serem consumidos no espaço, entre muitos outros. Arenda inclusive esteve com Gene Kranz, o engenheiro líder da missão Apolo 13 e foi o responsável por trazer a tripulação viva após os problemas técnicos.

Arenda, mãe de Clara, 3 anos, viu uma ótima oportunidade para materializar seu objetivo. Conversou com a diretora da escola de sua filha e inscreveu-se como Educadora Informal. Foi aceita. E em menos de uma semana de seu retorno dos EUA, já recebeu convites para palestras em instituições de ensino – incluindo escolas particulares e universidades – e grupos de empoderamento feminino.

“Deu mais certo do que eu esperava” comemora Arenda e completa: “Meu foco agora é repassar o que vivenciei de forma didática a quem, de minha rede, é ligado à educação, neste primeiro momento. Fazendo sentido para eles, podemos pensar em um projeto piloto mais adiante. De qualquer maneira, estou muito contente em trazer este novo olhar para meu entorno, com a possibilidade de uma abordagem local, mas tenho a intenção de  fazer algo de maior impacto e mais estruturado nacionalmente. Contem comigo como agente desta transformação, pois eu acredito”.

Arenda Oliveira conta também que deseja visitar todos os países do planeta: “Deslocamentos domésticos e internacionais sempre fizeram parte de minha rotina profissional e, entre trabalhos e passeios, já visitei 80 países – muitos deles sozinha”. E completa confiante e determinada: ”Minha meta é visitar todos, por que não? Ainda nenhuma mulher sul-americana o fez. Eu quero, claro!”.

Através de sua determinação Arenda conseguiu o sonho de atuar em áreas tradicionalmente consideradas masculinas sem perder sua visão feminina e através dela ajudar a transformar a educação multidisciplinar e inclusiva que não valoriza aptidões e não separa conhecimento e profissões por sexo. Uma história interessante é com sua filha, antes menos dela completar três meses de vida: Arenda não adiou a oportunidade de realizar um curso na Sorbonne (França) e a Academia francesa proporcionou a abertura necessária para que ela entrasse com a filha ou saísse da sala quando precisasse. Arenda foi acolhida e encontrou um ambiente maduro para a inclusão da maternidade na universidade. Foi, inclusive, homenageada na cerimônia de entrega dos certificados.

Fonte: Comuniquese

De personal trainer à programadora: mulheres investem em carreiras na área de tecnologia apesar de mercado desigual


Ex-personal trainer, Radisol Figuereido decidiu atuar no mercado de TI após alunos detalharem os benefícios da carreira

A participação das mulheres no mercado de trabalho, mesmo sendo cada vez mais relevante no Brasil e no mundo, ainda é bastante tímida na área de tecnologia. Um levantamento da Serasa Experian, em parceria com a ONU Mulheres, revela que elas correspondem a apenas 17% dos programadores em atividade no País. Outro agravante é o fato de as mulheres na área de TI receberem 17,4% a menos do que os homens com o mesmo posto, segundo pesquisa da empresa de recrutamento Revelo.

Radisol Figueiredo, personal trainer por cerca de 10 anos, resolveu desafiar esse cenário. Formada no curso de Desenvolvimento Web na escola de tecnologia e programação Ironhack, ela recentemente conquistou uma vaga de emprego como programadora front-end em uma empresa de desenvolvimento de software para o mercado corporativo, localizada em São Paulo. “Apesar de adorar minha antiga profissão, sentia que havia uma data de validade. Não queria ser refém do meu corpo a vida toda para poder trabalhar. O incentivo para ingressar na nova área ocorreu quando os alunos de uma academia onde trabalhava atuavam em sua grande maioria no setor de TI. Ao conversar com eles, descobri esse mundo e após um período de reflexão decidi que era o momento de mudar”, afirma.

Agora apaixonada pelo mundo da tecnologia, Radisol pretende futuramente atuar como uma desenvolvedora full-stack para seguir ampliando seus conhecimentos na área. “Também tenho o sonho de empreender e quem sabe até trabalhar fora do país como nômade digital”, revela.

Radisol foi uma uma das alunas que usufruiu do programa da Ironhack, que visa trazer maior equilíbrio entre os gêneros no setor da tecnologia ao conceder 10% de desconto nas mensalidades às mulheres nos cursos de Desenvolvimento Web e Data Analytics.

