Descubra os melhores Chardonnays para o Dia Internacional: 5 rótulos e sugestões de harmonização!

O Dia Internacional do Chardonnay, este ano celebrado em 23 de maio, é ato de reconhecimento mundial à rainha das uvas brancas. Graças à sua maleabilidade, esta casta de uvas origina excelentes vinhos em diferentes regiões do mundo e nos mais variados estilos, desde exemplares mais simples e descomplicados, até um perfil de vinho mais elegante e estruturado.

“As características da Chardonnay podem variar de acordo com o terroir onde a uva foi cultivada, mas sua assinatura permanece impecável por onde quer que ela seja plantada”, diz Thamirys Schneider , sommelière da Wine, o maior clube de assinatura de vinhos do mundo.

A França, país de origem desta variedade de uva, permanece produzindo rótulos de vinho Chardonnay de prestígio, especialmente na região de Borgonha. Mas outros países têm se destacado na produção de vinhos com esta uva, como os Estados Unidos, principalmente na Califórnia, com variedades mais frutadas. O Chile também produz uma excelente variedade de Chardonnays frescos e elegantes, muitas vezes com boa acidez e notas de frutas tropicais, assim como outras regiões com produção de renome internacional são Argentina, Austrália e Nova Zelândia. 

Para celebrar esta uva versátil e adaptável, a sommelière compartilha cinco dicas de harmonizações com os mais diversos estilos de vinhos produzidos com a uva Chardonnay.

  1. Um Chardonnay delicado com petiscos leves

Se a ideia for experimentar um vinho sem precisar pensar muito além do frescor e qualidade, optar por uma bebida com esta uva é uma das possibilidades. Uma sugestão de rótulo é o chileno  (Oops) Chardonnay 2022. Elaborado pela Undurraga, uma das vinícolas mais importantes do país, trata-se de um vinho leve, frutado e refrescante, com estilo versátil, descomplicado e fácil de beber. Combina perfeitamente com refeições mais leves como canapés, saladas, massa ao molho branco e camarão salteado na manteiga, e também serve como aperitivo, seja na beira da piscina, ou durante um almoço em família.

(https://www.wine.com.br/prod28935.html

  1. Blend de Chardonnay e Macabeo com pratos cítricos

O vinho espanhol Esteban Martín D.O. Cariñena Chardonnay Macabeo Blanco 2023 é um blend das uvas Chardonnay e Macabeo elaborado na D.O. Cariñena pela vinícola Esteban Martín, premiada pela Academia Aragonesa de Gastronomia como Melhor Vinícola de Aragão em 2020. Trata-se de um vinho aromático, fresco, harmonioso e com final persistente. Ideal para um piquenique no parque, ou uma refeição descontraída e vibrante, harmoniza bem com pratos com molhos cítricos ou frutas tropicais, que acompanham as suas notas marcantes de frutas tropicais maduras como abacaxi, pêssego e flores brancas. Uma ótima dica é harmonizar com canapés de carne suína com chutney de abacaxi, um salmão ao molho de laranja, ou até mesmo com um talharim ao limão-siciliano.

(https://www.wine.com.br/prod30176.html

  1. Um Chardonnay potente com pratos mais estruturados 

Pode soar como surpresa, mas há vinhos brancos que são mais encorpados, volumosos e estruturados. A uva Chardonnay tem estrutura e versatilidade para também produzir vinhos brancos mais potentes, como é o caso do Calyptra Gran Reserva Chardonnay 2019. Elaborado pela Calyptra, uma vinícola boutique chilena dedicada à produção de vinhos de alto padrão no Alto Vale do Cachapoal, região de altitude aos pés da Cordilheira dos Andes, este exemplar amadureceu 18 meses em barricas de carvalho francês e envelheceu por mais 6 meses em garrafa antes de ser comercializado. Traz notas de frutas tropicais como abacaxi, pêssego, toque de maçã, nozes, baunilha e mel. Na boca, tem corpo de médio para encorpado, intenso, frutado com nuances amadeiradas e toques de baunilha, tem acidez agradável com final longo e complexo. Para harmonizar, a sugestão são  pratos com sabor de intensidade mediana, como um bom lombo com abacaxi, atum grelhado com crosta de amêndoas, ou cogumelos frescos na manteiga de ervas com aligot de mandioquinha.

