Exposição fotográfica “Olhar Sem Fronteiras” segue até o final de junho no DF Plaza Shopping

O objetivo da exposição é sensibilizar a população para o trabalho desenvolvido pela Fraternidade Sem Fronteiras, em Madagascar, na África, e atrair novos padrinhos para a causa

Com a retomada do funcionamento dos shoppings no DF, depois de mais de dois meses fechados por conta da pandemia, a curadoria da exposição fotográfica “Olhar Sem Fronteiras: Madagascar – uma viagem para dentro de nós” resolveu postergar para o dia 30 de junho o fim da primeira edição do projeto, que está instalado no Espaço Cultural do centro de compras de Águas Claras.

A iniciativa nasceu em outubro do ano passado, quando 17 caravaneiros brasileiros desembarcaram em São Paulo, depois de uma jornada de 15 dias por Madagascar, numa missão humanitária organizada pela Fraternidade Sem Fronteiras.

A ideia é apresentar, por meio de uma exposição fotográfica (que foi lançada no último dia 18 de fevereiro), o que eles registraram por lá.

De autoria dos caravaneiros Andrea Oliveira (SP), Caroline Pereira (SP), Daniele Vieira da Silva (SP), Dante Furlan (SP), Fátima Taniguchi (SP), Flávio Resende (DF), Goreti Bassi (paulista residente na Austrália), Lucas Campos (SP), Marcella Lima (MG), Marco De Luca (SP), Marília Learth (SP), Mônica Reichow (RS), Natália Mendes (RJ), Nelinho Chagas (BA), Raquelle Braz (RN), Sônia Remor (DF) e Vitor Brandão (RS), as fotos retratam, com sensibilidade e magnetismo, o dia a dia dos malgaxes (grupo étnico de metade da população da ilha de Madagascar, na costa leste da África), na cidade de Ambovombe, e a sua luta pela sobrevivência, com a escassez da água e os problemas em decorrência disso (proliferação de doenças, com destaque para o “bicho-de-pé”; escassez de alimentos; falta de noções de higiene e limpeza; entre outros).

De acordo com o curador da exposição, Flávio Resende, a proposta é sensibilizar o público para o trabalho desenvolvido pela Fraternidade Sem Fronteiras na maior ilha da África e a quarta maior do mundo. “Para que mais pessoas possam ter acesso ao trabalho desenvolvido pela ONG brasileira é necessário que tenhamos mais padrinhos, que possam contribuir com valores a partir de R$ 50 mensais, que farão muita diferença na vida de crianças e adolescentes que não têm acesso, muitas vezes, ao básico, como água limpa e alimento para matar a fome”, afirma.

Para Flávio, a missão humanitária é uma oportunidade ímpar do indivíduo fazer uma viagem para dentro de si mesmo, conhecendo ou revisitando o melhor e o pior dentro de cada um. “Não temos como voltar a mesma pessoa depois de uma experiência como esta. Crescemos em escala exponencial como seres humanos, aprimoramos nossa capacidade empática e conhecemos a verdadeira dimensão do amor”, descreve o curador.

Com curadoria técnica de Dante Furlan, Vanessa Vieira e Cristina Tavares; projeto arquitetônico do escritório TF Arquitetura Inteligente; e Assessoria de Comunicação da Proativa, a exposição propõe-se, portanto, a inspirar um olhar mais sensível para a realidade do outro, despertando a empatia e o desejo de construção de um mundo mais igualitário e justo. 

“De quebra, por meio das fotos, tentamos compartilhar o que nós, caravaneiros, aprendemos na prática com a filosofia africana denominada Ubuntu, que defende a ideia de que ‘Eu sou porque nós somos’. Ou seja: não faz sentido ser ou ter nada se essa realidade não for coletiva”, finaliza.

A exposição “Olhar Sem Fronteiras:  Madagascar – uma viagem para dentro de nós” conta com apoio do DF Plaza Shopping, Cumbuca Fotografia, Proativa Comunicação (por meio do projeto Proativos do Bem) e TF Arquitetura Inteligente.  

Sobre a Fraternidade sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional. A instituição possui 45 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com microcefalia e doença rara. 

Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento. Com R$ 50 mensais é possível contribuir com um projeto e fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.fraternidadesemfronteiras.org.br 

SERVIÇO:

O que: Exposição Fotográfica “Olhar Sem Fronteiras:  Madagascar – uma viagem para dentro de nós”

Onde: Espaço Cultural do DF Plaza Shopping

Quando: De 18 de fevereiro a 30 de junho de 2020

Horário: 10h às 22h.

