Hostel da Vila, em Ilhabela, lança mais duas opções de hospedagens com experiência diferenciada

Além dos novos quartos, durante os meses em que não pôde receber hóspedes, o empreendimento passou por uma reforma completa para se preparar para o verão

Já não é de hoje que o Hostel da Vila, na paradisíaca Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, atrai os olhares dos viajantes que não abrem mão de uma experiência diferente na hora de se hospedar. Desde a inauguração, há 5 anos, todos os anos eles criam algo novo e que foge completamente da antiga visão que muitos ainda têm dos hostels. 

“Não nos convencemos com o normal. Estamos sempre pensando em como oferecer uma experiência nova e inesquecível aos nossos hóspedes”, ressalta Felipe Gamba, um dos sócios do hostel.

Nesse ano, mesmo com a crise enfrentada pelo mercado de turismo por conta da pandemia, eles aproveitaram os seis meses fechados para criar, na unidade do Centro Histórico, duas novas opções de quartos que proporcionam uma experiência “fora da caixa”, como gostam de ressaltar. 

DOMOS – Sob a luz das estrelas e com uma vista única

Em meio a tanto verde, nos quase 9.000 mde terreno em que o hostel está instalado, três estruturas esféricas chamam atenção dos desavisados. Os Domos são equipados com cama de casal, ar condicionado, banheiro privativo e uma varanda com uma vista do Canal de São Sebastião de tirar o fôlego.

Os domos geodésicos, também chamados de cúpulas ou abóbadas, podem ser definidos como estruturas compostas por uma rede de polígonos, geralmente triângulos, que formam uma esfera, ou parte dela. Um estilo de construção resistente, limpa e que respeita o meio ambiente.

As estruturas, feitas de alumínio e cobertas por lona, têm uma transparência na parte de cima que permite que os hóspedes possam dormir com todo o conforto e ainda apreciar o estrelado céu da ilha.

TIPIS –  Uma cabana para chamar de sua

Também conhecidos como Teepee´s esse estilo de cabana está no imaginário de muitos que já assistiram aqueles filmes que retratam os povos nativos da América do Norte. No Hostel da Vila as cabanas ganharam uma charmosa releitura. Eles mantiveram a tradicional estrutura de madeira mas, ao invés do couro de animais usado nas construções originais, a cobertura foi feita com piaçava, que imprimiu um estilo aconchegante aos novos quartos.

Ideal para casais que querem uma experiência diferente, mas ao mesmo tempo com um preço acessível, os seis Tipis contam com cama de casal, ventilador, tela mosqueteiro e um banheiro privativo externo.

“Sem falsa modéstia, essa é nossa melhor versão”
A frase é de Felipe Gamba, turismólogo com 67 diferentes países no passaporte, responsável por buscar no seu baú de experiências a inspiração para a criação das diferentes experiências, que fazem do hostel uma referência quando se fala em turismo de experiência na hostelaria do Brasil. 

“Depois que tenho as ideias acabo lembrando que já vi algo parecido em algum lugar que passei pelo mundo. Fiquei em todo tipo de hostel em diferentes países, então é impossível criar coisa nova sem ter algo que já conheci como referência”, revela o empresário.

Além das novas experiências, a equipe do hostel se dedicou a fazer aqueles ajustes e manutenções que ficam mais difícil quando a casa está cheia de hóspedes. “Demos uma geral no hostel todo, nossa intenção é que nossos hóspedes fiéis sintam que estão entrando em um hostel novo em folha. Sem falsa modéstia, essa é nossa melhor versão”, crava Gamba. 

EXPERIÊNCIAS QUE VÃO MUITO ALÉM DO BELICHE

Ficar em um hostel é compartilhar. Mas não é apenas o compartilhamento de espaços, como quartos e cozinhas, que dá o tom desse tipo de experiência. Os ambientes são pensados para que pessoas que nunca se viram, e muitas vezes nem falam o mesmo idioma, compartilhem experiências, histórias e culturas. 

Apesar de ter várias opções de quartos compartilhados, para quem não abre mão dessa experiência e quer fazer uma viagem a um custo mais baixo, é com as opções de quartos privativos, que fogem do convencional, que eles se destacaram no mercado de hostels do país. 


Entre as opções de quartos diferenciados está a Kombi Hippie, um veículo de 1973 totalmente adaptado para abrigar até duas pessoas; três casas na árvore que fazem todos voltar à infância; barracas de Glamping, para quem quer acampar e mesmo assim ter o conforto de uma cama de casal; e um veleiro que foi estacionado no meio da mata e foi reformado para também abrigar um quarto do hostel. 

