Atriz argentina conquista plataformas de streaming no Brasil e estrela nova série da HBO Max

Mica D Fuego interpreta a Mística e divertida Yasmim que representa a comunidade LGBTQIA+ em ‘Use Sua Voz’

A HBO Max Brasil apostou no público teen para lançar a nova série ‘Use Sua Voz’. A estreia aconteceu neste mês de julho com três episódios de 30 minutos. Os demais serão liberados semanalmente. A produção brasileira está com destaque principal na tela inicial do streaming e tem uma narrativa divertida, focada na paixão de vários estudantes do ensino médio pela música. O elenco é diverso e trata de assuntos atuais com representatividade LGBTQIA+.

A atriz argentina Mica D Fuego, de 28 anos, ficou responsável por esta bandeira tão importante. Ela interpreta ‘Yasmin’, uma garota alto astral, mística e de bem com a vida. A primeira participação dela é mostrando cartas a um colega de classe. Ela sempre está bem acompanhada com suas pedras místicas e cristais. Os telespectadores que curtem signos e acreditam em energias vão se identificar com ela!  

Yasmin é uma jovem de olhar e sorriso doce, que sempre está disposta a ajudar quem precisa. Logo no episódio piloto, ‘Não Olhe Pro Chão’, a estudante canta a música ‘Além da Razão’. É a primeira apresentação musical da série. Não à toa, já que a potência vocal dela encanta a todos na aula.Além de apaixonada por música, Yasmin também vai viver um romance com uma das protagonistas da série Guilia Nassa, que compõe a banda BFF Girls. Para esse papel, Mica D Fuego usou toda a experiência que adquiriu em trabalhos anteriores, feitos na Netflix, Disney Channel, Disney Plus e E! Entertainment.

“Moro aqui no Brasil há dois anos. Desde que eu cheguei, muitas oportunidades vieram até mim. Sou muito grata a esse país. Comecei gravando uma série junto com o Miguel Falabella, chamada ‘O Coro:Sucesso, Aqui Vou Eu ‘, da Disney Plus. Logo já gravei ‘Use Sua Voz’ e depois, um reality show que se chama ‘Beleza GG’, onde 5 protagonistas plus size compartilham o mundo da moda, e o que é ser uma mulher gorda no mercado do entretenimento”, diz Mica. 

Sempre atenta às novas oportunidades, a atriz argentina já projeta se aventurar no mundo da televisão e em outras plataformas de streaming. Mica quer interpretar personagens que a desafiem ainda mais na dramaturgia. Mostrar que a doce cantora e dançarina, pode dar lugar a uma vilã marcante!

“Tenho muitos sonhos! Acredito que estou dando os meus primeiros passos aqui. O meu sonho é fazer uma novela aqui no Brasil, e eu sinto que está chegando essa oportunidade”, explica.

Luiz Filho traz mais uma cor em novo EP

Sem enxergar a cor vermelha o cantor aborda o conceito de superação do daltonismo

Em ascensão no mercado fonográfico, o cantor Luiz Filho nos convida a sentir toda energia dançante das noites paulistanas presente em seu EP “Butterfly Remixes”, disponibilizado na madrugada de hoje (26), em todas as plataformas digitais. Sendo o primeiro artista LGBTQ+ brasileiro a lançar músicas no segmento do Deep House, o cantor colaborou com os DJs VMC, Jhoon Eric e Maicon Storm, para dar vida ao seu universo embalado pelo Tribal House.

O conceito visual para a capa do novo projeto foi desenvolvido pelo próprio artista, que teve o registro fotográfico de Rosemara Matos, mãe do cantor, e o look assinado pela marca Albertina Josefa. Luiz sofre de daltonismo e conta que decidiu dar destaque para a cor vermelha neste projeto como forma conceitual de representar suas superações, por não enxergar a cor.

Lançada em fevereiro, “Butterfly” foi escrita por Luiz Filho e produzida por Elton Patrizi, sendo interpretada em inglês. A música foi a primeira no segmento do Deep House a ser lançada por um artista LGBTQIA+ brasileiro e segundo Luiz Filho ela contém uma mensagem de superação abrangendo seus próprios desafios e a constante busca por novos ares. Sobre os remixes, o cantor e compositor conta que optou pelo gênero Tribal visando trazer algo mais dançante para o público e que representasse o poder da noite.