Quanto: gratuito (Sugere-se, durante as visitas à exposição, a doação de itens de material escolar a serem destinadas a comunidades carentes do DF)

Informações: 61 99216-9188

1° Art Design: Parque da Cidade recebe exposição ‘A Cidade Dança’

A arte de fotografar sob um olhar sensível para unir os movimentos de danças com as linhas e os traços de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, em 22 monumentos da capital federal, ressignificando e redescobrindo alguns dos mais incríveis lugares de Brasília. Prazer, essa é a exposição A Cidade Dança, que o 1° Art Design apresenta no estacionamento 10 do Parque da Cidade, a partir desta quinta-feira (28), gratuitamente, até o dia 12 de dezembro.

Com a realização do Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro (IPCB), e o apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, o 1° Art Design vai levar A Cidade Dança para ser exposta em mais dois lugares de Brasilia: Parque Olhos d’água, de 16 de dezembro a 2 de janeiro de 2020, e Museu da República, de 3 a 20 de janeiro.

Mostra sustentável

A mostra reúne 28 cliques dos fotógrafos Rafael Lucyk e Eduardo Eirado, que serão expostas a céu aberto, com acesso livre, dispostas em totens sustentáveis que contam com um sistema de iluminação durante a noite por baterias carregadas por energia solar.

“O projeto trouxe a ideia de usar a leveza das bailarinas em contraste com a dureza do concreto dos monumentos da cidade, e isso permite uma visão de ressignificar os monumentos da cidade, chamando atenção para a sua beleza e modernidade”, descreve o fotógrafo Rafael Lucyk.

Sobre A Cidade Dança

Idealizada pela dupla de fotógrafos Rafael Lucyk e Eduardo Eirado, os profissionais reuniram sete bailarinas e um bailarino e os levaram para vários monumentos de Brasília, onde desde janeiro, vem fotografando os dançarinos em movimento, reunindo mais de três mil fotos, onde algumas delas já foram expostas em duas mostras: a primeira no Salão Branco do Palácio do Buriti, em comemoração ao Mês da Mulher, e outro produzido pelo BCDesign 2019, no Complexo Cultural da República.

O Projeto enxerga Brasília além do que dizem sobre ela, retratando o que para a Secretaria de Turismo do DF é a própria essência desta cidade capital, unindo dança, arquitetura, design e espaços públicos, sendo um convite para você deixar as imagens falarem, as formas encantarem, as cores envolverem.

“Queremos levar para o brasiliense uma cidade sob as perspectivas dos pioneiros da construção de Brasília enxergaram. E, futuramente, mostrar para o Brasil esse novo ângulo, artístico e arquitetônico”, espera Lucyk.

Serviço
1° Art Design: A Cidade Dança

Exposição fotográfica de Rafael Lucyk e Eduardo Eirado;
Onde: Entre o estacionamento 10 e o antigo Pesque-Pague no Parque da Cidade;
Quando: 28 de novembro a 12 de dezembro;
Entrada gratuita.

Fonte: Objetiva

Exposição fotográfica enaltece monumentos de Brasília por meio da dança

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A entrada principal do Museu da República ganhou novas imagens para compor o monumento projetado por Oscar Niemeyer. Até o próximo dia 18, 28 fotografias da exposição “A Cidade Dança” estarão disponíveis em totens sustentáveis para brasilienses e turistas apreciarem diferentes ângulos da capital brasileira. A curadoria foi feita pela Secretaria de Turismo do Distrito Federal.

As imagens foram realizadas em 22 pontos diferentes da capital e aliam os movimentos curvilíneos de nove bailarinos com os monumentos de Brasília. “A exposição enxerga Brasília além do que dizem sobre ela e retrata o que para a Secretaria de Turismo do DF é a própria essência desta cidade capital. É uma comprovação do novo olhar do Turismo que Brasília ganhou desde o início do ano”, destacou a secretária de Turismo, Vanessa Mendonça.

Os fotógrafos responsáveis pelo projeto são Rafael Lucyk e Eduardo Eirado. De acordo com Lucik, a idéia da dupla de amigos é combinar os movimentos da dança com a arquitetura dos espaços, refratando com criatividade toda a beleza de diversos pontos da capital. “Ao combinar tamanha delicadeza com os monumentos podemos deixar de pensar no que acontece na cidade para nesses curtos momentos apenas apreciar a sua beleza, o quão moderna e bonita Brasília é”, destacou.

Unindo dança, arquitetura, design e espaços públicos, a exposição é um convite para deixar as imagens falarem, as formas encantarem e as cores envolverem. As fotos estão expostas a céu aberto e os totens contam com iluminação noturna para que a mostra possa ser apreciada a qualquer momento do dia. Entre os monumentos retratados estão o próprio Museu da República, Catedral, Praça dos Cristais, Memorial JK, Palácio do Planalto, Torre Digital, Estádio Nacional Mané Garrincha, Plataforma da Rodoviária e Teatro Nacional.

Serviço:

A Cidade Dança

Até 18 de agosto
Exposição fotográfica de Rafael Lucyk e Eduardo Eirado
Área externa do Museu da República
Acesso livre

Fonte: Secretaria de Turismo do Distrito Federal