Festival Curta Brasília traz filmes inéditos em realidade virtual de diversos países em seu metaverso a partir desta quarta-feira (8) 

O público vai poder conferir durante cinco dias curtas-metragens nacionais e internacionais em sua plataforma digital e totalmente gratuita. Para participar basta acessar o site www.curtabrasilia.com.br 

Consolidado como um dos principais festivais brasileiros de curta-metragem, o Festival Curta Brasília comemora, neste ano, uma década. E para iniciar a celebração de suas 10 primaveras, preparou uma programação online e totalmente gratuita, de quarta-feira a domingo, 8 a 12 de dezembro, com mostras em realidade virtual com curtas nacionais e internacionais, em sua maioria inéditos no Brasil até o momento. 

Assim como em 2020, a edição será online e vai acontecer no próprio metaverso do Festival,  que permite não apenas o acesso aos filmes em 360º e 2D gratuitamente pelo computador, como também a criação e interação entre avatares escolhidos pelo público com passeio imersivo em ambiente com estética retrofuturista, criada pela VP Events. 

“Esse será nosso segundo ano com este modelo de Festival, com uma plataforma de realidade virtual, onde recebemos um público de 11 países, somando mais de 5.400 visualizações durante quatro dias em 2020. Enxergamos que esta nova forma de interação social após o contexto da pandemia é de grande valia e nos possibilita alcançar um grande público sem as barreiras que o ambiente físico nos limita. A programação traz esse conceito de retrofuturismo, mas de uma forma que coloca em destaque os direitos humanos, as mudanças climáticas e as desigualdades sociais que avançam mesmo com tecnologias mais presentes a cada dia”, explica Ana Arruda, diretora do Festival. 

Pioneiro na América Latina 

Desde 2016, e sendo o primeiro festival da América Latina com programação de cinema de 360˚, o Curta Brasília apresenta uma área exclusiva de cinema de realidade virtual.  Com um histórico de parcerias internacionais, workshops e laboratórios voltados para as narrativas imersivas, criando uma ponte entre o público e as novas tecnologias.

Formato híbrido – presencial e virtual 

Em 2021, o Curta Brasília retornou com suas atividades presenciais no Festival Hors Pistes do Centre Pompidou de Paris, realizado pela Aliança Francesa de Brasília, com a CVR – mostra de realidade virtual – no contexto do Novembre Numérique, em parceria com a Embaixada da França. “O intuito é seguir em 2022 com essas atividades que realizamos neste ano, para comemorar os 10 anos do nosso Festival e expandir para todos os públicos, tanto para os brasileiros quanto para os estrangeiros”, antecipa Ana. 

Filmes que vão estar presentes na mostra

Com patrocínio da Embaixada do Reino dos Países Baixos e da Embaixada da França, e  apoio da Embaixada da Espanha, com parceria do Instituto Cultural da Dinamarca, o festival é realizado pela Sétima Cinema, e a Mostra CVR de Realidade Virtual vai apresentar alguns curtas-metragens inéditos produzidos nesses países, além da retrospectiva com alguns convidados. 

A abertura oficial acontece na quarta-feira, às 19h,  com o evento chamado Aglomeração Virtual, onde visa reunir o maior número de participantes de todo o mundo em seu metaverso. A programação vai contar com um debate com o diretor João Inada (do premiado filme “Na Pele”) e a produtora Thamyra Tâmara (GatoMídia), atuantes no Complexo do Alemão e em periferias do Brasil com projetos sociais e artísticos. O debate vai abordar tecnologia e afrofuturismo, como democratizar e cocriar realidades e narrativas mais acessíveis para todes. Para quem quiser acompanhar, basta acessar o canal do Youtube oficial do evento (Festival Curta Brasília).

A Holanda, referência em políticas em prol dos direitos humanos e resoluções na questão das mudanças climáticas, segue parceria com o Festival, trazendo reflexões ao grande público por meio do cinema e da realidade virtual. 