Inspirado em outros artistas como Lady Gaga, o cantor explica que para o conceito da capa de seu single optou por um figurino que é a releitura de uma asa de borboleta, representando força, e anéis que remetem a ideia de garras para representar sua coragem e liberdade de criação. “Todos nós nascemos com nossa identidade e quando realmente a conhecemos, nos entendemos mais e é a partir desse olhar para dentro de nós mesmos que nossas asas ganham vida e as transformamos em força para voar e ser livre”, declarou o cantor.

Luiz Filho nasceu em Barra Bonita, interior de São Paulo, e desde pequeno teve contato com a música, inicialmente através da dança. Com seu trabalho na fotografia ele viu uma das pontes que o levaram a encontrar sua segurança e identidade, mas foi apenas durante a pandemia (causada pelo COVID-19), que o cantor deu vazão para seu sonho de trabalhar com música. Em seu aniversário, 10 de Julho, Luiz lançou “Close” sua primeira música, “Recebi um carinho enorme do público e decidi dar continuidade em minha jornada no mundo da música”, nos conta o cantor que posteriormente lançou “Nostalgia” sua homenagem à Dance Music dos anos 2000.

Ele revela que devemos esperar por muitas novidades, muitas cores e looks conceituais que mostrarão sua identidade. Aproveite para conferir as novidades:

Faculdade Descomplica está com 89 vagas abertas com enfoque na diversidade

Instituição de ensino busca os chamados “Professores Autores”, que ajudam na criação de cursos. Oportunidades são para a Pós-Graduação e o MBA e visam a comunidade LGBTQIA+, negros, mulheres e pessoas com deficiência

Empresas que adotam a diversidade são mais saudáveis, felizes e rentáveis, aponta estudo da consultoria McKinsey & Company de 2020. Sabendo que funcionários de companhias que trabalham pela diversidade tendem também a ter um nível maior de inovação e colaboração, a Faculdade Descomplica, primeira EdTech brasileira a ingressar no mercado de ensino superior, está focada em realizar a contratação de docentes da comunidade LGBTQIA+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Queers – quem transita entre as noções de gênero, com as drag queens – , Intersexos, Assexuais e “+” – usado para definir demais variações de sexualidade e gênero), além de negros, mulheres e PCDs (Pessoas com Deficiência). Visando se desenvolver ainda mais após a rodada de investimentos recebida no valor de R﹩ 450 milhões no último mês, o Descomplica entende que, para o crescimento ampliado da empresa ocorrer é necessário dar enfoque ainda maior na bandeira de minorias, já muito presente no corpo de colaboradores e alunos da empresa. Por isso, a instituição de ensino superior anuncia que está com 89 vagas abertas para os chamados “professores autores”, que ajudam na criação de cursos da Faculdade Descomplica.

Os docentes trabalharão nas aulas voltadas à Pós-Graduação e ao MBA e terão enfoque nos setores de: saúde, engenharia, tecnologia, gestão, diversidade, marketing, direito e recursos humanos. Para garantir a isenção em todo o seu processo de recrutamento, a empresa reviu a sua comunicação, tornando-a neutra e deixando-a isenta aos mais diferentes públicos.

“A ação não é uma novidade dentro da empresa, pois já contamos com um corpo de colaboradores diverso e que demonstra o nosso olhar para a importância de trazer perfis variados para dentro da companhia. O que visamos agora é a ampliação deste movimento, para tornar a instituição mais inovadora e desenvolvida como um todo”, diz o Presidente da Faculdade Descomplica, Daniel Pedrino.

Sobre a Faculdade Descomplica

Primeira EdTech brasileira a ingressar no ensino superior, a Faculdade Descomplica estreou em agosto de 2020, com um modelo 100% online e oferecendo os quatro cursos mais procurados no EAD: Pedagogia, Administração, Contabilidade e Gestão de Pessoas. Com preços democráticos – o curso de maior valor sai por menos de R﹩220 mensais -, a instituição foi liberada pelo MEC com nota máxima para a sua atuação (5), conquista que somente 6% das mais de 2500 instituições de ensino possuem. A Faculdade opera no modelo de microcertificações: os cursos são divididos por temática, em vez de seguirem aa separação tradicional por semestre. O aluno pode optar por qual tema prefere começar a estudar e, ao finalizar, recebe um certificado de especialista contando quantos estudos de caso foram realizados sobre o assunto, que pode ser linkado diretamente em seu perfil do LinkedIn. Para o lançamento da Faculdade Descomplica, um investimento da ordem de R﹩ 55 milhões foi realizado.