Tabu apresenta Tabu Zen e Zero Alumínio

Um toque de sutileza e inspiração para o seu dia a dia

Sucesso absoluto quando se fala em inovação, a TABU apresenta dois lançamentos que vão revolucionar a forma de cuidados com a pele. Chegaram TABU ZEN e TABU ZERO ALUMÍNIO, que completam a gama de desodorantes TABU, os aerossóis que já são os queridinhos do Brasil.

A marca TABU compõe o portfólio da Dana Cosméticos, e inova com TABU ZEN e ZERO ALUMÍNIO, novidades alinhadas em conectar cada vez mais a marca com público alvo.

TABU ZERO ALUMÍNIO é a revolução da tecnologia apoiada em ciência e muitos benefícios para a consumidora. O desodorante corporal TABU ZERO ALUMÍNIO é hipoalergênico e controla o odor sem bloquear o suor, respeitando o equilíbrio natural da pele.

TABU ZEN é o lançamento em desodorante antitranspirante, que proporciona um toque agradável e seco, com proteção intensiva perfumada inteligente, de 48h. Com ele, axilas se mantém secas e perfumadas contra bactérias causadoras de mau odor, além de apoiar a manutenção do equilíbrio natural da pele.

@TABUCOLLECTION


Sobre a Dana Cosméticos

A Dana foi fundada em 22 de agosto de 1932, em Barcelona, Espanha, pelo jovem perfumista Javier Serra. Menos de um ano depois, a colônia Tabu, obra prima de Serra, já fazia sucesso em diversos países da Europa. Com o sucesso da marca Tabu e de outras subsequentes, a empresa expandiu-se pelo mundo, tendo operações nos Estados Unidos, Inglaterra, Espanha, Canadá e Brasil.

A empresa iniciou suas atividades no Brasil em 1956. Seguindo a trajetória espanhola, as vendas iniciaram-se com a marca Tabu, adquirindo, em seguida, outras marcas líderes em eficiência e resultados, como Herbíssimo, Tênis Sec e licenciado a marca Brut.

A partir de 2005, com a conclusão do processo de cisão das subsidiárias pelo mundo, a Perfumes Dana do Brasil passou a seguir diretrizes próprias, conservando o contato com as demais filiais com o objetivo de manter a identidade e o padrão de qualidade das marcas internacionais.

Atualmente os produtos estão presentes em mais de 100 mil pontos de venda no Brasil e são vendidas mais de 2 milhões unidades por mês, o que torna a empresa uma das líderes em desodorantes em creme no varejo alimentar, posição conquistada ao longo dos seus 60 anos de história.

Quebrando tabus: mitos e verdades sobre o sexo

bed-1822497_1920.jpg
Preconceito e falta de informação são fatores que ajudam a manter vivas as crenças equivocada


Há poucas décadas atrás o sexo era assunto proibido. Os tempos mudaram e o tema começou a ser mais discutido de forma pública — por meio de programas de tevê e também na internet com blogs, fóruns e chats. Mas, apesar de aos poucos perder o status de tabu, algumas lendas sexuais ainda circulam por aí.

A terapeuta tântrica Danni Cardillo explica que esses mitos são resultado de anos de não-diálogo, o que favorece o surgimento de achismos e falsas informações acerca do tema. “A sexualidade e a forma como é abordada se dá por uma construção cultural, uma sociedade que pouco explora o tema abre margem para a desinformação”, argumenta.

Orientais tem pênis pequeno, se masturbar demais deixa mão peluda, sexo na água diminui as chances de engravidar. Essas são comumente algumas das inverdades ouvidas em conversas informais, por isso a especialista no tema Danni Cardillo esclareceu os principais mitos e verdades sobre o assunto.

Engolir esperma faz mal? DEPENDE
O esperma em si — composto em sua maioria por proteínas, açúcares e espermatozóides— não causa problemas, porém a ingestão pode causar afetar de saúde caso o parceiro sexual possua algum tipo de doença sexualmente transmissível (DST). “Gonorréia e hepatite são exemplos de doenças que podem ser transmitidas quando há contato direto e desprotegido com os fluidos genitais e pelo fato do sêmen poder ser um fator de transmissão a camisinha é recomendada, ou o casal pode trocar exames e desfrutar sem medo”, analisa.

