Festival Samamba Rock 2019: votação online começa nesta terça (10/9)

SAMAMBA ROCK 2019 ATRAÇÃO NACIONAL

Qual a banda você quer ver no Festival Samamba Rock 2019? Vote na sua banda preferida. O período de votação online para bandas participarem do Festival Samamba Rock inicia nesta terça-feira (10/9). Serão dezesseis dias dedicados à votação do público.

O público pode votar por meio do site do Instituto Solid’Art  www.institutosolidart.com.br ou entrando diretamente no link  https://forms.gle/DSTUmo1791qYz9pA6.

As cinco bandas mais bem colocadas serão anunciadas no dia 27 de setembro e participarão do Festival Samamba Rock 2019, que será realizado no dia 25 e 26 de outubro, no estacionamento da Igreja Santa Luzia , na quadra 302 de Samambaia Sul/DF.

Nesta edição 62 bandas confirmaram participação no seminário ocorrido no último domingo (8/9) no Complexo Cultural Samambaia, requisito obrigatório para concorrer a uma das 5 vagas, por meio de votação online no site. No total, 128 bandas se inscreveram para as seletivas, superando a edição de 2018.

O seminário contou com cerca de cem pessoas, entre artistas e público comum. Participaram da roda de debate, mediada por Paulo Atos, os produtores culturais Mona Luise e Geldo Volverine,além de Ivanete Feitosa do Coletivo Gueto Unido, Felipe CDC, do Movimento Rock de Brasília, Pedro, do Coletivo Casa da Val.

Um dos temas abordados foi saúde mental. De acordo com a organização do evento, o público elogiou os temas abordados no seminário, o processo de escolha de bandas e o fortalecimento do rock underground, autoral e independente pelo Festival Samamba Rock. Neste ano o evento conta com apoio e patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC/DF) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

Fonte: Assessoria Késia Paos

Festival Cara e Cultura Negra chega à 15ª edição com programação gratuita

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Durante 14 dias, Brasília vai sediar a 15ª edição de um dos principais eventos de valorização das raízes africanas do Brasil: o Festival Cara e Cultura Negra. De 9 a 23 de setembro, o público brasiliense poderá apreciar e debater, gratuitamente, atividades relacionadas ao tema central “Contemporaneidade Afrodiaspórica”, em diversos formatos: música, artes visuais, seminários, bate-papos, poesia, literatura, moda, gastronomia e oficinas práticas.

De acordo com a organizadora do festival, Flávia Portela, o maior objetivo do evento é estimular a reflexão sobre a igualdade racial e a importância da África nos dias atuais. “Ela está muito impregnada no nosso dia a dia, mas não se dá a devida importância, parece que esse passado rico não existiu, por isso é importante buscarmos nossas origens”, comenta. “O festival faz parte de um esforço para superar as barreiras históricas da discriminação e do preconceito, reconhecendo o valor de uma raça que ajudou, com suor e sangue, a construir o Brasil”.

As atividades serão distribuídas entre o foyer do Teatro Nacional Claudio Santoro, o Cine Brasília e o Espaço Cultural Renato Russo. Dessa maneira, o festival também cumpre o papel de auxiliar na revitalização dos centros culturais de Brasília e facilitar o acesso da população a esses espaços públicos.

Lançamento

A abertura do festival será, no dia 9 de setembro, com a presença de autoridades, performance do grupo Sambadeiras de Mestre Bimba e show de Mateus Aleluia e do grupo Filhos de Dona Maria. Na mesma noite também será lançado o Museu Digital da Memória Negra do DF. “Será uma ferramenta educativa e de pesquisa para contribuir com políticas públicas e ações afirmativas na divulgação e preservação do patrimônio cultural afro brasiliense em formato digital, por meio do compartilhamento de imagens, depoimentos, trabalhos acadêmicos e exposições”, explica Flávia Portela.

A edição de 2019

O Festival Cara e Cultura Negra deste ano será ancorado em seis frentes de programação: shows, oficinas, bate-papos, saraus, exposições e mesas de debate. Veja alguns destaques:

  • Encontro Nacional Pensamento Negro Contemporâneo

Entre os dias 18 e 20 de setembro, o  Festival Cara e Cultura Negra abrirá espaço para debates da comunidade acadêmica com o Seminário “Encontro Nacional Pensamento Negro Contemporâneo”. Serão sete mesas e 24 palestrantes com diálogos sobre raça, gênero e cultura, entre outros temas.

“Quero que seja um espaço de celebração, encontros e debates sobre a intelectualidade negra, que está aí, mesmo sendo subestimada”, afirma Nelson Inocêncio, curador artístico do festival. “A ideia é mostrar que existe uma produção substantiva produzida por mulheres e homens negros”, diz Nelson.

O curador ainda chama atenção para os desdobramentos do Seminário após o Festival. Cada palestrante fará um artigo referente à sua participação no evento e os textos serão publicados juntos. A difusão desse material visa formar público e opinião para as temáticas apresentadas. “Teremos a participação de Nei Lopes, Zezé Motta e Luiz Silva (Cuti), entre outras referências negras muito importantes para pensar temas como ancestralidade e estética negra. O racismo é fruto da ignorância, ou seja, o conhecimento é necessário para superá-lo”, completa.

  • Programação cultural

Entre as atrações musicais do festival estão Mateus Aleluia, Zezé Motta, Luedji Luna, Sambadeiras de Mestre Bimba, Rosa Luz e as banda Conexão Chicago e Filhos de Dona Maria.