A programação dos curtas holandeses vai abordar a diversidade, explorando narrativas tradicionais e imersivas para falar sobre identidade, como é o caso do filme Jordy in Transitland, de Willem Timmers.  O empoderamento e auto-aceitação, fazem parte do curta Munya in mij, de Mascha Halberstad, e a forma de lidar com desafios cotidianos distorcendo sua realidade com estilo bem-humorado, está presente no curta Jacco’s film, de Daan Bakker. Alguns filmes fazem parte da retrospectiva de 10 anos, revisitando edições do Festival com destaques. 

O Festival, desde sua segunda edição, conta com a parceria da Embaixada da França que, neste ano, vai promover um debate sobre metaverso, realidade virtual e especulações do futuro. Com os especialistas franceses Damien Gires e Guillaume Lucas da Hervé de Paris, grupo que é referência em realidade virtual, com histórico de atuação com o Brasil. A mediação será feita por Mariana Brecht, roteirista e narrative designer de experiências imersivas premiadas, como “A Linha” e “YUKI”. 

Entre os títulos, premiados curtas serão exibidos, como o curta francês The Real Thing, de  Benoit Felici e Mathias Chelebourg. O filme faz uma viagem para uma cópia do nosso mundo, uma realidade paralela arquitetônica de outros países, com réplicas de obras em ambiente residencial na China, com ares de ficção científica. Na programação de filmes franceses, Odyssée, de François Vautier, também está na mostra. Este promove uma experiência de realidade virtual que vai além do convite à viagem, não só esclarecendo as intenções monumentais de Kubrick, mas também revelando uma das chaves da obra nunca antes evocada. Outro destaque fica por conta de I Gotta Look Good for the Apocalypse, de Ayce Kartal, que simula uma possível realidade social impulsionada por momentos epidêmicos e de metaversos.

A Espanha estará presente com o filme M.O.M que mostra como a inteligência artificial pode afetar as relações afetivas humanas de uma forma decisiva, revelando um futuro mais próximo e possível do que imaginaríamos. Já o documentário espanhol Symphony mostra a potencialidade da narrativa imersiva para mergulhar no universo da música desde a concepção de uma composição, a construção de um instrumento até a experiência de estar dentro da orquestra. 

O destaque brasileiro fica por conta do filme Na Pele, de João Inada, exibido em festivais como IDFA – Competition for Digital Storytelling 2020, South by Southwest (SXSW) e Luxembourg City Film Festival.

Confira todos os curtas que vão estar presentes na mostra 

Na Pele (360˚) 

Dir. João Inada, 23 min. 2020, Brasil, Luxemburgo, China, Alemanha

Jordy in Transitland (2D) 

Dir. Willem Timmers, 06 min. 2016, Holanda 

Munya in mij (2D)

Dir. Mascha Halberstad, 20 min. 2013, Holanda

Jacco’s film (2D)

Dir. Daan Bakker, 17 min. 2009, Holanda

Meet the Soldier (360˚)
Dir. Teddy Cherim, 21. 2018, Holanda e Uganda 

The Real Thing (360˚)

Dir. Benoit Felici e Mathias Chelebourg, 16 min. 2018, França

Odyssey 1.4.9 (360˚)
Dir. François Vautier, 07 min. 2019, França 

I Gotta Look Good for the Apocalypse (2D)
Dir. Ayce Kartal, 5 min. 2021, França

M.O.M (2D)

Dir. Patrícia Huguet, 19 min. 2021, Espanha

Symphony (2D)

Dir. Igor Cortadellas, 14 min. 2020, Espanha

Less than Human (2D)

Dir. Steffen Bang Lindholm, 06 min. 2016, Dinamarca 

Bacchus (2D)

Dir. Rikke Alma Krogshave Planeta, 05 min. 2018,  Dinamarca 

Serviço:

Festival Curta Brasília 2021

CVR – Mostra de Realidade Virtual

Quando: 08 a 12 de dezembro 

Acesso gratuito pelo site Curta Brasília 

Instagram: @festivalcurtabrasilia 

Debates transmitidos no canal oficial do evento: festivalcurtabrasilia

Festival Curta Brasília anuncia filmes selecionados para a mostra nacional

Nona edição do festival será realizada entre os dias 17 e 21 de dezembro, e contará com mostra competitiva em formato inédito 100% online pelo site www.curtabrasilia.com.br


O Festival Curta Brasília anunciou os curtas-metragens que vão concorrer aos prêmios da Mostra Nacional. Realizado anualmente pela Sétima Produções, o festival premia os melhores curtas produzidos entre 2019 e 2020, e, para a sua nona edição, o evento será realizado em formato totalmente online pelo próprio site www.curtabrasilia.com.br , devido a pandemia do novo coronavírus.

