Haná Restaurante Japonês se prepara para reabertura

Apesar de autorizado pelo GDF, o restaurante só abre as portas no início de agosto. A casa segue com os serviços de delivery e take out


Os amantes da culinária japonesa podem celebrar! No próximo dia 3 de agosto o Haná Restaurante Japonês (408 sul) retorna com suas atividades após o período de fechamento devido a pandemia causada pelo novo coronavírus.

A abertura, dias após a liberação pelo Governo do Distrito Federal, ocorre para que o cenário seja melhor avaliado. Segundo o gerente da unidade, Raimundo Neto, o restaurante quer entender a necessidade do cliente e compreender melhor como será esse novo momento, além de preservar a saúde dos colaboradores que seguem no trabalho.

Para o retorno,  além das medidas de contenção da Covid-19 exigidas no decreto do GDF, o restaurante implantou cardápios na versão digital por QR Code. Além disso, o buffet ficará suspenso por tempo indeterminado e agora os pedidos serão realizados por meio de comanda individual.

“Nossa equipe foi totalmente adaptada para atender com segurança nossos clientes. Fizemos treinamentos e investimos em conhecimento para os nossos colaboradores”, revela o gerente.

Sabores orientais

Apesar de não oferecer o buffett no primeiro momento, tão logo ocorra a reabertura, o Haná Restaurante Japonês segue com a opção Premium no valor de R$ 89,50 por pessoa. Contudo, agora será rodízio. Segundo o gerente da casa, todas as delícias que eram servidas no buffet estarão à disposição dos clientes nas fichas individuais e serão servidas na mesa.

Além disso, outra opção será a Sequência Combinada (R$ 49,50), composta por 1 shimeji ou gyoza, 2 robatas no sabor filé ou frango, um combinado de sushi e sashimi com 16 peças, sendo 8 sushis da casa e 8 sashimis e ainda 3 rolinhos doce.

Fora isso, o cliente poderá optar por todas as opções disponíveis no cardápio digital. Mas para quem não quer esperar até a reabertura, é só aproveitar o serviço de delivery e take out da casa. Esse mês tem novidade, para agradar os comensais o restaurante elaborou a opção do Combo Haná, a partir de R$ 89,92.

“É um combo pensado e elaborado com as preferências dos nossos clientes”, explica o gerente Raimundo Neto.

A delícia é composta por 42 peças, sendo 6 sashimis de salmão, 6 sushis philadelphia, 6 sushis shakemaki de salmão, 6 sushis patê de salmão e teriaki, 6 sushis de alho poró e cream cheese, 4 sushi tataki salmão, 6 sushi oshizushi de salmão maçaricado, 2 niguiri de peixe branco. Na falta de alguma variedade, será substituído por uma escolha do sushiman.

E para melhorar ainda mais os pedidos, o restaurante está com taxa de entrega gratuita para localidades com o raio de até 8km da unidade. Para bebericar, o Haná oferece uma  variada carta de vinhos e espumantes, além de cervejas, refrigerantes, sucos e chás (consultar valores e sabores).

*Os valores pode sofrer alteração sem aviso prévio.

Serviço
Haná Restaurante Japonês

Delivery

Uber Eats – consultar taxas e áreas de entrega disponíveis.

Pelo ifood, ou pelo telefone (61) 3244-9999 –  taxa de entrega gratuita para localidades com o raio de até 8km da unidade. Demais áreas, consultar taxa de entrega.

Endereço: CLS 408 – Asa Sul

Acesse o cardápio 

Instagram: @hana_restaurante
Facebook/restaurantehanabsb

Academias do DF seguem sem previsão de reabertura apesar de protocolos definidos

À beira do colapso, sindicato cobra revisão na decisão da juíza Kátia Balbino Ferreira, que cancela o plano de retomar as atividades em 1º de julho

Desde o começo da pandemia, causada pelo novo Coronavírus, o Governo do Distrito Federal fechou diversos empreendimentos para evitar a disseminação do vírus na capital do país. Recentemente, o governador Ibaneis Rocha retomou algumas das atividades. Reabriu shoppings, feiras e parques públicos. Na última semana, ele disse que estudava retomar o funcionamento de outros setores, como as academias, salões de beleza, bares e restaurantes. Mas, uma decisão da juíza federal Kátia Balbino Ferreira, titular da 3ª Vara Cível, impediu os planos do governador.