Tomar anticoncepcional diminui o desejo sexual? VERDADE
Devido a baixa nos níveis de estrogênio, as mulheres podem apresentar perda da libido ao fazerem uso do contraceptivo. “Depende do tipo de pílula, da adaptação e das características fisiológicas da mulher e apesar dos comprimidos virem com doses cada vez mais baixas de hormônios, o efeito ainda pode ser sentido. Caso isso aconteça o ideal é procurar outras alternativas que não causem frustração sexual”, aponta.

Sexo na água diminui as chances de engravidar? MITO
Caso a relação seja desprotegida as chances de engravidar são reais e nada de achar que água vai entrar na vagina e matar os espermatozoides. “Quando a ejaculação é fora, o esperma pode ficar diluído na água, apesar do certo ser não brincar com a sorte”, comenta Danni Cardillo.

Relação sexual durante a gravidez machuca o bebê? MITO
O bebê é protegido por uma bolsa amniótica então as chances dele se machucar são quase nulas, Danni aponta que nesses casos é importante estudar apenas as posições para evitar que o peso do homem cause traumas abdominais. “Com a proximidade do parto é importante tomar cuidado com a força e evitar movimentos bruscos que possam causar parto prematuro”, alerta.

Ficar de pernas para cima pode ajudar a mulher a engravidar? VERDADE
Apesar de não ser uma regra e a fecundação depender muito mais do período de fertilidade da mulher, ficar com as pernas para cima pode ajudar o espermatozoide a chegar com mais facilidade ao útero. “Mulheres que tendem a perder o sêmen com mais facilidade podem se beneficiar dessa técnica, além disso se o homem demorar um pouco mais a retirar o pênis após o término da relação melhor ainda”, recomenda.

Fonte: MF Press Global

O tabu do parto humanizado

A gravidez é um momento único para a mulher, contudo, ele pode ser repleto de dúvidas que vão desde o pré-natal até a tão esperada hora do parto. Visando a autonomia da mulher, o parto humanizado aparece como uma opção para as gestantes, mas muitas interpretações sobre o que de fato é essa prática ainda estão equivocadas. Por isso, um dos desafios da equipe composta por Fabiana Garcia, Paulo Noronha, Bianca Rocha e Mariana Chagas é nadar contra a maré e mostrar que uma das grandes preocupações do parto humanizado é a segurança da gestante e seu bebê.

Após um longo período de parceria, os quatro profissionais resolveram abrir um espaço próprio com tudo o que a mulher precisa antes, durante e após a gravidez. Assim nasceu o Espaço MAE (protagonismo da Mulher, Acolhimento e medicina baseada em Evidencias). “Nós queremos que o local tenha tudo: atendimento obstétrico, pediátrico, plantão de aleitamento materno, fisioterapeutas, nutricionistas, professores de yoga. No espaço, as gestantes serão acolhidas para que não se sintam inseguras e esclareçam todas as dúvidas sobre o parto, fazendo valer sua autonomia e desenvolvendo um vínculo com os profissionais. Além de tudo isso, nós estaremos 24h disponíveis para as pacientes”, comenta a obstetriz Bianca Rocha.

Fabiana, Paulo, Bianca e Mariana se conheceram através de atendimentos de parto e grupos sobre humanização. Todos resolveram seguir esse caminho após não se identificarem com a maneira como os partos são feitos no sistema tradicional dentro de um cenário predominantemente cesarista. De acordo com Paulo Noronha, médico com especialização em ginecologia e obstetrícia, o parto humanizado preserva os direitos da mulher. “É um modelo que não julga, que acolhe, que acredita que o ato do nascimento é fisiológico e que, por esta razão, é tratado com naturalidade, usando a tecnologia e as intervenções com parcimônia. Tudo feito com seriedade e embasado nas melhores evidências científicas para se assegurar o bem estar da paciente e do bebê”, explica.

É importante ressaltar que parto humanizado não pode ser entendido como um tipo de parto, mas sim como um processo que envolve boa assistência e autonomia de escolha. “O parto humanizado não deve ser entendido como um parto que tenha música, intensidade da luz controlada ou o uso da banheira, são ferramentas úteis que as mulheres podem decidir usar ou não. Muitas mulheres não querem nada disso. Nós prezamos por acolhimento”, conta a obstetra Fabiana Garcia.