Sobre as inscrições

Neste ano as inscrições de filmes para a mostra competitiva bateu recorde mais uma vez. Foram 1.114 curtas-metragens inscritos de todas as regiões do Brasil, sendo cuidadosamente analisadas pela comissão de curadoria, sob coordenação de Arthur B. Senra. Após intenso trabalho de avaliação, 15 curtas foram selecionados.

A Barca
Dir. Nilton Resende, Ficção (2019) – Maceió (AL)

À beira do planeta mainha soprou a gente
Dir. Bruna Barros e Bruna Castro, Documentário (2020) – Salvador (BA)

A terra das muitas águas
Dir. Catu Rizo, Ficção (2019) – Nilópolis (RJ);

A terra em que pisar
Dir. Fáuston Da Silva, Ficção (2019) – Estrutural (DF)

Ainda te amo demais
Dir. Flávia Correia, Documentário (2020) – Maceió (AL)

As rendas de dinho
Dir. Adriane Canan, Documentário (2019) – Florianópolis (SC)

Exu matou um pássaro
Dir. Vinicius Sassine, Documentário (2020) – Brasília (DF)

Filme de domingo
Dir. Lincoln Péricles, Híbrido (2020) – São Paulo (SP)

Inabitáveis
Dir. Anderson Bardot, Ficção (2020) – Vila Velha (ES)

Inabitável
Dir. Matheus Farias e Enock Carvalho, Ficção (2020) – Recife (PE)

Joãosinho da Goméa – O rei do candomblé
Dir. Janaina Oliveira Refem e Rodrigo Dutra, Documentário Experimental (2019) – Duque de Caxias (RJ)

Mãtãnãg, a encantada
Dir. Shawara Maxakali e Charles Bicalho, Animação (2019) – Belo Horizonte (MG)

Mundo Pequeno
Dir. Gustavo Amora e Cícero Fraga, Documentário (2019) – Brasília (DF)

Os últimos românticos do mundo
Dir. Henrique Arruda, Ficção (2020) – Recife (PE)

Quantos eram pra tá?
Dir. Vinícius Silva, Ficção (2019) – São Paulo (SP).

“Chama atenção para sobre filmes selecionados algumas costuras de programação que traçam pontos em comum entre os filmes. Vários dos curtas inscritos e em especial os selecionados, trazem a presença da diversidade religiosa no Brasil, além da relação com a música, e do trabalho e a busca por igualdade de direitos. Se sobressaíram em diversas obras a importância das relações de afeto, da empatia e lugares que proporcionam segurança para a existência das várias formas de amor, de resistência e de fé. Os filmes selecionados apresentam proposições a partir do Brasil como ponto de partida para se pensar em nosso país”, comenta Arthur B. Senra, coordenador de curadoria da seleção.

Novidades
Uma novidade deste ano é que a Mostra Tesourinha, dedicada para a exibição de produções locais (Brasília), se tornou um selo dos filmes do DF, compondo a programação, ou seja, participarão da mostra competitiva nacional e concorreram a prêmios específicos para a produção local.

Sobre o Festival Curta Brasília
O Festival Curta Brasília nasceu em 2012 focado em exibir, difundir e valorizar filmes curtas-metragens brasilienses, brasileiros e internacionais. Desde então, foram realizadas 8 edições ininterruptas com mais de 7 mil inscrições de filmes de todo o Brasil. Com grande sucesso de público e crítica, o Curta exibiu quase 700 curtas, sendo 440 nacionais, 125 do DF e 153 internacionais. Desde 2015, ampliou a circulação e extensão de suas ações com circuitos itinerantes de exibição nacionais e internacionais, além de promover o intercâmbio de realizadores brasileiros em cidades como Paris, Cannes, Nice e Bogotá. O Festival trabalha intensamente na iniciativa de divulgar em todas as janelas durante o ano inteiro, em cineclubes e espaços culturais, firmando parcerias como o programa “Curta Brasília na Globo” e sessões anuais na Casa Doc’ em Nice e na Cinemateca de Paris.