“O perfil do hóspede que busca esse tipo de acomodação é aquele que tem tesão mesmo em viver uma experiência diferente em cada viagem. Por isso estamos sempre nos reinventando com a ideia de que a mesmice não pode acontecer”, analisa o empresário, que ressalta que esses são os quartos que mantém a maior taxa de ocupação média do empreendimento.

RETOMADA CONSCIENTE DO TURISMO

Aos poucos, e cada um no seu tempo, os viajantes começam a buscar opções para aproveitar fins de semana em segurança. A Ilhabela é um dos destinos mais procurados para quem quer curtir uma praia e o contato intenso com a natureza. 

Para garantir que a equipe e os hóspedes permaneçam em segurança, o hostel está adotando todas as medidas de prevenção, de higienização e distanciamento que são preconizadas pelas autoridades no assunto.

Além disso, todo processo de checkin é realizado online. O hóspede recebe as orientações por email e evita contatos na recepção do hostel. O café da manhã também deixou de ser servido no estilo buffet e agora cada um recebe os alimentos direto na mesa. Os colaboradores estão equipados com todos os equipamentos de segurança necessários e a higienização dos quartos, que já era intensa, foi reforçada.

SERVIÇO

Hostel da Vila

R. São Benedito, 202 Centro

Centro Histórico – Ilhabela
https://hosteldavilailhabela.com.br/

(12) 9.9791-4088
(12) 3896-2096

Prefeitura de Ilhabela exalta grandes talentos da cidade

Destino de grandes belezas no litoral paulista, Ilhabela encanta seus visitantes com praias de águas cristalinas, cachoeiras e rica vegetação da Mata Atlântica. Mas a fama de Ilhabela segue crescendo em todos os cantos do Brasil e do mundo devido também a seus cidadãos que exibem talentos nas mais variadas áreas.

“Ilhabela, além de abençoada por sua exuberante beleza natural, é um verdadeiro berço de talentos. E esse reconhecimento visa valorizar ainda mais esse privilégio do arquipélago de ter gente tão especial”, conta a Prefeita Maria das Graças Ferreira dos Santos Souza, a Gracinha.

Já aos 10 anos, Gilmar Pinna começou a mostrar seu talento de escultor, quando moldava a areia das praias de Ilhabela, sua cidade natal. Com o tempo, trocou a areia pelos metais, como cobre, bronze, sucatas e aço. Autodidata, passou a criar obras cada vez mais grandiosas, seja de arte sacra, personalidades ou até guerreiros medievais. Hoje, suas esculturas estão expostas não só em Ilhabela, mas em várias outras cidades, como Guarulhos e Cachoeira Paulista. No último dia 06, Gilmar Pinna recebeu uma homenagem em Monte Alegre do Sul, onde quatro obras suas estão agora na Cidade das Artes do município.

Ao participar da segunda temporada do reality de culinária Mestre do Sabor, da Globo, Jackie Watanabe ficou conhecida em todo o Brasil. Mas a chef de cozinha já acumula seis anos de uma carreira bem-sucedida. Em seus pratos autorais, Jackie homenageia suas origens ao misturar sabores brasileiros, caiçaras e orientais.

Natural de Ilhabela e nascido em uma família de compositores e sambistas, Jefferson Jesus, também conhecido como Maestro Jota, é compositor desde os 15 anos, além de ser músico e pianista. Recentemente, venceu a disputa de samba-enredo da Unidos de Padre Miguel e terá sua composição tocada e cantada em plena Sapucaí, no Carnaval do Rio de Janeiro.

“O arquipélago é muito raro e fascinante, por sua beleza natural e por sua gente talentosa. Por isso, a cidade tem o dom de cativar tanto carinho de populações dos mais variados cantos do mundo. Nossos talentosos cidadãos precisam receber nossos reconhecimentos e parabéns”, afirma a Secretária de Desenvolvimento Econômico e do Turismo de Ilhabela, Bianca Colepicolo.

15 atrações para descobrir no Litoral Norte de São Paulo

Integrantes do Circuito Litoral Norte de São Paulo, as cidades de Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba reúnem atrativos naturais que envolvem paisagens de praias com Mata Atlântica preservada, cachoeiras e trilhas, além de cultura e história ricas e tradições caiçaras.

Graças à sua proximidade com a capital paulista – são apenas 110 quilômetros até a primeira cidade – e ao acesso facilitado pelas principais rodovias do Estado, a região surge com grande destaque entre os destinos a serem visitados pós-pandemia.

Pensando nisso, selecionamos a seguir 15 atrações para o visitante descobrir o melhor do litoral norte paulista. Confira:

Bertioga

1 – Forte São João e passeio histórico de Escuna

As escunas já são tradicionais em Bertioga e oferecem passeios por diversas praias e atrativos da cidade. Em um roteiro histórico, é possível visitar, por exemplo, o Forte São João, construído em 1547 e considerado o mais antigo do Brasil.

