A TRAJETÓRIA DO PRIMEIRO PRESIDENTE NEGRO DA ÁFRICA DO SUL É RETRATADA EM LIVRO DA MELHORAMENTOS

Da infância como pastor de ovelhas passando por sua libertação após quase trinta anos de prisão, a biografia romanceada O MENINO NELSON MANDELA, de Viviana Mazza, conta a história do ativista que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1993 e liderou seu povo na luta pela liberdade.

Vovó Nombulelo, do povoado de Qunu, onde Mandela nasceu, é quem narra amorosamente toda a história do conterrâneo ilustre para os seus netos. A narrativa começa apresentando às crianças um Mandela ainda menino, aos 8 anos de idade, quando era chamado apenas de Rolihlahla, que, em sua língua, significa um grande encrenqueiro, “aquele que puxa os ramos da árvore”.

Mas o garoto levava uma vida tranquila, como pastor das ovelhas da família, correndo e brincando pelos campos, sem deixar de frequentar as aulas na escola inglesa. Aliás, foi a professora quem deu a ele o nome de Nelson. Naquele tempo, era costume na África do Sul, colonizada pelos britânicos, que as crianças africanas recebessem um nome inglês ao serem batizadas ou ao ingressarem na escola. Vovó Nombulelo, do povoado de Qunu, onde Mandela nasceu, é quem narra amorosamente toda a história do conterrâneo ilustre para os seus netos. Anarrativa começa apresentando às crianças um Mandela ainda menino, aos 8 anos de idade, quando era chamado apenas de Rolihlahla, que, em sua língua, significa um grande encrenqueiro, “aquele que puxa os ramos da árvore”.

Mas o garoto levava uma vida tranquila, como pastor das ovelhas da família, correndo e brincando pelos campos, sem deixar de frequentar as aulas na escola inglesa. Aliás, foi a professora quem deu a ele o nome de Nelson. Naquele tempo, era costume na África do Sul, colonizada pelos britânicos, que as crianças africanas recebessem um nome inglês ao serem batizadas ou ao ingressarem na escola.

Mudança de rumo

O destino de Nelson mudaria quando, aos 12 anos, seu pai morreu. Sua mãe então o levou para o Grande Lugar, a capital provisória de Thembuland. Nelson era descendente de reis: seu bisavô tinha sido um dos maiores reis thembu, “que unira todas as tribos antes que os britânicos impusessem seu domínio”. O menino foi deixado aos cuidados de Jongintaba, o regente do Grande Lugar, que seria seu tutor e o educaria como conselheiro do rei.

Aos 16 anos, o adolescente passou pela cerimônia de circuncisão, que marcava a passagem para a vida adulta, e trocou o nome de Rolihlahla pelo de Dalibhunga, seu nome de homem, de conselheiro do rei que significa “aquele que promove o diálogo”. O tutor de Nelson cuidou para que ele completasse os estudos em escolas missionárias e ingressasse na universidade.

Mas, na universidade, Nelson começou a lutar por seus princípios e acabou sendo expulso. Foi morar em Soweto, Joanesburgo, subúrbio restrito aos negros. Lá, trabalhava como estagiário em um escritório de advocacia de brancos, enquanto estudava à noite para concluir o curso de Direito a distância. Logo Nelson deu início a sua militância política, aderindo a uma manifestação contra o aumento das passagens de ônibus reservados aos negros.

Perseguição política

Mandela foi preso pela primeira vez durante a Campanha de Desafio às leis do apartheid, o sistema de segregação racial. Durante cinco meses, manifestantes negros desarmados entravam em áreas reservadas aos brancos, como salas de espera de estações, ônibus e banheiros públicos. O objetivo era justamente serem presos sem resistência, promovendo uma luta pacífica.