Serviço
9º Festival Curta Brasília

Quando: 17 a 21 de dezembro de 2020
Onde: Formato inédito, 100% online, via https://www.curtabrasilia.com.br/
Para mais informações: https://www.curtabrasilia.com.br/ e @festivalcurtabrasilia.

Festival Curta Brasília lança campanha de financiamento coletivo para ampliar programação de sua nona edição

Campanha foi lançada nesta terça feira (15), pela plataforma Benfeitoria, e conta com três metas a serem alcançadas. Quem quiser ajudar basta acessar o site www.benfeitoria.com/curtabrasilia

O Festival Curta Brasília lançou nesta terça-feira (15), sua campanha de financiamento coletivo para ampliar a programação da nona edição do projeto que será realizado de forma totalmente online entre os dias 17 e 20 de dezembro. A iniciativa será viabilizada pela Benfeitoria, uma plataforma de mobilização de recursos para projetos de impacto cultural, social, econômico e ambiental.

A campanha do 9° Curta Brasília conta com três metas a serem alcançadas, com valores de R$ 35 mil, R$ 70 mil e R$ 110 mil, com o objetivo de criar oportunidades para expandir o público e a visibilidade dos curtas-metragens por meio das plataformas on-line, ampliando as já conhecidas mostras especiais como a Decibéis, Provocações, Surdocine e Calanguinho, além das atividades formativas como debates, oficinas e masterclasses, expandindo o acesso e a fruição de conteúdos. Atualmente o 9° Curta Brasília tem garantidas apenas as mostras Nacional e Tesourinha.

“Apoiar o 9º Curta Brasília é reconhecer o seu valor enquanto proposta criativa e a sua pertinência para a construção de ideias e ações inovadoras no contexto da cidade e da rede nacional de festivais de cinema, para a criação de tendências e formas de engajamento e continuidade. O Festival contribui para a formação cultural e audiovisual da população do DF, formando novas plateias para curtas-metragens, divulgando a pluralidade e diversidade presentes na produção brasileira e revelando um panorama do pensamento, produção e registro por meio do olhar de cineastas de todo o país”, afirma a diretora do Curta Brasília, Ana Arruda.

Conheça as metas
www.benfeitoria.com/curtabrasilia

Meta 1 – Vai rolar!
(R$ 35.000,00)

Continuidade do Festival: realização das mostras Nacional e Tesourinha com acessibilidade de Closed Caption + realização de 2 masterclass (vagas limitadas) + realização de 2 oficinas online (vagas limitadas) + debates temáticos com profissionais do audiovisual

Meta 2 – Recheando o curta!
(R$ 70.000,00)

Continuidade do Festival: realização das mostras Nacional e Tesourinha com acessibilidade de Closed Caption + realização de 2 masterclass (vagas limitadas) + realização de 2 oficinas online (vagas limitadas) + debates temáticos com profissionais do audiovisual + premiação em dinheiro para os melhores filmes eleitos pelo júri popular das mostras Nacional e Tesourinha + realização das mostras especiais Decibéis e Provocações (com Closed Caption);

Meta 3 – Plenitude
(R$ 110.000,00)

Continuidade do Festival: realização das mostras Nacional e Tesourinha com acessibilidade de CC + realização de 2 masterclass (vagas limitadas) + realização de 2 oficinas online (vagas limitadas) + debates temáticos com profissionais do audiovisual + premiação em dinheiro para os melhores filmes eleitos pelo júri popular das mostras Nacional e Tesourinha + realização das mostras especiais Decibéis e Provocações + realização das mostras especiais Surdocine e Calanguinho – infantil, com Closed Caption) + Catálogo digital e impresso (R$ 110.000,00)

Sobre o Festival Curta Brasília

O Festival Curta Brasília nasceu em 2012 focado em exibir, difundir e valorizar filmes curtas-metragens brasilienses, brasileiros e internacionais. Desde então, foram realizadas 8 edições ininterruptas com mais de 7 mil inscrições de filmes de todo o Brasil. Com grande sucesso de público e crítica, o Curta exibiu quase 700 curtas, sendo 440 nacionais, 125 do DF e 153 internacionais.