(https://www.wine.com.br/prod27922.html)

  1. Um espumante Chardonnay acompanhando churrasco

Bebidas mais leves, como o espumante, harmonizam bem com eventos que sirvam pratos muito diversos.  Por isso, um espumante festivo combina bem com um churrasco, acompanhando desde carnes mais leves, como frango e linguiça, até pão de alho, feijão tropeiro, salpicão e vinagrete. Para esta ocasião, a sugestão é um espumante elaborado 100% com esta uva, o chileno Espumante Puntí Ferrer Xtra D.O Valle de Rapel Extra Brut.  Produzido  com uvas cultivadas em Rancagua, uma das regiões de destaque para o cultivo da Chardonnay, elas amadurecem lentamente em tanques de aço inox, concentrando aromas e preservando sua acidez natural, responsável aqui por todo frescor que encontramos. Através do Método Charmat de produção, com a segunda fermentação acontecendo em tanques de aço inox, a acidez é ainda mais valorizada, torna-se um espumante super refrescante e persistente. Possui notas de frutas tropicais, com destaque para abacaxi e pêssego. Na boca, é elegante, sedoso, vibrante e refrescante. 

(https://www.wine.com.br/prod29080.html

  1. Champagne para suas harmonizações requintadas

A uva Chardonnay é uma das poucas uvas autorizadas na rigorosa produção dos espumantes Champagne, os quais, inclusive, só podem ser produzidos na região de Champagne, no nordeste da França. Se a intenção é degustar de um exemplar mais tradicional e sofisticado, a sugestão de rótulo é o francês Champagne Montaudon Grande Rosé, elaborado pelo Método Tradicional (Champenoise), cujo amadurecimento acontece por no mínimo de 15 meses em garrafa, o que agrega maior estrutura, corpo, cremosidade e complexidade ao exemplar. Um vinho refinado, elegante, com delicada perlage. 

Nos aromas, revela um buquê aromático como frutas vermelhas, toques florais e especiarias e notas de pão torrado. Na boca, é maduro, cremoso, complexo, elegante e persistente. Harmoniza bem lagosta salteada na manteiga de alho e ervas, salmão grelhado com legumes, arroz de mariscos e pão Italiano recheado de queijo brie, mel e frutas vermelhas. 

Vinho na Vila 2024: Evento Imperdível Chega a Brasília de 24 a 26 de Maio!

Entre os dias 24 e 26 de maio no Casa Park, em Brasília, acontece o Vinho na Vila, festival de vinhos brasileiros com mais de 200 rótulos para degustação, feirinha de artesanais e atrações culturais e gastronômicas. Serão mais de 20 expositores participantes de várias regiões do Brasil. Na edição deste ano, parte dos recursos com a venda de ingressos será destinada para vítimas de enchentes no Rio Grande do Sul. As reservas podem ser feitas pelo site: https://www.ingresse.com/vinho-na-vila-2024-brasilia/

Entre as vinícolas já confirmadas, estarão presentes as seguintes representantes do Rio Grande do Sul: a Amare Vinhos, Garbo, Sanabria Vinhos, Vinícola Campestre, Vinícola Terraças, Vinícola Buffon, Vinícola Audace, Vinícola Debon, Frizza, Aurora, Cave Geisse, Monte Reale, Tenuta Foppa e Ambrosi, Berkano, Salton, Casa Valduga e Luiz Argenta. De Goiás participam a Vinícola São Patrício e Vinícola Monte Castelo. De Minas Gerais, a Cave das Vertentes será a representante. “Aqui buscamos criar um ambiente descontraído e acolhedor, onde tanto os grandes conhecedores de vinhos quanto os curiosos podem experimentar com absoluta liberdade cerca de 200 rótulos nacionais premiados”, descreveu Larissa Fin, curadora do evento.