Quando perceberam que dessa forma não avançavam, Nelson e seus companheiros criaram a organização militar Umkhonto we Sizwe (A Lança da Nação), que tinha como objetivo sabotar centrais elétricas, instalações militares e outros edifícios governamentais, evitando, porém, atingir pessoas inocentes. Vivendo na clandestinidade, Nelson acabou sendo preso. Depois de um longo julgamento, foi condenado à prisão perpétua. Antes de ouvir a sentença, proferiu um discurso de 4 horas, no qual destacou:

“Durante toda minha vida, dediquei-me à luta do povo africano. Combati a dominação dos brancos e combati contra a dominação dos negros. Acalentei no meu coração o ideal de uma sociedade democrática e livre na qual todas as pessoas possam viver juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal pelo qual desejo viver. E é um ideal pelo qual estou disposto a morrer, se necessário.”

Construção do diálogo

A vida de Mandela é retratada no livro de Viviana Mazza que aborda com leveza assuntos como opressão, racismo, segregação, conflitos e desigualdade sociais. A narrativa oferece ainda a reflexão sobre valores humanos, liberdade, superação, violência e preconceito e ressalta a importância da construção do diálogo. Entendendo que não era possível derrotar o governo sul-africano em seu campo de batalha, Mandela começou a trabalhar pelo diálogo ainda na prisão. Precisou de longos anos para construir essa ponte entre o governo dos brancos e as lideranças de seu povo oprimido. Mas, em 11 de fevereiro de 1990, quando foi libertado após 27 anos de prisão e encontrou milhares de pessoas à sua espera, tinha um campo propício para semear os ideais de igualdade e democracia que marcaram sua vida de ativista.

Sobre a autora

A italiana Viviana Mazza é jornalista e trabalha no jornal Corriere dela Sera, cobrindo temas sobre o Oriente Médio, Estados Unidos, Reino Unido e Nigéria.

Ficha técnica:

Título: O Menino Nelson Mandela

Autora: Viviana Mazza

Ilustradores: Mauricio Negro (capa) e Paolo D’Altan (miolo)

Páginas: 168 | Formato: 15,5 X 23 cm

ISBN: 978-85-06-06332-3

Preço de capa: 63 reais

Senado Federal: como aproveitar o distanciamento social para estudar

Apesar de autorizado, o edital da seleção só deve ser publicado após passar a crise da COVID-19

Um dos certames mais aguardados do ano só terá seu edital publicado após o controle da pandemia causada pelo novo coronavírus. Apesar de autorizado em outubro de 2019, o concurso do Senado Federal ainda não tem data certa para acontecer.

Inicialmente, a publicação do edital estava prevista para o primeiro semestre do ano, contudo, por conta do esforço contra a propagação da Covid-19 a comissão organizadora já anunciou que haverá atrasos.

O concurso público irá oferecer 40 vagas imediatas, além de cadastro de reserva, para cargos de níveis médio (Policial Legislativo) e superior (Advogado e Analista Legislativo).

Segundo o professor do IMP Concursos, João Trindade, ainda que não haja data certa para ocorrer o certame, os concursandos devem seguir com os estudos. Ele defende que o estudo pré-edital deve sempre focar nas disciplinas que são certeza de serem cobradas na prova.

“É hora de continuar focado em Português, Constitucional, Administrativo e Regimento, que são as matérias que a pessoa deve estar seguro quando da publicação do edital”, ressalta.

Ainda de acordo com o professor, é preciso montar um cronograma que seja factível e regular. Trindade destaca que ter foco é fundamental para o momento.

“Não adianta fazer metas de estudar 8h diárias, se o aluno não vai conseguir isso de forma sustentável. É preciso ter um estudo efetivo: mais vale 1h bem estudada, com foco e concentração, do que 3h com muitas interrupções”, alerta.

Para João Trindade tão logo a crise da Covid-19 amenizar, a expectativa é de que o edital seja publicado em poucas semanas. Para ele, o concurso continua no horizonte de curto prazo, então não dá pra esperar as coisas se normalizarem para retornar com os estudos.