Desde 2015, ampliou a circulação e extensão de suas ações com circuitos itinerantes de exibição nacionais e internacionais, além de promover o intercâmbio de realizadores brasileiros em cidades como Paris, Cannes, Nice e Bogotá. O Festival trabalha intensamente na iniciativa de divulgar em todas as janelas durante o ano inteiro, em cineclubes e espaços culturais, firmando parcerias como o programa “Curta Brasília na Globo” e sessões anuais na Casa Doc’ em Nice e na Cinemateca de Paris. Para a edição de 2020, a ser realizada entre 17 e 20 de dezembro, o festival recebeu mais de 1100 inscrições e já está na etapa de curadoria.

Festival Curta Brasília apresenta experiências inéditas em realidade virtual trazendo a natureza e mudanças climáticas como tema central

Filmes exibidos e premiados em festivais como Veneza, Sundance, Anima Mundi e Cannes estreiam na capital, com experiências imersivas – a entrada é franca.

A oitava edição do Festival Curta Brasília, que será realizada no Cine Brasília (106/107 Sul), entre os dias 12 e 15 de dezembro, vai muito além dos curtas-metragens. O evento se consolida como uma referência em novas tecnologias e narrativas, trazendo conteúdos de realidade virtual produzidos em coprodução com outros países e experiências interativas de mais de seis países.

No intuito de contribuir com a temática urgente da natureza e mudanças climáticas, o Festival conta com filmes que destacam questões ambientais, ações possíveis no cotidiano para uma melhor qualidade de vida em nível local, nacional e global.

A Amazônia, por exemplo, está presente em 3 filmes: Heróis do Rio Madeira, filme interativo feito por diretores brasilienses da Caixote VR; Awavena, filme que conta a história da primeira líder indígena do povo Yawanawá do Acre; Ayahuasca, premiado filme que fala da medicina sagrada de povos indígenas, no caso tendo um xamã do Peru como guia da experiência imersiva.

A produção brasiliense terá destaque com a experiência transmídia Terra dos Ekitumans – com cenografia imersiva exclusiva e ampliada para o Festival, contando com realidade aumentada, games, quadrinhos e narrativas transmídia.

O cerrado continua sendo inspiração em produções do DF, em parceria com o projeto BCDesign, que visita virtualmente uma casa construída segundo preceitos da permacultura e da bioconstrução, e nas imagens impactantes e exuberantes de Cerrado Virtual, que apresenta fotografias em 360º feitas na região.

Sonhares, outra produção do DF é uma animação interativa que conta com elementos da natureza, como fogo, terra, ar e água integrando-se às paisagens corriqueiras da cidade e das construções.

Brasília está presente como cenário cinematográfico, personagem, paisagem e inspiração para filmes e artistas de várias partes do mundo. Como resultado do Atelier de Realidade Virtual, realizado em parceria com o Institut Français, Novembre Numérique, Embaixada da França e a empresa francesa Hervé, serão apresentados três curtas-metragens que falam sobre ciclos e conexões entre pessoas, espaços e arquitetura. A atividade contou, ainda, com o apoio do IESB, escola de línguas Lang’Art, Investe Tur, Sebrae, Secretaria de Turismo do DF e Ministério do Turismo.

Sobre a questão do oceano, tema urgente em nível global, temos duas experiências inéditas: ABROLHOS360, da Bahia, e Sea Level Rise Explorer: Turner Station, da Califórnia/EUA. Enquanto ABROLHOS360 traz uma experiência debaixo d’água, na experiência Sea Level Rise Explorer, os usuários interagem com modelos 3D e podem elevar o nível do mar para observar possíveis inundações em tempo real.