Segundo a organização, a atração principal do evento são as sessões de degustação. Com duração média de 3 horas, o público poderá visitar todos os stands da área restrita e degustar os vinhos que quiser, além de conversar com vendedores e representantes dos produtores para aprender mais sobre a bebida, pegar dicas de harmonização e fazer suas compras.

Além da degustação, o evento vai contar com opções gastronômicas variadas para saborear, feirinha de artesanatos com muitos produtos para conhecer e comprar, winebar exclusivo com platters de queijos e frios, drinks e vinhos em taça para harmonizar, música ao vivo e masterclasses ou palestras variadas que podem trazer dicas com chefs, novidades do mercado e aulas sobre castas de uvas.

A evento já passou neste ano por Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Capitais como Goiânia, Vitória e Salvador também já tem datas marcadas para receber o evento.

Em 2024, além dos ingressos regulares, o Vinho na Vila conta com a opção do ingresso VIP Lounge Casa Vitis. Confira as modalidades:

Ingresso Regular:

– Acesso a sessão de degustação com duração total de 3 horas

– Kit Vinho na Vila, contendo: Taça de cristal, ecobag e 1 garrafa de água mineral

Ingresso VIP Lounge Casa Vitis:

– Entrada antecipada na sessão de degustação, totalizando 3h30 minutos

– Kit Vinho na Vila, contendo: Taça de cristal, ecobag e 1 garrafa de água mineral

– Acesso ao Lounge reservado dentro da área de degustação, com área de repouso, mini-buffet, carregador de celular e outras amenidades

– Brinde: Porta-taça de pescoço

– Brinde: duas taças de vinho (bebida) no Winebar para consumo no local, ou 1 vinho em lata (conforme a disponibilidade no dia e horário)

– Brinde: R$ 100,00 de cashback para filiação ao Clube de assinatura de Vinhos Brasileiros Casa Vitis (casavitis.com.br/clube)

Vinho branco no inverno? SIM!

Muitas vezes associados a dias mais quentes, os vinhos brancos amadeirados são uma ótima pedida para dias mais frios.

Com a chegada da época mais fria do ano, a ideia de um bom vinho para acalentar uma noite gélida vem à mente rapidinho. E muitas vezes é inevitável associar o “calor” do vinho a um belo exemplar de tinto.

Porém, dias mais frios podem ser acompanhados sim por um bom vinho branco. O sommelier Jonas Martins, gerente da MMV Importadora, explica sobre essa “lenda” de que vinho branco é apenas para dias mais quentes.

“Muitas pessoas associam o branco ao calor porque normalmente esse vinho é servido gelado. Assim como o vinho tinto, tanto pela sua cor como pelo fato de ser servido à temperatura ambiente, traz a sensação de ser um vinho mais de inverno”, diz o sommelier.

A sensação de “calor” proporcionada por qualquer bebida, e procurada especialmente em dias frios, é oriunda do grau alcoólico. Quanto mais “alcoólico” um vinho, maior a sensação de calor que ele proporciona. Ou seja, um vinho branco com alto teor alcoólico esquenta sim!

Segundo Martins, não existe um tipo de vinho de “verão” ou “inverno”, mas o que realmente faz diferença são as características do vinho. Para explicar sobre a temperatura dos brancos é necessário entender sobre a temperatura dos vinhos tintos – o equilíbrio de um vinho tinto é estruturado em torno de três fatores: os taninos, a acidez e o seu teor alcoólico.