Uma das atrações principais, Zezé Motta retorna à cidade com o show “Atendendo a pedidos”, em que interpreta músicas de Caetano Veloso, Luiz Melodia, Jards Macalé e Elizeth Cardoso. Performer, compositora, cantora e youtuber do Distrito Federal, Rosa Luz é outra convidada e apresentará as faixas do EP “Contra o Encarceramento em Massa”, cujas letras discutem a realidade do sistema prisional brasileiro, racismo e preconceitos sociais.

Também muito aguardado, Mateus Aleluia vem da Bahia para trazer música e reflexão ao foyer do Teatro Nacional. Único integrante do grupo Os Tincoãs ainda vivo, Mateus encerra a primeira noite do festival com o show “Aclamação à Olorum”, com canções inéditas e sucessos dos trabalhos solo e do grupo nascido na década de 1960 – referência até hoje na música brasileira. Já no dia 10, ele apresenta a palestra musical ‘Afrobarroco – O canto dos recuados’.

A programação ainda inclui o desfile “Adornos”, do estilista Fernando Cardoso, homenageando a ancestralidade das mulheres negras; e as exposições “Contemporaneidade Afrodiáspórica”, “Diáspora Africana – Travessias femininas”, “Estrelas do Blues” (de Ronaldo Ferreira) e “Cores em mim”. A última, com ilustrações digitais de Willian Santiago, propõe um diálogo de moda com brasilidade, evidenciando a mulher negra como protagonista em composições com várias cores e fortes contrastes.

O público também terá chance de participar de bate-papos sobre a cena teatral e o mercado de trabalho do artista. Haverá ainda oficinas de Fotografia Básica com a Escola de Cinema Social Cine Braz, e de Máscaras Álèmássà, com Sérgio de Souza. Em Yorubá, Álèmássà significa “aquilo que não pode ser destruído”. Pensando nisso, Sérgio criou um espaço para a reflexão das consequências da poluição de combustíveis fósseis a partir das artes plásticas.

“A arte informa, toda programação cultural foi feita para agregar informação e as escolhas desses artistas foram feitas levando em conta a relevância de cada um”, destaca Nelson Inocêncio, curador artístico do festival.

Histórico

Em 15 anos, o Festival Cara e Cultura Negra desenvolveu uma série de atividades: capacitou dois mil professores; ganhou prêmios nacionais e internacionais; promoveu 50 oficinas; produziu dois livros e proporcionou visitas guiadas a mais de 10 mil alunos.

O evento também tem se destacado pela valorização dos artistas negros da cidade e do país, reconhecidos no Brasil e no exterior. Nas edições passadas, o Festival recebeu Negra Li, Sandra de Sá, Ellen Oléria e Dhi Ribeiro, entre outras.

Veja a programação completa em http://www.caraeculturanegra.com.br

Serviço:
15º Festival Cara e Cultura Negra

9 a 23 de setembro
Locais: Teatro Nacional Claudio Santoro (Setor Cultural Teatral Norte), Cine Brasília (Entrequadra Sul 106/107) e Espaço Cultural Renato Russo (Crs 508 – Asa Sul)
Entrada gratuita
Classificação Livre

Fonte: Estratosfera Comunicação e Consultoria

Villa Mix Lisboa inova e cria programa de voluntariado

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O Mundo é mix e inovador! Pela primeira vez na história, o Festival Villa Mix cria um programa de voluntariado para todos aqueles que procuram experiências com grandes eventos. O programa será implementado na segunda edição do Villa Mix Lisboa, que acontece na Altice Arena, nos dias 13 e 14 de setembro. Entre as funções disponíveis estão – Gestão de publico, logística, produção geral do festival, backstage, entre outros. Incrível, né?! Então, prepara-se, pois o festival dobrou de tamanho neste ano. O publico vai acompanhar uma maratona dobrada de entretenimento. Tudo isso ao som dos artistas já confirmados: Luan Santana, Jorge e Mateus, Wesley Safadão, Simone e Simaria, Gusttavo Lima, Mateus e Kauan, Alok, Xand Avião, Calema e Djodje. É isso mesmo! Todos eles vão soltar a voz do outro lado do Atlântico.

O palco dos shows, localizado no Parque das Nações, é o maior pavilhão de espetáculos Português e tem capacidade para receber um público em torno de 20 mil pessoas, que verão de perto a megaestrutura do Festival, e utiliza o mais moderno em termos de tecnologia, cenografia, iluminação, efeitos visuais e som.

Sucesso consolidado

O Villa Mix Festival teve sua primeira edição em 13 de fevereiro de 2011, em Goiânia. As duplas Humberto e Ronaldo, Jorge e Mateus e o cantor Gusttavo Lima cantaram sucessos para um público de aproximadamente 50 mil pessoas. Desde então, o evento não parou de crescer, chegando a Fortaleza no ano seguinte e dobrando o público.

Em 2013 e 2014, os shows ganharam um especial de fim de ano na Rede Globo, transformados no programa “Sintonize”. A megaestrutura de palco do VillaMix Festival 2013 foi considerado o maior da América Latina com 100 metros de comprimento e 20 metros de altura, com área total de 26 mil metros quadrados, além de três telas de LED, duas nas laterais e uma no fundo do palco, no total de 1125 metros quadrados. A estrutura de som foi a mesma utilizada no Rock in Rio 2013.

A quinta edição, em 2015, entrou para o “Guinness Wolrd Records” na categoria de maior palco do mundo, com altura de 52,34m. Em 2017, quebrou seu próprio recorde com um palco de 69,36m de altura e, pela primeira vez, contou com três atrações internacionais. Maluma, Rudy Mancuso e a cantora Demi Lovato.