Ainda sobre a questão da água e das relações entre seres humanos e natureza, será exibido o curta-metragem produzido durante o segundo laboratório de cocriação Brasil-Holanda, com o tema Políticas da Natureza. Realizado em parceria com a Embaixada dos Países Baixos, o curta tem cenas gravadas nos dois países com o tema: água.

A partir do mote do Festival Curta Brasília, que relaciona empatia, conexões, ciclos, tanto da natureza quanto da humanidade, temos a participação especial do curta interativo de Ricardo Laganaro A linha, vencedor no Festival de Veneza, que acompanha a rotina dos personagens Rosa e Pedro.

O que é XR

XR: termo vindo do inglês Extended Reality, realidade estendida se refere a experiências mediadas por tecnologia que combinam realidades virtuais e o mundo real. O XR abrange o hardware, software, métodos e experiências que fazem a realidade virtual, realidade mista, realidade aumentada, realidade cinematográfica e outras.

Fórum XR

Criado para ser um ponto de encontro internacional e para potencializar debates sobre mercado, tecnologias e narrativas em XR, esta edição reflete sobre a interação entre tecnologias XR e a natureza, em diálogo com os filmes exibidos no Espaço XR.

O Fórum aprofundará os debates sobre as narrativas imersivas, como a tecnologia pode servir à natureza, trazendo realizadores e projetos nacionais e internacionais que dão um panorama da questão sob diferentes aspectos. Trazendo a reflexão sobre questões ambientais, o fórum discute tecnologia e narrativas XR, contribuindo para ações de prevenção, mapeamento de possíveis desastres, entre outras – é o caso dos projetos da Califórnia-EUA e de Abrolhos, na Bahia.

O evento contará com a presença de colaboradores brasileiros e internacionais do coletivo Políticas da Natureza (PoN – Politics of nature); empresas de Brasília, como o Tree House Studios e a Caixote Histórias Imersivas; o projeto brasiliense Sonhares, concebido para integrar uma peça teatral interativa; pesquisadores e artistas de projetos como ABROLHOS360 (Bahia); Virtual Planet (California – EUA); integrantes do XRBR – Hub Brasileiro de X-Reality.

Espaço CVRTA XR

Montado na área externa do Cine Brasília, apresenta curtas-metragens nacionais e internacionais e diversas experiências acessíveis ao grande público.

Serviço
8° edição do Festival Curta Brasília

Onde: Cine Brasília (106/107 Sul)
Quando: 12 a 15 de dezembro
Entrada franca

Fórum XR
13 de dezembro, às 16h20

Curta XR
Quando: sessões de 13 a 15 de dezembro, das 17h às 22h
Onde: área externa do Cine Brasília

Para mais informações acesse:

http://www.curtabrasilia.com.br/

Fonte: Objetiva

 

Vem aí o Festival Curta Brasília: confira os filmes selecionados para as mostras competitivas

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De 12 a 15 de dezembro, o Distrito Federal se tornará polo das produções de curta-metragens brasileiros, com a oitava edição do Festival Curta Brasília, no Cine Brasília. Realizado anualmente pela Sétima Produções, com o apoio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, o festival premia os melhores curtas e videoclipes produzidos entre 2018 e 2019, em duas categorias: Mostra nacional de curtas-metragens e Mostra Decibéis de videoclipes.

Com uma extensa e diversificada programação, o festival tem uma proposta inovadora e de qualidade unindo cinema, tecnologia, música, entre outras artes, se destacando como uma experiência única entre público, obras e artistas. Durante quatro dias, o evento integra mostras de curta-metragens nacionais e internacionais, espaço dedicado a experiências em realidade virtual, workshops, oficinas, debates, mercado de economia criativa, intervenções e performances artísticas.

Sobre as inscrições 

Neste ano as inscrições de curtas e videoclipes bateram recordes mais uma vez. Foram 1356 produções inscritas, cuidadosamente analisadas pelas comissões de curadoria, sob coordenação de Arthur B. Senra.