De acordo com Tiago Mesquita, general manager da instituição no Brasil, o objetivo está próximo de ser alcançado, já que na última turma do curso de Desenvolvimento Web, 40% dos estudantes matriculados eram do sexo feminino.

Outras iniciativas no setor privado com objetivo de ampliar a participação do sexo feminino na área estão ocorrendo. É o caso, por exemplo, da Serasa, que incorporou um projeto para aumentar a presença delas no departamento de TI – hoje 23% compõem o quadro. Para isso, a empresa passou a adotar a regra de contar ao menos com 50% de mulheres em todos os processos seletivos na área e preferencialmente com a participação de uma afrodescendente. Além disso, a companhia criou um programa de mentoria específico para mulheres no mercado de tecnologia.

Próximos cursos

As mulheres interessadas em ingressar na área de TI como desenvolvedoras contam com possibilidades ainda no 1º semestre na Ironhack. As aulas do curso integral de Desenvolvimento Web iniciam no dia 25 de março e estão com as últimas vagas a serem preenchidas. Já o curso part-time está programado para começar no dia 27 de maio.

Também estão abertas as matrículas para as duas primeiras turmas de Data Analytics. O curso part-time inicia no dia 23 de abril e o integral em 16 de maio. No UX/UI Design, o curso part-time começa em 29 de abril. Já a próxima edição do integral inicia no dia 13 de maio.

Fonte: Motim

4 livros para se empoderar

1 – Eu e não outra

Este livro nos permite um vislumbre da personalidade e da vida de Hilda Hilst. Aborda desde o seu nascimento em Itu, até sua morte na Casa do Sol, detalhando uma série de episódios fascinantes de sua vida – a juventude glamurosa na capital paulista à decisão de se recolher num sítio, dos livros pornográficos à fantasia de se tornar freira, ou à vontade de ser reconhecida como grande que foi. Seria possível pensar que a obra procura retratar a pessoa por trás da escritora, se em Hilda essas duas faces não fossem, justamente pela consciência com que construía sua imagem, a mesma coisa.

2 – Dizendo a que veio

Atrevida e solidária, Soninha Francine não cansa de nos surpreender. Em uma ação social pela cidade de São Paulo, ela se apaixonou por um morador de rua, e por essa paixão foi até o fim, enfrentando a resistência de todos. Não foi uma batalha fácil, mas Paulo finalmente venceu o alcoolismo e hoje formam uma família. Neste livro, Soninha revela sua atração pelos “feios e sujos” e também conta os bastidores de seu convívio com protagonistas da política brasileira, como José Serra e João Doria. Ela sabe que ser feminina tem mais a ver com a capacidade de transgredir limites. Ao ir além, enfrentar preconceitos e expandir possibilidades para todos, assume sua luta pela evolução da espécie: “nossa história darwiniana não é uma narrativa de adaptação, e sim uma história de desafio e destemor”.

3 – Mademoiselle Chanel e o Cheiro

Baseado em fatos reais, este romance narra um período fascinante e ainda misterioso da vida de Coco Chanel. E para o leitor entrar ainda mais no clima da história, a capa do livro traz uma deliciosa fragrância. Na efervescente Paris de 1919, no ápice de sua carreira, Gabrielle sofre um revés: seu amante morre num acidente. Muitos temem que ela não consiga mais produzir, mas Chanel se renova com um projeto que lhe devolve a vontade de viver: a criação de um perfume que sintetize uma fragrância misteriosa e moderna, a combinação de muitos elementos, o cheiro do amor. Em sua busca pelo aroma perfeito, ela se inspira no perfume de Catarina, a Grande, e conhece Dimitri Romanov, príncipe russo exilado na França. Ao mesmo tempo em que se abre novamente para a vida, Gabrielle cria o Chanel N° 5, que se tornará o perfume mais famoso do mundo.

4 – A Política Sexual da Carne

Na obra publicada pela Editora Alaúde, a autora, Carol J. Adams, analisa as ligações estreitas entre os movimentos sociais feministas e as práticas vegetarianas. Seja para destacar-se do restante dos seres vivos ou para afirmar sua masculinidade e virilidade, o homem branco e hétero fez com que o consumo da carne traga em suas raízes o machismo. A autora mostra que, ao enxergar a existência dos pontos de intersecção entre a forma com que as sociedades patriarcais tratam a mulher e os animais, os leitores entenderão também, que combater a violência praticada contra esses dois grupos é o único caminho para uma sociedade mais igualitária.

Fonte: Virta