Em 2018, foi a vez de Nick Jonas e Shawn Mendes. virem se apresentar no Brasil e do Villa Mix Festival chegar ao continente Europeu com o Villa Mix Lisboa..

Veja a programação das duas noites do Villa Mix Lisboa:

Sexta, 13 de setembro:

– Jorge e Mateus

– Wesley Safadão

– Simone & Simaria

– Matheus & Kauan

– Djodje

Sábado, 14 de setembro

– Luan Santana

– Gusttavo Lima

– Xand Avião

– Alok

– Calema

Fonte: R&D

Um dos cinco maiores do Brasil, festival completa 20 anos apostando na diversidade de linguagens

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Passado, presente e futuro em reflexões sobre arte, identidade e tudo aquilo que nos singulariza e distingue. Dramaturgias originais se somam a releituras de clássicos num grande e diverso panorama das artes cênicas contemporâneas. Esta é a promessa do CENA CONTEMPORÂNEA – Festival Internacional de Teatro de Brasília que, em 2019, celebra sua vigésima edição em seus 24 anos de existência. Na programação, espetáculos premiados no Brasil e no exterior ao lado de encenações que fazem sua estreia durante o festival. Para a abertura, apresentação única do celebrado “Antígona”, monólogo de Andréa Beltrão, sob a direção de Amir Haddad, no dia 20 de agosto, no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil. O 20º CENA CONTEMPORÂNEA é uma realização da Cena Promoções, sob a direção de Guilherme Reis, e conta com o patrocínio exclusivo do Banco do Brasil.

 

CENA CONTEMPORÂNEA é um dos cinco maiores festivais internacionais de artes cênicas do Brasil e o maior da região central do país. Desde 1995, tem sido responsável por apresentar, na capital brasileira, o que se produz de mais original e inovador no teatro e na dança mundiais. Com a apresentação de espetáculos e atividades paralelas como encontros e oficinas, o festival provoca a circulação de ideias, desperta reflexões, instiga a renovação de linguagens, estimula a produção cênica e gera parcerias internacionais.

 

Em 2019, ano em que celebra a 20ª edição, o festival contará com 17 espetáculos – dois deles internacionais -, além de duas leituras dramáticas, uma delas dirigida pelo premiado encenador Márcio Abreu e de performance inédita criada durante o evento, com o grupo ATA – Agrupação Teatral Amacaca, sob a orientação do espanhol David Climent (integrante do celebrado grupo loscorderos.sc, de Barcelona). O CENA ainda promoverá oficinas gratuitas, com temas como dramaturgia e desenho de iluminação.

 

Os espetáculos poderão ser vistos no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil, no Teatro Galpão, na Sala Multiuso e no Teatro de Bolso Robson Graia do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul, no Teatro SESC Garagem, no Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, Teatro SESC Paulo Gracindo Gama, em um edifício inacabado no Paranoá e no Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília. Os ingressos custam R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia) e clientes Ourocard Banco do Brasil terão desconto de 50% no valor da inteira.

 

O FESTIVAL

 

Releituras de mitos gregos se juntam a criações coletivas e narrativas contemporâneas na programação do 20º CENA CONTEMPORÂNEA. São encenações que propõem reflexões sobre amor, morte, identidade, raízes, como “O Desmanche das Musas”, espetáculo que reflete sobre a passagem do tempo, trazendo o trabalho do consagrado grupo La Zaranda, um dos mais estáveis da Espanha. Ou “Antígona”, o monólogo que rendeu a Andréa Beltrão, sob a direção do grande Amir Haddad, o prêmio de melhor atriz pela APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte. Também “A Ira de Narciso”, espetáculo com atuação sublime do premiado ator Gilberto Gawronsky, com direção de Yara de Novaes e texto do uruguaio Sergio Blanco; e “A Invenção do Nordeste”, com toda a criatividade do Grupo Carmim, do Rio Grande do Norte, refletindo sobre a identidade do nordestino. Além do belo “Sonhos na Areia”, da francesa Lorène Bihorel, escolhido como a melhor encenação pelo público do Festival de Avignon Off e “Para não Morrer”, com a atriz Nena Inoue, premiada com o Shell de melhor atriz de 2019, tratando sobre o resgate da memória.

 

A programação também reserva várias estreias. É o caso de “Furacão Carmen”, com texto do dramaturgo argentino Santiago Serrano especialmente escrito para os atores Murilo Grossi, de Brasília, e António Revez, de Portugal. Também “Prometea – Abutres, Carcaças e Carniças”, a mais nova direção do prestigiado encenador Hugo Rodas, com atualização do mito grego Prometeu como motor de uma reflexão sobre a importância da imaginação para a construção de novos paradigmas. “Festa de Inauguração” é o novo trabalho do celebrado Teatro do Concreto, com direção de Francis Wilker, e parte de um fato real: o achado de frases escritas no passado, pelos construtores do prédio do Congresso Nacional, dentro das paredes, com votos de tempos melhores para o Brasil. E “Sonhares” é título da nova encenação do Teatro do Instante, um dos grupos mais estáveis do Distrito Federal, com direção de Rita Castro.

 

Na grade de programação estão ainda espetáculos como “Os Saltimbancos”, remontagem do clássico musicado por Chico Buarque, com direção de Hugo Rodas – o texto encenado na década de 1970 por Hugo tornou-se o primeiro grande sucesso de público do teatro de Brasília. Em 2019, o diretor brasileiro-uruguaio volta à história inspirada em conto dos Irmãos Grimm, dirigindo o ATA – Agrupação Teatral Amacaca. “Invenções de Mundos” é um trabalho que parte de indagações sobre leveza, criatividade, contato humano para chegar ao movimento. E ainda “Mosh”, espetáculo que alia dança, teatro, poesia e música para tratar temas como a violência urbana, sob a direção do coreógrafo, bailarino, professor praticante de parkour e acrobata paulistano Diogo Granato.