Formada pelos profissionais André Novais, Daiane Rosário, João Paulo Procópio, Michelline Helena, Tetê Mattos e Thay Limeira, a curadoria da Mostra Nacional selecionou 30 produções que vão concorrer na Mostra Nacional de Curta-Metragem. Já para a Mostra Decibéis de videoclipes, a curadoria formada por Conrado Almada e Priscila Melo selecionou 14 produções para a categoria.

Confira os selecionados da Mostra nacional de curtas-metragens:

A Parteira (RN)
Catarina Doolan. Documentário. 2018.

Acúmulo (RJ)
Gilson Junior. Ficção. 2018.

Almas (SP)
Marcos Faria. Animação. 2018

Angela (MG)
Marília Nogueira. Ficção. 2019.

Beat é Protesto – O Funk Pela Ótica Feminina (SP)
Mayara Efe. Documentário. 2018.

Bicha-bomba (PR)
Renan de Cillo. Documentário. 2019.

Bié dos 8 Baixos (BA)
Eduarda Gama e Uyatã Rayra. Documentário. 2018.

Dominique (RJ)
Tatiana Issa e Guto Barra. Documentário. 2019.

Extratos (RJ/SP)
Sinai Sganzerla.Documentário. 2019.

Ilhas de Calor (AL)
Ulisses Arthur. Ficção. 2019.

Injúria (RJ)
Ernani Nunes. Ficção.2018.

Invasão Espacial (DF)
Thiago Foresti. Híbrido. 2019.

Joderismo (BA)
Marcus Curvelo. Ficção. 2019.

Juca (DF)
Maurício Chades. Híbrido. 2019.

Kerexu (RS)
Denis Rodriguez e Leonardo Remor. Documentário. 2019.

Kris Bronze (GO)
Larry Machado. Documentário. 2018.

Looping (MG)
Maick Hannder. Ficção. 2019.

Mãe Não Chora (SP)
Carol Rodrigues e Vaneza Oliveira. Ficção. 2019.

Marie (PE)
Leo Tabosa. Ficção. 2019.

Motriz (BA)
Tais Amordivino. Documentário. 2018.

NEGRUM3 (SP)
Diego Paulino. Documentário. 2018.

Nossos Mortos Têm Voz (RJ)
Fernando Sousa e Gabriel Barbosa. Documentário. 2018.

O Grande Amor De Um Lobo (PB/RN)
Kennel Rogis e Adrianderson Barbosa. Documentário. 2018.

O Véu de Amani (DF)
Renata Diniz. Ficção. 2019.

profanAÇÃO (SP)
Estela Lapponi. Experimental. 2018.

Quando As Pedras Dilatam (RJ)
Diego Amorim. Ficção. 2019.

Quando Elas Cantam (SP)
Maria Fanchin. Documentário. 2018.

Rebento (BA)
Vinícius Eliziario. Ficção. 2019.

Sangro (SP)
Tiago Minamisawa, Bruno H Castro, Guto BR. Animação. 2019.

Sem Asas (SP)
Renata Cilene Martins. Ficção. 2018.

Selecionados Mostra Decibéis de videoclipes:

Dia Lindo – Terno Rei (SP)
José Menezes e André Dip. 2019.

Dororidade – Andréa Bak (RJ)
Sabrina Fidalgo. 2018.

Estilo – Hot e Oreia (MG)
Vito Soares. 2019.

Fancy – Glue Trip (PB)
Daniel Vincent. 2018.

Gigantesca – Mariana Volker (RJ)
Letícia Pires. 2019.

Nave – Xênia França (SP)
DIABA (Camila Maluhy e Octávio Tavares). 2019.

O Poema – Renascentes (RS)
Couple Of Things. 2019.

Ok Ok Ok – Gilberto Gil (RJ)
Victor Hugo Fiuza. 2018.

Orfeu – Thiago Pethit (SP)
Camila Cornelsen. 2019.

Saci (remix) – BaianaSystem ft. TropKillaz (SP)
Rafael Kent. 2019.

Sangue Nordestino – Centropia (DF)
Tiago de Aragão. 2018.

Undo – Searmanas (RJ)
Dimitri Luedemann. 2018.