Tombada como patrimônio histórico, a fortaleza é aberta à visitação e conta com antigas armaduras e armas da esquadra portuguesa, fragmentos do livro de Hans Staden e salas temáticas com o acervo indígena como lanças, arcos, flechas, entre outros.

2 – Praia do Itaguaré e gastronomia caiçara

Com natureza intocada, a Praia do Itaguaré, localizada a cerca de 20 quilômetros do centro da cidade, oferece uma das paisagens mais bonitas da região. Integrando o Parque Estadual da Restinga de Bertioga, o local se oculta pela mata preservada, formando um cenário a ser descoberto.

A praia de três quilômetros se divide em duas por uma enorme falésia. Com mar de ondas fortes, indicado para surfistas, o lugar também oferece como atrativo o encontro do mar com o rio que dá nome à praia, onde é possível praticar canoagem ou stand up paddle.

Em uma curta trilha próxima da falésia, é possível encontrar bons restaurantes que oferecem ostras, peixes, crustáceos, frutos do mar e outras delícias típicas de praia.

3 – Trilha do Guaratuba e passeio de canoagem no Jaguareguava

A trilha, que sai da Boraceia, tem quatro quilômetros de extensão e nível médio de dificuldade. Passando por regiões de restinga alta e baixa, além de mata de encosta e travessia do ribeirão Perequê-Mirim, é um passeio perfeito para os apaixonados por ecoturismo. No total, a atividade dura cerca de seis horas e exige agendamento prévio.

E, ainda entre os roteiros de ecoturismo, o percurso do rio Jaguareguava também merece destaque. Com águas tranquilas, o rio é ideal para um passeio de canoa, caiaque, ou stand up paddle.

Caraguatatuba

4 – Mirantes da Orla

Situado na Praia do Camaroeiro, o complexo reúne três mirantes: o do Mangue, do Costão e o do Pôr do Som. Além de oferecer bela vista da região – incluindo as cidades vizinhas de São Sebastião e Ilhabela – o local foi projetado para funcionar como um point cultural, recebendo eventos musicais.

5 – Complexo Turístico do Camaroeiro

Na região central da cidade, o complexo turístico conta com diversos atrativos entre as praias do Camaroeiro e a Prainha. Mirante, farol, centro comercial, píer, teatro de arena, entre outros espaços fazem parte do projeto.

6 – Morro Santo Antônio

Com 325 metros de altura e vista privilegiada de Caraguatatuba e São Sebastião, o Morro Santo Antônio é parada obrigatória para admirar a paisagem local. Além disso, o lugar é ideal para a prática de atividades como voo livre, parapente e asa delta.

Ilhabela

7 – Avistagem de baleias

Os primeiros relatos sobre a passagem de baleias jubarte pelas proximidades de Ilhabela já começaram a chegar. De acordo com o Projeto Baleia à Vista foram vistas jubartes na Ponta da Pirassununga, Ponta do Boi, dentro do canal, perto dos Borrifos, na Ponta da Sela e até perto da Ilha das Cabras. As baleias passam pela região de Ilhabela quando estão migrando. Sendo assim, elas vão das águas frias da Antártida para se reproduzir em Abrolhos, na Bahia.

No verão, elas retornam para o extremo sul em busca de alimento. A possibilidade de avistar baleias e também arraias, golfinhos e até orcas é uma das principais atrações para quem passeia de barco em Ilhabela entre os meses de junho e agosto.

8 – Birdwaching

Ilhabela tem as dez maiores montanhas insulares do Brasil, com picos que chegam a 1300 metros de altura, além de área de mangue e 130 km de faixa costeira. Essas características de relevo proporcionam um ambiente ótimo para as aves, e, por isso, não é de se espantar que a ilha reúna mais de 350 espécies, entre elas, o Papagaio-moleiro, eleito a ave símbolo da cidade. Há passeios guiados especialmente para a observação de aves como o Tiê-sangue e o Tangará.

9 – Turismo Histórico

A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Ajuda e Bom Sucesso está localizada no Morro do Baepi eleva o nome da padroeira de Ilhabela. Ela guarda dentro do seu centro a imagem de Nossa Sra. D’Ajuda. Já a antiga Cadeia e o Fórum de Ilhabela consistem em um edifício antigo que foi construído em 1914. No andar térreo funcionava uma cadeia e, no superior, havia o Fórum da cidade.

Outro destaque histórico da cidade é a Fazenda do Engenho D’Água, construída no século XVII e grande produtora de açúcar e aguardente na época. Tombada pelo CONDEPHAAT em 1945, ainda guarda muitas características originais como os porões dos escravos, o que originou algumas lendas sobre o local.