 

NOVA DRAMATURGIA FRANCESA E BRASILEIRA – Além dos espetáculos, o CENA receberá, em primeira mão, a leitura dramática do texto “Pulverizados” (Pulvérisés), de Alexandra Badea, com tradução e direção do encenador Márcio Abreu. A leitura – com atores de Brasília selecionados pelo diretor – faz parte do projeto “A Nova Dramaturgia Francesa e Brasileira”, criado em parceria entre o Núcleo dos Festivais Internacionais de Artes Cênicas do Brasil, La Comédie de Saint-Étienne, Instituto Francês e Embaixada da França no Brasil. A iniciativa prevê duas etapas: na primeira, oito textos de autores franceses contemporâneos estão sendo traduzidos por diretores-autores brasileiros, serão publicados pela Editora Cobogó e encenados nos festivais que compõem o Núcleo. Em 2020, os autores brasileiros terão seus trabalhos traduzidos e publicados na França e encenados no Théâtre National de La Colline, em Paris, no Festival Actoral, em Marselha, e na Comédie de Saint-Étienne.

 

PROGRAMAÇÃO

 

Terça, 20.08

20h – Antígona – Andréa Beltrão (RJ) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil

 

Quarta, 21.08

18h30 – Leitura dramática – Dulcina Me Disse – Raissa Gregori (DF) – Sala Conchita – FBT

20h – Para não Morrer – com Nena Inoue (PR) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

 

Quinta, 22.08

19h – Tropeço – Tato Criação Cênica (PR/DF) – Teatro de Bolso Robson Graia do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – O Desmanche das Musas – La Zaranda (Espanha) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil

20h – Para não Morrer – com Nena Inoue (PR) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – Prometea, Abutres, Carcaças e Carniças – Grupo Desvio e Hugo Rodas (DF) – Teatro SESC Garagem – 913 sul

20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Newton Rossi – Ceilândia

 

Sexta, 23.08

19h – Tropeço – Tato Criação Cênica (PR/DF) – Teatro de Bolso Robson Graia do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – O Desmanche das Musas – La Zaranda (Espanha) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil

20h – Para não Morrer – com Nena Inoue (PR) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – Prometea, Abutres, Carcaças e Carniças – Grupo Desvio e Hugo Rodas (DF) – Teatro SESC Garagem – 913 sul

20h – Sonhares – Teatro do Instante (DF) – Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília

20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Newton Rossi – Ceilândia

 

Sábado, 24.08

19h – Tropeço – Tato Criação Cênica (PR/DF) – Teatro de Bolso Robson Graia do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – A Invenção do Nordeste – Grupo Carmim (RN) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil

20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Newton Rossi – Ceilândia

20h – Mosh – Diogo Granato (DF) – Teatro SESC Garagem (913 sul)

20h – Sonhares – Teatro do Instante (DF) – Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília

20h – Sambada do Boi de Chuva no Terreiro do Mundo – Cia Lua no Meio do Céu (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – Os Saltimbancos – ATA Agrupação Cultural Amacaca, direção Hugo Rodas (DF) – Teatro SESC Paulo Gracindo (Gama)

 

Domingo, 25.08

18h – Tropeço – Tato Criação Cênica (PR/DF) – Teatro de Bolso Robson Graia do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – A Invenção do Nordeste – Grupo Carmim (RN) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil

20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Newton Rossi – Ceilândia

20h – Sonhares – Teatro do Instante (DF) – Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília

20h – Mosh – Diogo Granato (DF) – Teatro SESC Garagem – 913 sul

19h – Sambada do Boi de Chuva no Terreiro do Mundo – Cia Lua no Meio do Céu (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – Os Saltimbancos – ATA Agrupação Cultural Amacaca, direção Hugo Rodas (DF) – Teatro SESC Paulo Gracindo (Gama)

 

Segunda, 26.08
17h e 20h – Invenções de Mundos – Coisazul (DF) – Teatro SESC Garagem – 913 sul
16h – Os Saltimbancos – ATA Agrupação Cultural Amacaca, direção Hugo Rodas (DF) – Teatro SESC Paulo Gracindo (Gama)

19h – Lançamento do livro e leitura dramática do texto Pulverizados (Pulvérisés), sob direção de Márcio Abreu (PR) – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

 

Terça, 27.08

17h e 20h – Invenções de Mundos – Coisazul (DF) – Teatro SESC Garagem – 913 sul

20h – A Ira de Narciso – Gilberto Gawronsky (RJ) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil

20h – Festa de Inauguração – Teatro do Concreto (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

 

Quarta, 28,08

20h – A Ira de Narciso – Gilberto Gawronsky (RJ) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil

20h – Festa de Inauguração – Teatro do Concreto (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – Mosh – Diogo Granato (DF) – Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia

 

Quinta, 29.08

20h – Festa de Inauguração – Teatro do Concreto (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Garagem – 913 sul

20h – Mosh – Diogo Granato (DF) – Teatro SESC Newton Rossi – Ceilândia

16h – Teorema 21 – Grupo XIX de Teatro (SP) – Qd 33 Área especial S/N – Paranoá

 