Editora lança campanha de assinatura de contos digitais para leitores em quarentena

A Editora Wish, conhecida pelo resgate de textos raros no Brasil, lança a “Sociedade das Relíquias Literárias”, uma campanha de assinatura recorrente no Catarse que visa a publicação de contos antigos todos os meses em formato digital e por preços acessíveis. O projeto, que estava previsto apenas para o segundo semestre deste ano, foi adiantado por conta do “efeito Corona Vírus”, que já vem impactando o funcionamento de editoras e livrarias no país.

A Editora Wish utiliza o financiamento coletivo desde 2016 para viabilizar a publicação de obras raras da literatura, em especial as narrativas fantásticas e os suspenses vitorianos, e já arrecadou mais de R$ 850 mil reais por meio de 12 projetos. Foi o crowdfunding que permitiu a publicação de livros como Os Melhores Contos de Fadas NórdicosSweeney Todd – o barbeiro demoníaco da Fleet StreetA Rainha do IgnotoBambi, dentre outros.

“Decidimos por lançar a assinatura recorrente para contornar os impactos financeiros provocados pelo surto recente da Covid-19 no Brasil, e proporcionar trabalho para nossos colaboradores freelancers neste período tão complicado para a economia do país”, comenta Marina Avila, CEO da Wish. “Além disso, graças ao formato digital e o preço mais acessível do que o de um livro físico, os leitores, mesmo durante a quarentena, poderão ter acesso a essas edições”, acrescenta.

A “Sociedade das Relíquias Literárias” promete traduzir contos raros da literatura, com foco especial em obras de fantasia, suspense e mistério para o público jovem e adulto. Os apoios variam entre R$8 e R$12 por mês e os apoiadores irão receber os textos nos formatos PDF e Mobi. Para apoiar, acesse: catarse.me/sociedadeliteraria.

Serviço:
Editora Wish
Sociedade das Relíquias Literárias
Apoios a partir de R$8,00
catarse.me/sociedadeliteraria

Transformando sua semana questiona a reputação das segundas-feiras

Transformando sua semana questiona a reputação das segundas-feiras Primeiro título do selo Liberty Books teve lançamento na plataforma zoom e está à venda online pelo Mercado Livre Graduada em Turismo e Direito, Patricia Vieira Bispo nunca foi uma pessoa acomodada.

Depois de fazer um curso de percepção artística na Fundação Mokiti Okada, quando teve contato com diversas formas de arte, ela começou a escrever textos às segundas-feiras e enviar por WhatsApp para um mailing que foi aumentando a cada semana, com o propósito de mostrar às pessoas como o início da semana também pode ser maravilhoso, leve e feliz.

No livro Transformando a sua semana, lançado em março de 2020, em pleno início da quarentena imposta pelo covid-19, ela reúne 52 mensagens de bom ânimo para serem lidas todas as segundas-feiras, durante um ano. As mensagens foram divididas ao longo das quatro estações do ano, que são os quatro capítulos do livro. Há um espaço depois de cada mensagem para que o leitor faça as suas próprias reflexões. Esse é o primeiro título do selo Liberty Books, criado para a publicação de livros de desenvolvimento pessoal e autoconhecimento.

Trecho Muitas vezes, vemos situações que nos revoltam e nos chateiam, ou que achamos injustas e erradas, acreditando que as coisas não deviam ser de tal maneira. Porém, toda vez que isso acontece, temos de nos lembrar que ninguém passa por aquilo de que não precisa. Cada pessoa deve vivenciar um tipo de aprendizado para alcançar seu crescimento, sua evolução. Então, se está vivenciando a situação, é porque, de alguma forma, ela será positiva para seu desenvolvimento.

Aquilo que aparentemente é errado, injusto ou revoltante, na verdade, é a vida ajustando o que precisa, para que todos nós possamos reconhecer nossos erros e mudarmos.

O treinamento desta semana será não julgar e buscar fazer melhor no dia a dia. Assim, atrairemos muitas coisas boas! Excelente semana pra você!! O livro em papel pode ser encomendado diretamente com a autora.