Já a enfermeira Mariana Chagas, que é especializada em obstetrícia, ressalta que “se trata de um atendimento de pré-natal individualizado onde, além da solicitação dos exames, a mulher é ouvida e recebe informações sobre parto para que ela possa tomar decisões compartilhadas junto com a equipe. E por ser um pré-natal que envolve uma equipe multidisciplinar, cada profissional pode dar o seu melhor para aquela mulher”.

O espaço será inaugurado em março de 2019 no bairro Paraíso, em São Paulo. Aguardem!

Sobre os profissionais:

Fabiana Garcia

Formada em Medicina pela PUC-RS em 1994, Fabiana Garcia fez residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital Fêmina (Grupo Hospitalar Conceição) em Porto Alegre-RS e é especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela FEBRASGO (TEGO 1997) e Videohosteroscopia também pela FEBRASGO. Fabiana Garcia atuou como plantonista em Obstetrícia em maternidades privadas de São Paulo até 2012. Há 15 anos atua em consultório privado atendendo mulheres sempre com um olhar não apenas à queixa física, mas trazendo o contexto social, psicológico e emocional no qual estão inseridas, com o enfoque no despertar da natureza da mulher em suas diversas fases de vida. Dedica-se ao atendimento obstétrico baseado em evidencias científicas, no respeito à autonomia e no reconhecimento da gestação, parto e pós-parto como potentes ferramentas para o despertar do ser. Sócia fundadora do Espaço MAE, dedicado ao atendimento integral da mulher e da gestação.

Paulo Noronha

Médico formado há 17 anos pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Autarquia Estadual), Paulo Noronha fez residência médica realizada no Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, referência em São Paulo como maternidade de alto risco. Além disso, é especialista em Medicina Fetal, realizada na Clínica Fetus e pós-graduação em Medicina Fetal pela Instituição Cetrus. Paulo trabalhou por muitos anos como plantonista em Hospitais do SUS, onde reforçou o seu amor pela obstetrícia e prestou atendimento digno às mulheres. Há 3 anos atende em consultório particular e pratica assistência médica baseada em evidências, sempre centrando o atendimento na autonomia de escolha da mulher e respeito ao nascimento fisiológico e não medicalizado do parto.

Bianca Rocha

Obstetriz formada pela Universidade de São Paulo em 2012, Bianca Rocha atua em parceria com médicos obstetras, nos atendimentos a partos hospitalares. Antes de se formar, buscou entender mais de perto a realidade da gestação e maternidade. Para isso se formou como doula em 2009 e começou a acompanhar gestantes e puérperas. A partir dessa vivência se apaixonou por esse universo e teve certeza de que queria se tornar parteira. “Eu acredito que viver um parto é a maneira mais próxima que temos de sentir a força da natureza à flor da pele. Nada prévio pode se comparar a essa experiência. Por isso me sinto muito honrada de participar e contribuir de alguma forma com esse momento único e transformador.” Hoje, Bianca Rocha se incorpora à equipe do Espaço M.A.E.

Mariana Chagas

Mariana Chagas conheceu a humanização da saúde quando estava ainda no ensino médio. Buscou informação e iniciou graduação em enfermagem. Formou-se em 2008 pela FMU-SP. Sempre ouviu falar de sua mãe o quanto o parto normal era bom de ser vivido, porém decepcionou-se quando descobriu o quanto o parto era desrespeitoso para as mulheres. Trabalhou em Emergência no Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia por quase 8 anos e se especializou em Cardiologia em enfermagem pelo IEP do Hospital Sírio Libanês, onde conheceu a medicina baseada em Evidências. Após vivenciar na pele através do nascimento de seu filho Caio uma cesária desnecessária e indesejada, Mariana se especializou em Obstetrícia e também realizou o curso de doula, onde reuniu forças para sair definitivamente da área de emergência e mergulhar na obstetrícia diferente de tudo que já havia vivido: baseada no respeito ao protagonismo da mulher e medicina baseada em evidências. Mariana também certificou-se para atendimentos no puerpério através da Laserterapia.

Fonte: Tudo Em Pauta