Sexta, 30.08

17h e 20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Garagem – 913 sul

17h e 20h – Invenções de Mundos – Coisazul (DF) – Teatro SESC Newton Rossi – Ceilândia

20h – Festa de Inauguração – Teatro do Concreto (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – Sonhos na Areia – Lorène Bihorel (França) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil

20h – Sonhares – Teatro do Instante (DF) – Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília
16h – Teorema 21 – Grupo XIX de Teatro (SP) – Qd 33 Área especial S/N – Paranoá

 

Sábado, 31.08

11h e 16h – Canto do Medo – IV Festival Primeiro Olhar (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

17h e 20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Garagem – 913 sul

20h – Sonhos na Areia – Lorène Bihorel (França) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil

20h – Performance ATA – Agrupação Teatral Amacaca (DF), direção de José Celso Martinez Correa (SP) e David Climent (Espanha) – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

20h – Sonhares – Teatro do Instante (DF) – Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília

20h – Mosh – Diogo Granato (DF) – Teatro SESC Paulo Gracindo – Gama

 

Domingo, 01.09

11h e 16h – Canto do Medo – IV Festival Primeiro Olhar (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

16h – Os Saltimbancos – ATA – Agrupação Teatral Amacaca, direção Hugo Rodas – Teatro SESC Newton Rossi – Ceilândia

17h e 20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Garagem – 913 sul

20h – Sonhos na Areia – Lorène Bihorel (França) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil

20h – Sonhares – Teatro do Instante (DF) – Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília

20h – Mosh – Diogo Granato (DF) – Teatro SESC Paulo Gracindo – Gama

 

SINOPSES

(por data de apresentação)

 

20 de agosto, às 20h

CCBB – Teatro

ANTÍGONA
Andrea Beltrão (RJ)

Numa atuação que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Andréa Beltrão estrela o espetáculo baseado na tragédia do grego Sófocles, com direção de Amir Haddad. “Antígona” foi escrita em 441 a.C. e é reconhecida por enaltecer o poder feminino. A jovem Antígona é a última descendente dos que originaram a cidade de Tebas, na Grécia. Na peça, uma jovem princesa enfrenta a ordem do rei Creonte de deixar sem sepultura seu irmão que lutou na guerra. Mas ao contrário do autor original (que partiu do mito já conhecido para chegar ao teatro), na Antígona de Haddad e Andrea, parte-se do teatro para chegar ao mito que dá nome ao espetáculo.

Uma das preocupações da montagem é colocar as pessoas a par dos acontecimentos míticos. Na Grécia antiga, o público sabia, de antemão, quem eram os personagens que apareciam e eram citados no texto: o temperamento, a genealogia e a história dos deuses e mitos fazia parte do cotidiano. Então, a partir disso, o público consegue ir mais fundo na mensagem de Sófocles.

Amir Haddad dirigiu grupos alternativos na década de 1970 e fundamentou uma linha de trabalho que inclui a disposição não convencional da cena, a desconstrução da dramaturgia, a utilização aberta dos espaços cênicos e a interação entre atores e espectadores. Na década de 80 fundou o Grupo Tá na Rua, do qual faz parte até hoje. 

Com: Andrea Beltrão

Autoria: Sófocles

Tradução: Millôr Fernandes

Dramaturgia: Amir Haddad e Andrea Beltrão

Direção: Amir Haddad

DURAÇÃO: 60 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos

 

 

21, 22 e 23 de agosto, às 20h

Teatro Galpão – Espaço Cultural Renato Russo

PARA NÃO MORRER

Nena Inoue (PR)

Com dramaturgia de Francisco Mallmann e parceria de criação de Babaya Morais, o monólogo aborda temáticas feministas. Escrito em 1997, o livro “Mulheres”, de Eduardo Galeano, recupera a biografia de várias personagens históricas, uma homenagem às mulheres – célebres e anônimas – em especial da América Latina. O espetáculo trata das mulheres de hoje, do que está adormecido, das coisas esquecidas que precisamos despertar. Sentada em uma poltrona, a atriz apresenta uma limitação física, que não a impede de falar e interseccionar vivências e aprendizados, evocando presenças, alternando ao mesmo tempo força e ternura. Uma homenagem às mulheres, de ontem e de hoje.

O espetáculo deu a Nena Inoue o Prêmio de Melhor Atriz de 2017, do Governo do Estado do Paraná, e em março de 2019, o Prêmio Shell de Melhor Atriz, no Rio de Janeiro.

Idealizadora e Atriz – Nena Inoue

Parceria de Criação – Babaya Morais

Dramaturgia – Francisco Mallmann (a partir da obra de Eduardo Galeano)

Iluminação – Beto Bruel

Criação de Figurinos/Adereços – Carmen Jorge

Cenário – Ruy Almeida

DURAÇÃO: 60 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos

 

 

22, 23, 24 às 19h e 25 às 18h

Teatro de Bolso Robson Graia do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

TROPEÇO

Tato Criação Cênica (PR/DF)

Tropeço quer dar vida ao simples. Sobre uma mesa, com baús e alguns pequenos objetos, cria-se um mundo onde dois atores manipuladores e suas mãos dão vida a duas personagens: duas velhas que moram juntas. Vemos a velhice com a sua solidão e suas pequenas ações rotineiras, porém num universo de sutileza e extravagância, poesia e comicidade construídas por mãos que andam, dançam, bebem, respiram, riem e choram. Tropeço é parte de uma pesquisa em dramaturgia física, onde a fragmentação de parte do corpo ganha personalidade através do movimento.