SERVIÇO Livro Transformando sua semana, de Patricia Vieira Bispo, lançado pelo selo Liberty Books. Vendas e entrega online diretamente com a autora PATRÍCIA VIEIRA BISPO: pvieirabispo@gmail.com, celular +5511 98382-6320 (WhatsAp) @transformandosuasemana.

Bullying: descortinando a ignorância e os preconceitos

“A Fofa do Terceiro Andar” abre debate com o público adolescente ao apresentar o diário de Ana, uma jovem perdida em meio a relacionamentos e problemas de autoestima

Ana Vitta era uma criança alegre e brincalhona, mas ao chegar à adolescência passou a sofrer quando se descobriu gorda e desajeitada com os esportes. O enredo de A Fofa do Terceiro Andar, da escritora Cléo Busatto, traz à luz um tema com reflexos para todas as idades: o bullying.

Voltada ao público adolescente, a obra é escrita como se fosse um diário, em que a protagonista registra os fatos que vivencia e, principalmente, revela os sentimentos de uma fase repleta de dilemas e inquietações. Ana é uma jovem perdida em meio a relacionamentos, problemas de autoestima e à intimação de colegas.

À medida que escrevo, sinto outra vez aquela raiva que senti durante o tombo. Ela rasgou meu peito, que, de tanto doer, se partiu. Eu, a fofa do terceiro andar, largada no piso da cantina, com todos os olhares voltados para mim. Eu via tudo em câmera lenta: os risos, cochichos. Como num filme de horror. (P. 6, A Fofa do Terceiro Andar)

Quando conhece o menino Francisco, sua vida muda. A partir da descoberta do amor, do enfrentamento da morte, dos desafios de fazer dieta, estudar e se aceitar como é, Ana cresce e amadurece. Nessa jornada de autoconhecimento, ela redescobre o mundo à sua volta e se liberta dos excessos e preconceitos.

O que senti e vivi naqueles anos cinza, dos 11 aos 14 anos, causou uma forte impressão no meu ser. Dessas experiências, guardei a parte boa que fez com que eu me tornasse uma pessoa mais consciente. Descobri, dentro de mim, uma maneira de viver bem e feliz sendo como sou, e isso me agrada bastante. (P. 6, A Fofa do Terceiro Andar)

Publicada pela Galera Júnior, do Grupo Record, A Fofa do Terceiro Andar traz valiosos ensinamentos e faz o leitor se identificar com as dúvidas, a coragem e os desafios tão marcantes nesta fase da vida. “O livro não é apenas a história de uma menina gorda que resolve emagrecer e se livrar dos adjetivos indesejados. Ana descobre que o mais importante é eliminar todos os excessos: físicos, emocionais, espirituais. Ela descobre que pode ser livre”, destaca a autora.

 

Ficha Técnica

Título: A Fofa do Terceiro Andar

Autora: Cléo Busatto

Editora: Galera Júnior – Grupo Editorial Record

ISBN: 978-85-01-10459-5

Formato: 14 x 21 cm

Páginas: 144

Link de compra: https://amzn.to/2SFKFH0

 

Sobre a autora:

Cléo Busatto é uma artista da palavra. Publicou seu primeiro livro Dorminhoco, em 2001. Tem 25 obras editadas, entre literatura para crianças e jovens, teóricos sobre narração oral, oralidade e mídias digitais, que venderam aproximadamente 300 mil exemplares. Eles fazem parte de programas de leitura e catálogos internacionais, como o da Feira do Livro Infantil de Bolonha – Itália.

Contou histórias para mais de 150 mil pessoas, no Brasil e exterior. Produziu e narrou histórias no meio digital, resultado de uma pesquisa que originou 5 mídias e 3 livros e, que foi o tema da sua dissertação de mestrado na UFSC.