Para o Sindicato das Academias do DF, o Sindac DF, os espaços já deviam estar funcionando, pois se trata de um serviço essencial, assim como farmácias e supermercados. “O nosso segmento cuida da saúde da população. É através da atividade física que combatemos comorbidades como o diabetes e a hipertensão, que podem agravar os casos da doença”, explica a presidente do órgão, Thais Yeleni.

Conforme a sindicalista, sem a retomada, o setor vai entrar em colapso. “Não entendemos o porquê de ainda estarmos de portas fechadas sendo que outros serviços já foram liberados e não têm a segurança que podemos oferecer”, contesta. Ela conta que as academias não serão mais as mesmas, elas deverão seguir um novo protocolo de funcionamento, com regras rígidas que abordam todo o setor.

Entre essas normas está a limitação de clientes por hora, a limpeza dos ambientes de duas a três vezes por dia, a disponibilização de álcool 70% para a desinfecção dos equipamentos, o uso obrigatório de máscaras, a aferição de temperatura e entre outros.

Cenário atual
Há três meses com as portas fechadas, as academias do Distrito Federal estão sucumbindo. De acordo com o Sindac DF, até o momento mais de 50 estabelecimentos encerraram suas atividades e pelo menos 6 mil funcionários foram demitidos. Os números são alarmantes e tendem a crescer ainda mais.

Thais Yeleni conta que se a situação não mudar, até o fim deste mês,pelo menos mais 5 mil profissionais ficarão sem emprego. “Essa é nossa realidade. Temos 30 mil famílias trabalhando no segmento fitness atualmente, direta ou indiretamente e recebo ligações com frequência de pessoas desesperadas porque não tem mais dinheiro para comprar comida”, aponta.

Outras cidades
Enquanto o Sindac DF luta para a retomada das atividades, outras cidades do país já estão com as academias funcionando. A exemplo disso, Curitiba, Porto Alegre e Maringá, que assim como o Sindicato do Distrito Federal, adotaram medidas da Organização Mundial da Saúde, a OMS, para a prática de atividade sem risco de contaminação pelo novo Coronavírus, dentro das unidades.

Conjunto Nacional reabre com rotina de sanitização e desinfecção e serviço drive-thru

Shopping investe em tecnologia e novos serviços para oferecer segurança em reabertura

O início da pandemia do Coronavírus trouxe uma nova realidade para os shoppings centers. Com as atividades encerradas desde março, os empreendimentos utilizaram o período de fechamento para se prepararem para a retomada. Baseado em experiências internacionais, o Conjunto Nacional, do grupo Ancar Ivanhoe, uma das maiores empresas de shoppings do país, implementou novos protocolos preventivos e investiu em tecnologias especializadas para reforçar a sanitização do equipamento e garantir que o ambiente dos shoppings sejam espaços ainda mais seguros para todos os seus frequentadores com a campanha “Cuidando de você”.

Dentre as principais medidas, está a contratação de um serviço especializado em desinfecção. Equipamentos e produtos de higiene regularizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) serão utilizados a cada três horas em todo o empreendimento, principalmente nas áreas muito tocadas, como corrimãos, botões de elevadores, balcões e mesas, além dos banheiros, praças de alimentação e máquinas de auto atendimento.

Respeitando as determinações de cada estado, os shoppings ainda irão operar em horário reduzido até gradualmente voltar ao funcionamento convencional. Todas as lojas deverão seguir o mesmo esquema de funcionamento, exceto cinemas, teatros, operações de entretenimento e atividades infantis, que seguirão fechados até novas orientações dos órgãos públicos. Restaurantes, sorveterias e cafeterias vão poder atender apenas no modelo “pague e leve” ou delivery.