A Tato Criação Cênica foi formada no ano de 2004, por Dico Ferreira e Katiane Negrão, mantendo desde então atividades ininterruptas. A obra Tropeço já foi apresentada mais de mil vezes no Brasil e em outros 10 países, tendo sido várias vezes premiada em importantes festivais, o mais recente em 2017, no Festival de Marionetes e Artes de Rua de Ovar, em Portugal. Em outubro, Tropeço participará do X International Puppet Theatre Festival Obraztsov, em Moscou.

Concepção e atuação: Katiane Negrão e Dico Ferreira

Colaboração dramatúrgica: Juliana Capilé

Produção e Figurino: Luciana Falcon

DURAÇÃO: 45 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos

 

 

22 e 23 de agosto, às 20h

CCBB – Teatro

O DESMANCHE DAS MUSAS / EL DESGUACE DE LAS MUSAS

La Zaranda, Teatro Inestable de Ninguna Parte (Espanha)

A cortina de lantejoulas revela cheiro de suor e desinfetante. As notas musicais estão espalhadas na penumbra. Preguiça de roupões de banho, moletons e collants remendados, vestidos desplumados, bugigangas brilhantes e acessórios para microfones. A careta da morte escondida atrás da maquiagem barata. O espetáculo apresenta a alegoria de uma cultura que apenas aguarda seu colapso, num espaço insalubre onde um núcleo de artistas isolados resiste, exausto, entre a resignação e a amargura, sem qualquer heroísmo, à mercê de uma época que renuncia ao poético.

Com mais de 40 anos de vida, La Zaranda, Teatro Inestable de Ninguna Parte é um dos mais importantes grupos teatrais da Espanha. A companhia se caracteriza por uma profunda reflexão da realidade, entendida como um ponto de encontro entre um futuro que não chega e um passado sempre presente. Seus espetáculos não apresentam respostas, ao contrário, agem como a consciência do espectador, para quem o grupo planta palavras na forma de imagens.

Elenco: Gabino Diego, Inma Barrionuevo, Francisco Sánchez, Gaspar Campuzano,
Enrique Bustos e Mª Ángeles Pérez-Muñoz

Texto: Eusebio Calonge

Direção: Paco de La Zaranda

DURAÇÃO: 1 hora e 40 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 anos

Apoio: Embaixada da Espanha

Espetáculo falado em espanhol e legendado em português

 

 

*Estreia

22 a 25 de agosto, 20h

Teatro SESC Newton Rossi (Ceilândia)

29 de agosto, 20h

30 e 31 de agosto e 1o. de setembro, 17h e 20h

Teatro SESC Garagem

FURACÃO CARMEN

António Revez e Murilo Grossi (Portugal / Brasil)

Malecón da cidade de Havana. Um furacão avança pelo horizonte. O céu e os ventos são ameaçadores. Dois homens, desconhecidos entre si, esperam uma mulher. Eles não têm noção do perigo que se avizinha do mar. Têm apenas a certeza de terem conhecido a mulher de suas vidas e estão dispostos a tudo para conquistar para sempre esse amor. Eles brincam, brigam, descobrem origens comuns e não se assustam com os avisos do furacão Carmen que se aproxima pouco a pouco.

FURACÃO CARMEN foi especialmente concebida para os atores Murilo Grossi e António Revez. O texto tem a marca da escrita do argentino Santiago Serrano, um autor que tem sido cada vez mais encenado no Brasil. A obra do dramaturgo foi inicialmente conhecida no País através da encenação de “Dinossauros”, espetáculo que inaugurou o Espaço Cena em Brasília em 2005, deu origem ao Grupo Cena e transitou pelo Brasil e pelo exterior durante dez anos. A partir de então, o talento de Santiago Serrano reproduziu-se em textos como “Fronteiras”, “Eldorado”, “Noctiluzes”, “Autópsia de um Beija-Flor”, em encenações assinadas por coletivos de Brasília, São Paulo, Bahia e outros estados brasileiros.

Murilo Grossi, nascido em 1964, é ator e diretor brasileiro, radicado em Brasília e com ampla atuação no cinema e na televisão. Graduado em ciências sociais e bacharel em artes cênicas pela Universidade de Brasília, atuou sob a direção de alguns dos mais importantes encenadores do DF e dirigiu espetáculos como ‘Cabaré das Donzelas Inocentes’.

António Revez nasceu em Lisboa em 1972. Iniciou a sua atividade como ator em 1992. Em 1997, funda a Lendias d’ Encantar onde acumula as funções de diretor artístico, ator e encenador. É diretor do FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo.

Com: António Revez e Murilo Grossi

Texto: Santiago Serrano

Direção: Murilo Grossi e Sérgio Sartorio

DURAÇÃO: 60 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos

Apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura

 

 

*estreia

22 a 23 de agosto, 20h

Teatro SESC Garagem

PROMETEA – ABUTRES, CARCAÇAS E CARNIÇAS

Dois abutres amorais se alimentam da noite dos outros. Eles aguardam o fim do mundo enquanto atos políticos e jogos de poder se repetem indefinidamente na história da humanidade. Uma incendiária procura pessoas para atiçar seus espíritos e instigar uma revolução que está em curso. Um ditador é queimado numa festa antropofágica. O eterno retorno de uma quarta-feira de cinzas fatídica se repete no tempo. Deus foi queimado e suas cinzas foram salpicadas sobre os homens. Uma delicada e amorosa garoa adocicou a poeira deixada pelas chamas. O barro da criação. O barro da imaginação. Dessa lama primordial, nasceu Prometea, abutres, carcaças e carniças. A peça se apropria da mitologia em torno do titã Prometeu para investigar o incrível ato de imaginar e sua necessidade para os processos político-sociais do mundo de hoje.