São Sebastião

10 – Arquipélago de Alcatrazes

Reaberto em 2019, o Arquipélago de Alcatrazes, a 45 quilômetros da costa de São Sebastião, é um reduto de natureza ainda pouco explorado. Com uma paisagem que inclui enormes rochedos arredondados e vegetação de Mata Atlântica, além de mar cristalino, o local é um refúgio de vida silvestre administrado pelo ICMBio – as visitas, inclusive, devem ser monitoradas por um profissional do Instituto, já que a área é protegida por uma unidade de conservação federal.

Com rica vida marinho, incluindo mais de 1300 espécies como tartarugas, arraias e golfinhos, Alcatrazes é considerado um dos melhores pontos de mergulho do país, com mais de 100 locais propícios para a prática e visibilidade de até 30 metros.

11 – Centro Histórico

O centro histórico da cidade abriga preservado conjunto colonial, com construções que datam desde o século 17 a 19. Entre os destaques estão: Igreja Matriz, Casa de Câmara, Cadeia Pública, Casa Esperança e Casa das Janelas.

Localizado nos arredores da Rua da Praia, o centro é composto por sete quarteirões. A melhor opção para aprender sobre a história, arquitetura e cultura local é fazer uma visita monitorada pela região.

12 – Turismo de Pesca – Bairro São Francisco

Reduto da maior comunidade pesqueira de São Sebastião, o tranquilo bairro preserva as tradições e cultura caiçara. Sua orla, colorida pelos barquinhos, é uma boa opção para quem busca turismo de pesca, assim como os ranchos de pescadores locais.

Ubatuba

13 – Ilha Anchieta

Considerada uma das principais atrações naturais da cidade, a Ilha Anchieta faz parte da área de proteção ambiental do Parque Estadual da Ilha Anchieta. Oferecendo grande oportunidade de integração à natureza, com rica fauna e flora e um mar transparente propício para mergulho, o local é ideal para um passeio de escuna ou lancha, ou um roteiro por trilhas com mirantes e vistas imperdíveis.

A ilha também abriga um complexo de ruínas tombadas pelo CONDEPHAAT, com mais de 2 mil m² de edificações conservadas, incluindo o Presídio, onde ocorreu uma das maiores rebeliões nos anos 1950.

14 – Projeto Tamar

Desde os anos 1990, o projeto Tamar atua na cidade com o objetivo de preservar tartarugas e conscientizar sobre o meio ambiente. O lugar apresenta tanques e aquários unindo educação ambiental e diversão. O tanque principal, um dos destaques locais, oferece grande interação com 26 tartarugas marinhas que podem chegar a até 130 quilos.

Ali também funciona o Museu Caiçara, que conta com acervo de mais de 200 peças sobre a história e cultura do povo local.

15 – Ruínas da Lagoinha

Localizadas na parte sul da cidade, as ruínas fazem parte do engenho da antiga Fazenda do Bom Retiro, construída em 1828. No local, foram produzidas toneladas de açúcar e cachaça. O local remonta a um dos períodos mais prósperos da região, quando a produção valeparaibana era negociada no porto local. Além disso, conta-se que ali seria construída a primeira fábrica de vidro do país; resquícios da obra, inclusive, podem ser observados até hoje: grandes pilares de 10 metros de altura, em pedra e cal.

As ruínas da Lagoinha foram consideradas patrimônio tombado pela CONDEPHAAT e hoje são administradas pela Fundart, que mantém o local aberto para visitações. Entre a construção e a vegetação densa que recobre o lugar, o cenário é cinematográfico e merece uma visita.

Para visitar esses atrativos, acesse o guia de fornecedores locais no site:  http://circuitolitoralnorte.tur.br/guia/7

Sobre o Circuito Litoral Norte

O Consórcio Intermunicipal Turístico Circuito Litoral Norte de São Paulo vem se consolidando como referência neste segmento para o Estado, apresentando uma gestão integrada e focada no desenvolvimento conjunto das cidades participantes.

O Circuito soma atrativos, equipamentos e serviços turísticos das cinco cidades integrantes, com o objetivo de enriquecer a oferta turística, ampliar as opções de visita e a satisfação do turista, com consequente aumento do fluxo e da permanência dos visitantes na região do Litoral Norte paulista, assim como a geração de trabalho, renda e qualidade de vida.

Nessa retomada, o consórcio vem realizando importantes parcerias com a Secretaria de Turismo do Estado e Ministério do Turismo, entre outras entidades, para garantir o retorno das atividades turísticas de forma segura e apoiar o trade regional a se restabelecer da melhor forma.

Mais informações: www.circuitolitoralnorte.tur.br