Antes de retornar as atividades, todo o time de manutenção do Conjunto Nacional passará por um treinamento intensivo e colaboradores e lojistas terão que realizar quinzenalmente testes de Covid-19. Luvas e máscara serão disponibilizadas aos colaboradores que terão a temperatura aferida a cada 4 horas de jornada de trabalho.

Ao acessar o shopping, lojistas, colaboradores, fornecedores e também clientes deverão ainda usar máscaras e terão suas temperaturas corporais aferidas por um termômetro digital infravermelho. Todos aqueles que registrarem mais de 37,3ºC seguirão os protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS) não poderão acessar o complexo de lojas.

O pacote de medidas ainda inclui o controle do fluxo de pessoas com a redução da capacidade de ocupação em 50%. Controles no acesso às lojas também serão realizados de acordo com o decreto local. Pontos de álcool em gel e espuma desinfetantes também ficarão à disposição dos clientes nos corredores dos complexos do grupo. O empreendimento vai receber ainda lixeiras exclusivas para o descarte de máscaras.

Com a reabertura dos empreendimentos, os estacionamentos também ganham uma nova tecnologia. As cancelas que hoje exigem o toque no botão para liberação, vão funcionar por aproximação, sem necessidade de contato com equipamento, reduzindo o risco de contágio.

O serviço de valet, empréstimo de carrinhos de bebê, cadeira de rodas, scooter, carregadores de celulares, bebedouros seguirão suspensos. Algumas áreas do shopping como fraldário, balcão de informações e alguns banheiros também estarão fechados. Para garantir o acesso à informação, o Serviço de Atendimento ao Cliente será digitalizado e realizado pelo Whatsapp ou telefone fixo, garantindo informação e segurança.

“Nossa prioridade é zelar pela segurança das pessoas. Por isso, estamos atentos a todas as orientações dos órgãos de saúde e tomando todas as medidas necessárias para garantir um ambiente saudável para todos que passam diariamente no nosso shopping. Desde práticas de sanitização até serviços de apoio aos lojistas, como o delivery e drive-thru”, garante Giuliano Bragaglia, Superintendente do Conjunto Nacional.

Para auxiliar nas vendas dos lojistas, o Conjunto Nacional segue com o serviço de entregas por drive-thru, que acontece desde o período de vendas para o Dia das Mães, assim como o delivery e take away. A proposta busca disponibilizar facilidade de compra, entrega eficaz e pagamento digital, com a confiança e eficiência que os clientes que visitam diariamente o Conjunto já estão acostumados.

O cliente faz a compra pelo meio digital de cada uma das operações e escolhe a forma como deseja receber a mercadoria: ou agenda a entrega pelo drive thru, que no Conjunto Nacional está montado no estacionamento coberto, ou combina o recebimento pelo delivery.

Antes de chegarem às mãos do consumidor, todos os produtos são rigorosamente higienizados pelo vendedor, que efetua a entrega utilizando máscara de proteção, sem que o cliente saia do carro.

Para garantir que os shoppings sejam um ambiente seguro para circulação, Bragaglia ainda reforça que é fundamental que os lojistas sigam todas as medidas orientadas pelos empreendimentos. Para isso, o Conjunto Nacional consolidou em uma cartilha com todas as orientações e novas normas a serem cumpridas.

Sobre a Ancar Ivanhoe

Pioneira no setor de shopping centers, a Ancar Ivanhoe é uma das líderes do mercado, com mais de 40 anos de atuação. Sua história teve início na década de 70, quando ingressou na indústria como uma das responsáveis pelo desenvolvimento do segundo shopping construído no Brasil: o Conjunto Nacional Brasília. Em 2006, associou-se à canadense Ivanhoe Cambridge, líder global de serviços imobiliários, e continuou sua trajetória em constante expansão. Após 10 anos dessa parceria de sucesso, a Ancar Ivanhoe tornou-se uma das cinco maiores empreendedoras e administradoras de shopping center do Brasil, presente nas cinco regiões do país, com 24 empreendimentos em seu portfólio, entre shoppings em operação e em desenvolvimento. Para mais informações, acesse www.ancarivanhoe.com.br