Nascido no Uruguai e radicado há 40 anos no Brasil, Hugo Rodas firmou-se como um dos mais talentosos e importantes artistas de sua geração, como ator, diretor, bailarino, coreógrafo, cenógrafo, figurinista e professor de teatro. Sua trajetória sempre esteve ligada aos coletivos com os quais trabalha, desde o Grupo Pitú, nas décadas de 70, e de 80 – quando também ocorrem as primeiras experiências com Antônio Abujamra, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), e com José Celso Martinez Corrêa, no Teatro Oficina – passando pelo Teatro Universitário Candango (TUCAN), assim como pela Companhia dos Sonhos e, atualmente, na Agrupação Teatral Amacaca (ATA). É responsável por alguns dos maiores sucesso do teatro e dança de Brasília e recebeu diversos prêmios ao longo da carreira.  

Direção, Cenografia e Figurino: Hugo Rodas

Dramaturgia: Gil Roberto

Assistente de Direção: Rodrigo Fischer

Elenco: Gil Roberto e Micheli Santini

Direção Musical: João Lucas

Músico/Operação de Som: Rafael Gama

Produção: Criativa Empreendedorismo

Design de Vídeo: Fernando Gutierrez

Iluminador: Camilo Soudant

Fotografia: Diego Bresani

Design gráfico: Luísa Malheiros

DURAÇÃO: 70 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos

Patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura – FAC

 

 

*Estreia

23 a 25 de agosto e 30 e 31 de agosto e 1o de setembro, 20h

Jardim Botânico de Brasília – Centro de Excelência do Cerrado

SONHARES

Teatro do Instante (DF)

Espetáculo teatral com quatro tendas e uma presença comum: a Memória, figura mitológica que tem como companheiras a Morte e a Imaginação, envoltas num tempo circular que abarca passado, presente e futuro. Com direção de Rita de Almeida Castro, coordenadora do Teatro do Instante e do grupo de pesquisa Poéticas do Corpo, o espetáculo acontece em tendas, nas quais as pessoas irão transitar e interagir com narrativas independentes e interdependentes entre si.

O Grupo O Teatro do Instante é um coletivo de investigação cênica de Brasília que completou 10 anos de atividade em fevereiro de 2019. Neste período criou vídeos, performances e seis espetáculos, sendo um deles em colaboração com artistas do Teatro O Bando de Portugal, sob a direção de João Brites. O Coletivo é ligado ao grupo de pesquisa institucional Poéticas do Corpo da Universidade de Brasília – UnB, que aglutina pesquisadores brasilienses em artes cênicas.

Direção Artística: Rita de Almeida Castro

Codireção: William Ferreira

Dramaturgia: O grupo

Colaboração Dramatúrgica: Valéria de Castro

Consultoria Artística: Giselle Rodrigues

Elenco: Alice Stefânia, Ana Borges, Carmen Mee, Débora Dodd e Natália Solorzano

Produção musical e Sound Design: Felipe Castro Praude e Glauco Maciel

Cenógrafo e Figurinista: Roustang Carrilho

Colaboração Artística: Kênia Dias

Arte Computacional: Carlos Praude

Desenho de Luz: Moisés Vasconcelos

Fotografia: Diego Bressani

Design gráfico: Christus Nóbrega

Assessoria de Imprensa: Objeto Sim

Produção Executiva e Coordenação de Produção: Guilherme Angelim (Guinada Produções)

Lotação máxima: 30 espectadores / Verifique as condições de acesso

DURAÇÃO: 80 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos

Apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura

 

 

24 e 25 de agosto, às 20h

CCBB – Teatro

A INVENÇÃO DO NORDESTE

Grupo Carmin (RN)

Um diretor é contratado por uma grande produtora para realizar a missão de selecionar um ator nordestino que possa interpretar com maestria um personagem nordestino. Depois de vários testes e entrevistas, dois atores vão para a final e o diretor tem sete semanas para deixá-los prontos para o último teste. Durante as sete semanas de preparação, os atores refletem sobre sua identidade, cultura, história pessoal e descobrem que ser e viver um personagem nordestino não é tarefa simples.

A encenação, inspirada na obra homônima do Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Jr., investiga os mecanismos estéticos, históricos e culturais que contribuíram para a formação de uma visão do nordeste brasileiro como um espaço idealizado, deslocado do processo histórico e imune ao impacto das grandes transformações sociais. A identidade nordestina entra em cheque. Afinal, existiria apenas uma identidade nordestina?

Em 2019, “A Invenção do Nordeste” ganhou o Prêmio Cesgranrio de Melhor Espetáculo; Prêmio Shell de Melhor Dramaturgia; Prêmio Botequim Cultural de Melhor Autor; Prêmio do Humor de Melhor Dramaturgia, Direção e Espetáculo e o Prêmio APTR – Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro, nas categorias “Autor” e “Ator Coadjuvante”.

Com: Henrique Fontes, Mateus Cardoso e Robson Medeiros

Direção e figurino: Quitéria Kelly

Assistência de direção, dramaturgia audiovisual e desenho de luz: Pedro Fiuza

Consultoria histórica e de roteiro: Durval Muniz de Albuquerque Jr.

Direção de arte e cenografia: Mathieu Duvignaud

Dramaturgia: Henrique Fontes e Pablo Capistrano

Preparação corporal: Ana Claudia Albano Viana

Preparação vocal: Gilmar Bedaque

Trilha original: Gabriel Souto/Toni Gregório.