E a grande questão está nos taninos. Os taninos estão presentes no vinho tinto devido a presença das cascas das uvas durante a fermentação, o que confere também a coloração do vinho. Como o vinho branco não é fermentado junto da casca, não há presença de taninos e o tripé de equilíbrio do vinho fica desbalanceado. Geralmente, vinhos brancos tomados a temperatura ambiente são muito ácidos em boca, tornando a experiência desagradável.

Para trazer equilíbrio a bebida, o vinho branco (assim como espumantes e vinhos rosés) é gelado, pois a bebida gelada causa a contração das papilas gustativas ao tocar a língua e auxilia no equilíbrio desse vinho em boca, transformando a acidez em frescor, trazendo harmonia ao conjunto.

Jonas Martins, porém, ressalta que vinhos brancos amadeirados, ou seja, que passam por barris durante seu processo de fermentação ou envelhecimento, podem ser consumidos a uma temperatura mais elevada (sem estarem muito gelados) por conta de um fator no processo de produção.

Tais vinhos passam por um processo conhecido como Fermentação Maloláctica durante sua passagem por madeira, que é quando o ácido málico (semelhante à acidez marcante de uma maçã verde) é transformado em ácido lático (como o presente no leite e seus derivados), bem mais agradável e que gera uma sensação de amanteigado na boca. Do ponto de vista químico, o Ácido Lático é um ácido menos reativo com o oxigênio, e além de deixar o vinho menos agressivo também confere característica de guarda para as bebidas.

“Dessa maneira, o equilíbrio do vinho com base no tripé é muito mais harmonioso, o que faz com que não seja necessário baixar demais a temperatura do vinho”, reforça Jonas Martins.

Assim, um vinho branco madeirado pode ser servido entre 10 e 14 graus, enquanto vinhos brancos mais convencionais devem ser servidos entre 6 e 8 graus.

Dicas do sommelier

A MMV Importadora de Vinhos tem em seu portfólio alguns vinhos brancos amadeirados que são ótimas pedidas para o inverno.

O Viapiana VIA 1986 Chardonnay, vinho brasileiro da região de Flores da Cunha (RS), estagia em barris de carvalho por 14 meses e apresenta 13% de teor alcoólico. Fino ao nariz, remete aos grandes Chardonnays do mundo, com aromas de abacaxi e pêssego maduros misturados a creme de avelã, chocolate branco e mel. Em boca é cremoso, encorpado, com alta acidez e final bem longo.

Já o Fortunatus Reserva Especial Chardonnay, produzido na região do Vale Central no Chile, pela Vinã Alto Roble, envelhece “sur lie” em barris de carvalho francês novos por seis meses e tem 14% de teor alcoólico. Cremoso e macio em boca, com final macio, tem aromas de frutas tropicais, como abacaxi e maracujá, toques de baunilha e nozes tostadas.

Finalmente, o português Monte da Capela Branco Reserva Doc, produzido no Alentejo, pela Casa Clara, envelhece três meses em barris de carvalho francês novos com 12,5% de teor alcoólico. Em boca é um vinho de personalidade, com acidez alta e estrutura marcante, apresentando no nariz aromas de frutas amarelas frescas, como abacaxi e pera, com toques de casca de laranja.

Harmonização

Nada como harmonizar um bom vinho com uma comida reconfortante. Para os vinhos brancos amadeirados, uma ótima dica é a harmonização com carne de porco.

Outra opção de prato que cai muito bem em um dia frio e que combina com o branco amadeirado é a Polenta Cremosa com Ossobuco, do restaurante curitibano Parma Café & Bistrô (Rua Jacarezinho, 701, Mercês). Feita a base de creme de leite fresco, ela vem acompanhada de ossobuco, marinado por seis horas em ervas finas e vinho tinto, promovendo uma excelente harmonização.