Formou em torno de 80 mil pessoas, em oficinas e palestras, com os temas literatura, leitura e oralidade. Mestre em Teoria Literária, pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Pesquisadora transdisciplinar formada pelo Centro de Educação Transdisciplinar – CETRANS | SP. Realizou centenas de ações educativas-culturais em Secretarias de Educação, de Cultura, unidades do SESC e outras instituições públicas e privadas, em mais de 150 municípios do Brasil e do exterior.

Redes sociais
Instagram: @cleo_busatto
Facebook: cleo busatto
Youtube: https://www.youtube.com/user/clbprodu

Charles Bicca lança livro sobre Abandono Afetivo na 19ª Bienal Internacional do Livro Rio

 

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“Mãe: cadê meu pai?”, essa é uma pergunta que muitos filhos fazem as suas mães. São filhos que sentem no cotidiano a ausência da figura paterna. Não tem um pai que sequer lhes dê um bom dia, que se preocupe com suas atividades escolares, esteja presente nos momentos difíceis, em momentos felizes ou em datas especiais. São filhos que sentem a falta do nome do pai na certidão de nascimento, e/ou das que possuem o nome “apenas na certidão”, mas que jamais tiveram um pai na vida real.

E onde está o pai? Para responder a essa pergunta, enxugar o choro ou até mesmo acolher aqueles que sofrem a desproteção, há oito anos, o advogado Charles Bicca criou uma comunidade virtual chamada “Abandono Afetivo” e ali diariamente acolhe, orienta e dialoga, com mães e filhos vitimados pela ausência do pai. Sabe-se que muitas mães também podem abandonar, mas no grupo liderado por ele, os que mais abandonam são os homens.

Toda essa vivência foi consolidada em seu mais novo trabalho que será lançado no estado do Rio de Janeiro nesta sexta, 30 de agosto, na 19ª Bienal Internacional do Livro: “Mãe: cadê meu pai?”, pela Editora OWL.

Em uma linguagem menos técnica e mais acessível ao leitor, a obra foi narrada como um embarque pelo trem da vida, em busca da paternidade responsável, e assim dividido em estações, obra está dividida em três partes principais.

O primeiro trajeto descreve um pouco da história do Movimento Abandono Afetivo, a busca de soluções para o abandono de filhos no Brasil, o forte impacto do abandono na vida dos filhos e o seu alto custo social. No segundo trajeto, traz oito histórias reais de abandono, selecionadas no grupo Abandono Afetivo. Uma experiência inédita, para tirar da invisibilidade essas pessoas e levar o leitor a compartilhar junto com elas um pouco desse triste flagelo social.

E no terceiro aborda sobre os programas de combate ao abandono, legislação, projetos, algumas possíveis soluções e uma conversa final, com pais e mães, sobre paternidade responsável e, principalmente, sobre o que podemos fazer para ajudar essas crianças e adolescentes.

Charles Bicca comenta que esse livro é uma oportunidade de dar voz às famílias que sofrem as consequências do abandono, mas também um convite à esperança e solidariedade, para provocar as mudanças necessárias, tanto sobre o contexto jurídico, mas reforçar a urgência da paternidade responsável.

Sobre Dr. Charles Bicca

Advogado há 28 anos, especialista em Direito da Família, Direito Penal e Processual Penal. É autor do livro Abandono Afetivo – O dever do cuidado e a Responsabilidade Civil por Abandono de Filhos e coautor do livro Pedofilia – Repressão aos crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes. Na internet, lidera a maior comunidade virtual do movimento contra o abandono de filhos e de proteção à criança e ao adolescente desde o ano de 2012. Atualmente é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e Juventude da OAB-DF. Informações: www.abandonoafetivo.org .

Serviço

Lançamento do livro “Mãe: cadê meu pai” – Charles Bicca

Data: 30 de agosto de 2019 (sexta-feira)

Horário: 19h

Local: 19ª Bienal Internacional do Livro | Pavilhão verde – Stand s-70 (The books)

Endereço: Riocentro, Avenida Salvador Allende, 6.555, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

Fonte: Assessoria Hulda Rose

McDonald’s usa sua grande escala para incentivar a leitura

Mais uma vez, o McDonald’s coloca seu tamanho e escala em prol de uma boa causa. A marca trará de volta uma de suas iniciativas de maior sucesso: Ler e Brincar. Na compra de um McLanche Feliz, os clientes poderão escolher entre um livro ilustrado com duas histórias de personagens da Turma da Mônica ou um brinquedo, correspondente à campanha vigente.