DURAÇÃO: 60 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos

 

 

24 a 25 de agosto, 20h

Teatro SESC Garagem

28 e 29 de agosto, 20h
Teatro SESC Newton Rossi (Ceilândia)

31 de agosto e 01 de setembro, 20h
Teatro SESC Paulo Gracindo (Gama)

MOSH

Diogo Granato (DF)

Mosh ou Mosh Pit é como se chama, em português, a roda punk ou bate-cabeça que se vê em alguns shows de rock. A ação serve de mote para a abordagem das diversas formas em que se manifesta a violência masculina. A obra incorpora dança, teatro, poesia e música, numa ficção que ganha contornos pessoais a partir da personalidade dos três interpretes: Carolina Höfs, Juliano Coacci e Renato Alvarenga.

O espetáculo tem direção do coreógrafo, bailarino contemporâneo, professor praticante de parkour e acrobata paulistano Diogo Granato, premiado, em 2006, como melhor intérprete pela APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, com atuação como intérprete criador em grupos como a Cia Nova Dança.

Dramaturgia: Diogo Granato, Juliano Coacci e Renato Alvarenga

Direção: Diogo Granato

Elenco: Carolina Höfs; Juliano Coacci; e Renato Alvarenga

Direção musical, sonoplastia e música ao vivo: Rafael Leporace Farret

Direção de arte: Maíra Carvalho

Concepção de luz e operação: Ana Quintas

Arte gráfica: Jana Ferreira

Assessoria de imprensa: Território Assessoria de Comunicação

Produção executiva: Guinada Produções

Direção de produção: Guilherme Angelim e Mateus de Medeiros

DURAÇÃO: 60 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos

 

 

24 de agosto, 20h e 25 de agosto, 19h

Teatro Galpão – Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

Fonte: Objeto Sim

Festival de Cruzeiros em Brasilia

Brasília foi escolhida pela Norwegian Cruise Line Holding- NCLH, em parceria com  a Pier Viagens, para sediar seu primeiro Festival de Cruzeiros na capital federal, que acontece no próximo dia 16 de março no Shopping  Casa Park, na Asa Sul.

O evento, dedicado exclusivamente ao mercado de Brasilia será estruturado como um acolhedor lounge na Praça Central do shopping, onde a  Pier Viagens e mais quinze agentes co-participantes receberão seus clientes e frequentadores do shopping para conhecer as muitas opções da Norwegian Cruise Line Holdings para férias de cruzeiros.

Durante o evento, que vai das 10hs às 22hs, especialistas da Norwegian Cruise Line darão apoio ao evento, respondendo às informações solicitadas sobre quaisquer detalhes de roteiros e peculiaridades dos navios da frota Norwegian e da Oceania Cruises, marcas da NCLH enquanto em  grandes monitores as imagens e vídeos das companhias estarão sendo exibidas.

“Este evento faz mais do que aproximar as duas pontas do negócio – vendedor e comprador – num mesmo local, aberto ao público. Ele oferece o acesso às marcas, com pessoal qualificado da NCLH  que poderá falar diretamente ao comprador, respondendo às suas questões na hora. Além de reforçar a  credibilidade  nos produtos ainda é um importante acelerador na decisão da compra.”, enfatiza Estela Farina, diretora da NCLH no Brasil.

Aberto também aos visitantes do shopping, durante o evento serão feitas diversas apresentações sobre a experiência a bordo e os  destinos visitados e os clientes poderão  adquirir ali mesmo seu cruzeiro, durante todo o dia, com condições especiais.

As marcas NCLH no Festival

Entre as novidades que estarão sendo mostradas durante o Festival de Cruzeiros estão  o lançamento  do Norwegian Encore, o novo navio da companhia dedicado ao Caribe,  que fará sua primeira viagem em 24 de novembro deste ano e da temporada de cruzeiros no Alasca, agora com dois Big Ships da Norwegian para 4 mil hóspedes cada: o Norwegian Joy, que acaba de ser totalmente remodelado e o Norwegian Bliss, um dos navios de maior sucesso da companhia, além do Norwegian Jewel   que de maio a setembro estarão cumprindo viagens semanais no Alasca. Também serão enfatizados os cruzeiros no Caribe, um dos destinos favoritos dos brasileiros, e exibidas as novidades de cruzeiros na Europa onde a Norwegian terá seis navios durante o verão, com cruzeiros variando de 7 a 14 dias e roteiros variadíssimos, por todo o Velho Mundo. Outros destinos como Havai, Oriente e Australia  também são opções da Norwegian cuja frota é de 17 navios.

Já a Oceania Cruises, outra marca NCLH, voltada o mercado de luxo, terá à disposição dos visitantes do Festival de Cruzeiros todas as informações sobre sua frota e roteiros. Além de ter sido seguidamente premiada como a Melhor Cozinha do Mar, a Oceania Cruises é também especialista em destinos, visitando portos pitorescos e únicos e estabelecendo rotas que a diferenciam das demais companhias. Seus seis navios intimistas e inspirados por designers – Regatta, Nautica Insignia, Sirena, para 684 hóspedes e Marina e Riviera, para 1250 hóspedes – visitam mais de 450 portos em toda a Europa, Alasca, Ásia, África, Austrália, Nova Zelândia, Nova Inglaterra-Canadá, Bermudas, Caribe, Canal do Panamá, Tahiti e Pacífico Sul , além de realizar as épicas Viagens de Volta ao Mundo que variam de 180 a 200 dias.

Festival de Cruzeiros NCLH

Local: Praça Central do Casa Park

Data: 16/03

Horário: 10h às 22h

Fonte: Press To