Lovin’ Wine, startup de vinho em lata, apresenta novidades e projeta crescimento

Rosé Dry, novo vinho rosé seco fino da marca, está disponível ao público no e-commerce e faz parte das iniciativas que tem como objetivo alcançar o faturamento de R$ 5 milhões ao final de 2021


Criada para quebrar as formalidades que ainda existem em torno do ato de beber vinho, a Lovin’ Wine, startup de vinho em lata, chegou ao mercado em 2020 e está consolidada como uma das maiores empresas de digitais de vinho do mundo. Tanto é que a previsão para o segundo trimestre deste ano é de um crescimento de 30% em relação ao período anterior e concluir o ano com o faturamento de R$ 5 milhões. No último semestre, a empresa faturou mais de R$ 1 milhão, com vendas no seu próprio e-commerce (www.lovinwine.com.br), canais de venda online de parceiros e distribuição nacional em espaços físicos. E um dos principais elementos que colaborou para este resultado foi o lançamento da nova opção do catálogo da Lovin’, o Rosé Dry, um vinho rosé seco fino.


Segundo João Paulo Sattamini, CEO da Lovin’, o Rosé Dry é inspirado nos melhores vinhos de Provence, na França, e é assinado pelo viticultor francês Gaspar Desurmont. O lançamento une a nova forma de consumir vinho com a elegância clássica francesa. O Rosé Dry está à disposição do público no e-commerce da Lovin’ em packs de quatro latas de 269ml pelo valor de R$ 89,60 e já representa 30% das vendas. “Muitas pessoas nos pediam uma versão de vinho seco. Por isso, desde que apresentamos a Lovin’ ao mercado essa demanda entrou no nosso radar. Além disso, isso significa a consolidação e expansão da marca como uma opção de vinho de qualidade com simplicidade e sofisticação no consumo”, explica.


Originalmente estruturada como uma DNVB (Digitally Native Vertical Brand) — quando realiza todo seu processo, da fabricação até a entrega do produto para os clientes finais, através dos canais digitais como ponto de venda —, a Lovin’ traz com essa novidade uma experiência ainda maior de exclusividade. “O canal corporativo é o que mais cresce dentro da Lovin’. Somos hoje um grande parceiro dos happy hours virtuais das empresas, onde gestores enviam nosso vinho para casa de seus funcionários a fim de celebrar resultados e integrar a equipe”, conta Sattamini.


Para o próximo semestre o objetivo é lançar mais três novos rótulos, que se juntarão ao Rosé Dry e aos originais Branco e Rosé, dois vinhos de alta qualidade, levemente gaseificados, com fermentação natural e que devem ser bebidos gelados. Essa estratégia de diversificação acompanha, por exemplo, o movimento de estar presente em pontos de venda físicos, o que acontece desde dezembro do ano passado, quando a marca desembarcou na loja conceito da Sam’s Club, no bairro Morumbi, na cidade de São Paulo. Desde então, o canal de varejo físico cresce todo mês e já representa 50% das vendas


“A bebida precisa estar acessível no momento de consumo, que muitas vezes é de impulso, no momento, em um bar, restaurante, hotel ou mesmo em um evento. Assim decidimos expandir a distribuição no canal físico para facilitar o acesso ao produto, cumprindo com o nosso propósito de facilitar e simplificar o consumo de vinho no Brasil”, explica Sattamini.


Hoje a Lovin’ está presente em diversos locais e também na Amazon, onde já é o vinho rosé mais vendido da plataforma. “O objetivo é expandir nossa presença nos marketplaces, escalonando o e-commerce próprio, canais de venda online de parceiros, como Amazon, e distribuição nacional em canais físicos, supermercados e on trade”, conclui Sattamini.


Além disso, a Lovin’ concluiu recentemente a captação de R$ 2 milhões em investimentos por meio da CapTable, plataforma de equity crowdfunding que permite a investidores de varejo investir em startups. A captação contou com 322 investidores, incluindo o aporte de três executivos com background no mercado de bebidas, sendo que deste montante R$ 1,55 milhão foram reservados em menos de 24h.