A primeira campanha do McDonald’s voltada para a leitura aconteceu em 2013 e alcançou toda a América Latina. De lá pra cá, foram mais três iniciativas, que resultaram na distribuição de 14 milhões de exemplares na região. Aqui no Brasil, as famílias já se divertiram com histórias sobre dinossauros, oceanos e predadores, passando por textos de escritores brasileiros como Vinicius de Moraes, Ana Maria Machado e Ziraldo. Em 2017, o projeto se renovou e uma parceria com a Mauricio de Sousa Produções permitiu a entrega de seis livros da Turma da Mônica em todo o Brasil – união que se repete agora.

“Essa é uma campanha pela qual temos muito orgulho, por meio dela podemos estimular à leitura e o tempo de qualidade em família. Os livros são excelentes para a conexão entre pais e filhos, um momento que certamente ficará marcado na formação cultural dos pequenos”, afirma David Grinberg, Vice-Presidente de Comunicação Corporativa e de Relações com Investidores da Arcos Dorados, franquia que administra a marca McDonald’s em 20 países da América Latina e Caribe.

Novidades e tecnologia 

Para a campanha desse ano, os estúdios Maurício de Sousa produziram 10 histórias inéditas e exclusivas para o McDonald’s, que serão distribuídas em cinco livros. São eles:

·         Cebolinha em: A Máquina de Fantasias | Astronauta em: Qualquer semelhança é mera coincidência

·         Chico Bento em: Amor de verão | Piteco em: Viagem no tempo

·         Cascão em: É você mesmo | Penadinho em: Festa de outro mundo

·         Mônica em: A melhor hora do dia | Bidu em: Mal-entendido

·         Magali em: A história da princesa comedora de ervilha | Tina em: Quando tudo dá errado´

E para tornar esse momento inesquecível, pela primeira vez foi desenvolvido uma funcionalidade, disponível em março, dentro do app do McDonald’s que vai tornar as histórias ainda mais interativas. A leitura ganhará vida por meio de sons que serão acionados por palavras-chave contidas nas histórias. “Muitos adultos já têm o hábito de contar histórias fazendo as vozes dos personagens ou imitando sons. Esta funcionalidade vai ajudar ainda mais nessa experiência, pois trará novos detalhes que farão todos se encantarem pelos livros”, finaliza Grinberg.

Leitura entre jovens

De acordo com uma pesquisa do Instituto de Estatística da Unesco, 36% dos jovens da América Latina e do Caribe não têm níveis adequados de leitura para sua idade, mesmo sendo uma habilidade básica e o pilar sobre o qual o resto das experiências são construídas. Por esse motivo, é importante que desde a infância se incorpore o hábito de ler como um valor constante.

Por conta disso, o McDonald’s abraça esse tema e procura se tornar um catalisador de mudanças, se comprometendo com as famílias a expandir o número de leitores no mundo. Ler em voz alta é um hábito que passa de geração para geração, reforçando os laços entre pais e filhos desde a infância – um dos pilares da marca.

“Numa realidade em que 30% das famílias brasileiras nunca tiveram acesso a um livro, eu não poderia perder a oportunidade de fazer chegar mais de 2 milhões de exemplares a esses potenciais leitores. Sempre estarei aberto a propostas como essa, que tenham como objetivo o estímulo à leitura”, diz Mauricio de Sousa.


Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema como em número de restaurantes. A Companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela. A Companhia opera ou franqueia mais de 2.100 restaurantes McDonald’s com mais de 90.000 funcionários e é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no América Latina. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO).  Para saber mais sobre a Companhia visite a seção de Investidores de nosso site: www.arcosdorados.com/ir


Mauricio de Sousa Produções

A Mauricio de Sousa Produção é a maior empresa de entretenimento do Brasil, responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. A MSP investe em inovação e produz conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. No licenciamento, trabalha com 150 empresas que utilizam seus personagens em mais de 4 mil itens. No universo digital, o canal no YouTube da Turma da Mônica já chegou a 9,9 bilhões de visualizações, sendo a maior audiência para Mônica Toy, conteúdo desenvolvido exclusivamente para esta plataforma; além do engajamento e interações orgânicos com os fãs em midias sociais. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo e já passou dos 300 títulos, com venda de mais de um bilhão de revistas, responsáveis pela alfabetização informal de milhões de brasileiros.

Fonte: Empório

A comunicação globalizada como caminho para o crescimento individual


Peter Albert Visser é diretor acadêmico da Maple Bear Brasil. Graduado pela Universidade de Waterloo, possui também mestrado em educação  pela universidade de Ottawa.

O cérebro infantil, por estar em formação, possui grande facilidade para absorver informações e assimilar conceitos. A neuroplasticidade, ou seja, a capacidade de adaptação do sistema nervoso, e a desinibição das crianças tendem a ser maiores do que as dos adultos. Soma-se ainda que, nessa fase da vida, o aparelho fonador, conjunto de órgãos e estruturas que produzem os sons da fala, também não está completamente desenvolvido e, por esse motivo, tudo o que lhes é ofertado, é absorvido sem a interferência de vícios já adquiridos.

É natural que pais e responsáveis se preocupem, já a partir dos primeiros anos de vida da criança, em desenvolver aquilo que julgam ser benéfico para ela, como a alimentação, a forma como tratar o próximo e, até mesmo, a escola em que vão estudar. É, portanto, na primeira infância o momento de plantio e cuidado com o futuro. Nesse contexto, a educação globalizada e multicultural, por meio do ensino bilíngue, é uma das sementes mais procuradas, em vista da percepção crescente de que dominar um segundo idioma, em especial o inglês, traz mais oportunidades.

Entretanto, é importante ressaltar que se entende como indivíduo bilíngue aquele que fala, pensa e raciocina em dois idiomas, navegando nesses ambientes confortavelmente, sem esforços ou traduções. No Brasil, poucas escolas oferecem essa abordagem e, mais que ensinar as normas gramaticais e um novo vocabulário, aprofundam-se em promover uma aprendizagem natural e imersiva da segunda língua. Os números da Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (Abebi), por exemplo, deixam claro e revelam o longo caminho que temos pela frente: menos de 3% das escolas particulares no país oferecem esse tipo de metodologia. O resultado é que, não por menos, apenas 1% dos brasileiros são realmente fluentes em inglês e outros 4% se relacionam com a língua em estágios inferiores ao da fluência, conforme demonstra uma pesquisa do Conselho Britânico.

A questão é que o bilinguismo não envolve apenas o “aprender um novo idioma” e vai muito além. Em nível pessoal, o contato com outras culturas, desde bem pequeno, estimula a compreensão das diferenças, fazendo com que o indivíduo tenha mais consciência da parcialidade de sua própria identidade, de forma a se tornar um agente integrador no meio em que atua. O multiculturalismo, estimulado dentro das escolas bilíngues, permite às crianças trabalharem colaborativamente entre grupos de diferentes origens, respeitando e entendendo as diferenças.

Estudos realizados em 1962 por Elizabeth Peal e Wallace Lambert, da McGill University (Canadá), revelaram que crianças bilíngues tendem a demonstrar melhores resultados em testes de inteligência e concentração. E, como a escolha de pais e responsáveis sobre a primeira infância afeta diretamente o futuro da criança, o ensino de outra língua deve ser feito com cuidado, diante de pesquisas e análises, de forma a florescer satisfatória e beneficamente os pequenos em formação.

Fonte: Markable