Vazio – Pxrtela (DF)
Maurício Coutinho. 2019.

Fora de competição:

Procure – Rico Dalasam (SP)
Gui Tensol. 2018.

Premiação 

O Festival Curta Brasília, por meio do Júri Oficial e do Júri Popular, concederá aos filmes vencedores o Troféu CURTA BRASÍLIA, além do prêmio em dinheiro, nas seguintes categorias:

Prêmio do Júri Oficial para o melhor curta-metragem da Mostra Competitiva de Curtas: R$ 6.000,00 (seis mil reais);

Prêmio do Júri Popular para o melhor curta-metragem da Mostra Competitiva de Curtas: R$ 6.000,00 (seis mil reais);

Prêmio do Júri Oficial para o melhor videoclipe na Mostra Decibéis – Competitiva de Videoclipes: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais);

Prêmio do Júri Popular para o melhor videoclipe na Mostra Decibéis – Competitiva de Videoclipes: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais);

Prêmio do Júri Popular infantil para o melhor curta-metragem da Mostra Calanguinho: R$1.500,00 (mil e quinhentos reais).

O Festival Curta Brasília, por meio do Júri Oficial, concederá o “Troféu CURTA BRASÍLIA”, sem prêmio em dinheiro, para os filmes premiados nas seguintes categorias:

Melhor Direção;

Melhor Roteiro;

Melhor Fotografia;

Melhor Atuação;

Melhor Montagem;

Melhor Som.

Para mais informações acesse: 

http://www.curtabrasilia.com.br/

Assista a cobertura da edição de 2018 

https://www.youtube.com/watch?v=vJnrmFkb6OI

Fonte: Objetiva

Festival Curta Brasília estreia programa com filmes da capital em TV aberta neste sábado

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O cinema brasiliense, a criançada e os amantes de curta-metragens serão presenteados neste sábado (12). Em parceria com a Rede Globo, o Festival Curta Brasília exibe a sessão especial Curta Brasília na Globo durante a tarde, com três filmes produzidos na cidade e dirigidos por cineastas premiados da capital, como Iberê Carvalho, famoso pelo longa-metragem O último cine drive-in (2015).

A iniciativa tem como objetivo divulgar o curta-metragem e o já tradicional festival, que será realizado em dezembro deste ano, e contará com a exibição de mais de 100 filmes durante os quatro dias de festival, além de premiações, homenagens e oficinas de cinema que serão realizadas a partir do mês de novembro. Além disso, a programação vai transmitir cultura e diversão para toda a família com a exibição de filmes produzidos totalmente em Brasília, valorizando o trabalho e o olhar dos profissionais locais.

“Em parceria com a Rede Globo Brasília, estamos realizamos um sonho antigo, que é de levar à casa dos brasilienses filmes de produção local com conteúdo interessante e de qualidade, que há oito anos consecutivos estamos exibindo e premiando em nosso festival”, conta Ana Arruda, diretora do Curta Brasília.

Sobre os filmes

Serão exibidos três curtas: Procura-se, do diretor Iberê Carvalho, conta a história de uma garota chamada Camile que está determinada a encontrar seu cachorro Bolinha, mas, para encontrá-lo, precisará viver a maior aventura de sua vida.

Já na produção O melhor fotógrafo do mundo, de Fáuston da Silva, de 25 minutos, o curta traz aos espectadores uma reflexão sobre quais as distâncias entre o nosso sonhar e o nosso realizar.

Para fechar a sessão de curtas do dia, o Curta Brasília na Globo vai exibir o irreverente O filho do vizinho, do cineasta Alex Vidigal. A película apresenta a história de Ronaldinho, uma jovem menino que, pela janela do seu quarto, observa as aventuras e peripécias de um garoto que é chamado de várias formas pela vizinhança. Dos muitos nomes possíveis, Ronaldinho o chama de O Filho do Vizinho.

Serviço:
Curta Brasília na Globo 

Dia 12 de outubro, sábado, após o Jornal Hoje

Classificação indicativa livre.

Para mais informações:

Facebook: festivalcurtabrasilia

Fonte: Objetiva