Vini D’Italia – Segundo Salão do Vinho Italiano no Brasil

O Embaixador da Itália Antonio Bernardini e a curadora Sueli Maestri, idealizadores da feira de vinhos Vini d’Italia – Segundo Salão do Vinho Italiano no Brasil, recebem convidados no dia 16 de abril para uma degustação exclusiva de vinhos italianos. A Vini d’Italia  tem como premissa fomentar e ampliar o consumo de vinhos italianos no país, além do  fortalecimento das relações comerciais Brasil-Itália. Serão apresentados cerca de 138 rótulos das principais regiões italianas como: Piemonte, Vêneto, Puglia, Toscana, Umbria, Sicília, Campanha, Trentino-Alto Adige,  entre outras.

As importadoras participantes são: Mistral, Segala & Perini, Decanter Enoteca Brasília, Itália Mais Importadora, Del Maipo, Tw Import, Importadora Barrinhas, Dia a Dia Adega e Atacadista de Vinhos, Rota do Vinho, Vinalla, Temps du Vin, Vortice Representações de Produtos Italianos, Cantu Importadora, My Winery, Bueno Wines e Porto a Porto. Serão disponibilizados para os convidados os diversos estilos e cepas da bebida produzida na Itália, visando a promoção e ampliação do consumo de vinhos e espumantes italianos no mercado brasileiro.  Além disso, haverá parceiros, fornecedores de comida e brindes.

Abertura:

Para abrir o Vini D’Italia, haverá uma Masterclass, às 17h, conduzida por Domênico Picoli, dono da Importadora ItaliaMais, de São Paulo. A Master Class Il Marroneto trará uma degustação vertical do Brunello Il Marroneto inédita no Brasil. Il Marroneto é um dos principais exponentes do Brunello di Montalcino, um dos poucos a obter 100 pontos pelo crítico crítico de vinhos Robert Parker.

Economia:

A Itália é o terceiro país do qual o Brasil mais importa vinhos. Só em 2017, foram 13,9 milhões de litros importados, um crescimento de 4,5 milhões de litros se comparado a 2006 (Dados do Ibravin).

A expansão cada vez maior da excelência vitivinícola italiana no Brasil se deve também às feiras e salões de degustações do setor que trazem diretamente para o público alvo, produtos de alta qualidade, que tornaram-se elemento-chave para a promoção e comercialização  do vinho italiano no Brasil.

As expectativas são de que nos próximos três anos as exportações de vinhos italianos sejam impulsionadas pelos mercados terceiros -fora da União Europeia, e que possamos citar o Brasil como um mercado em potencial para o aumento do consumo de vinhos italianos.

Parceiros:

Os paceiros do evento são Sweet Cake, com uma ilha de massas italianas de Grano Duro (Penette e Linguine) finalizadas com seus molhos; Ricaro Arriel Confeitaria, com pães artesanais italianos para a feira; Il Pandrino, com frios; Sandrini Antepastos Artesanais, com geleias e antepastos gourmet; Companhia do Azeite, com azeites de oliva premium; Apollen, com água mineral; Oba Hortifruti, com frutas; Illy Café; Alfood, com embutidos e salgadinhos; Renata Diniz Chocolatier; Baco Pizzaria; Chef Valerio Centonce, com porchettas; LF Comunicação Gráfica, com cadernetas para anotações com logomarca do evento; Cloud Market, com a criação dos convites; Bontempo, com abridores de vinho de brinde aos convidados; Le Quartier Travel Design, com sorteio de 1 voucher de 500 dólares + uma Bolsa Térmica Neoprene para portar Vinho e Solos Comunicações, como assessoria de imprensa.

Serviço:

Evento: Vini d’Italia – Segundo Salão do Vinho Italiano no Brasil

Data: 16 de abril de 2019

Horário: de 19 às 23 horas

Local:  SES – Quadra 807 – Lote 30, St. de Embaixadas Sul SES 807 – Asa Sul, Brasília

Fonte: Solos